quinta-feira, 22 de março de 2012
Reforma do Estatuto
Salvo engano de minha interpretação, a eleição para o CD é feita por chapa, com uma nominata de todos integrantes. A chapa vencedora forma o novo Conselho Deliberativo.
O que isso significa?
Que no Conselho Deliberativo, em teoria, todos tem uma origem comum e pensam de forma semelhante, já que integraram a mesma chapa na época da eleição. É como se na eleição para o poder legislativo a gente votasse nos partidos (como seria o voto em lista) no lugar de votar nos deputados ou partidos (como acontecesse hoje). Só que ao invés das cadeiras da Assembléia Legislativa serem preenchidas de acordo com a votação de cada partido, apenas o partido com maior número de votos é que teria assento na Assembléia. Ou seja, no poder legislativo haveria os deputados só de um partido.
Um dos lados negativos desta forma de eleição é que muitos são convidados para integrar o CD mas nunca aparecem nas reuniões. Você sabia que Ângela Amim é conselheira? Não tem nada com sua ideologia partidária ou atuação política na cidade, mas o fato de que nunca a vi na Ressacada. Como pode ser conselheira? O que ela sabe do clube? Tem vários outros casos que podem ser citados. É só olhar a relação dos conselheiros que tem no site.
Dizem que isto é para algumas pessoas terem o direito de ter duas cadeiras e vaga no estacionamento, que é o que o conselheiro tem direito. Aí eu entro em outro ponto: o custo para ser conselheiro. Novamente, salvo engano das informações que tenho, o conselheiro paga uma mensalidade de R$ 230,00 mensais, que dá direito a duas cadeiras no setor A, bem no meio do campo, na parte de cima das cadeiras (lugar reservado para os conselheiros) e duas vagas no estacionamento. Isto não está no estatuto, mas estava no site do Sócio-Coração.
Com estas condições, poucas pessoas podem se dar ao luxo de ser conselheiro. Será que o torcedor do setor C, D ou H tem condições de pagar esta quantia? Não sei é possível ser conselheiro e não pagar esta taxa, optando em ficar no setor onde já possui cadeira. Acho que não.
Como já escrevi, uma das consequencias deste formato de chapa é o número de faltas dos conselheiros nas reuniões. No atual estatuto, o conselheiro pode faltar a 4 reuniões consecutivas ou 6 alternadas, sem justificativa. Entretanto, com justificativa, não há limites de faltas. Ora, se o sócio é eleito conselheiro e não consegue vir às reuniões, mesmo justificando sua ausência, significa que ele deve ceder seu lugar para outro.
Além disso, o próprio conselho pode admitir novos conselheiros durante sua gestão, caso não o número total de vagas no CD, que é 300, não esteja preenchido. Isto significa uma mudança na sua composição em relação a chapa que originalmente venceu a eleição. Com todo respeito aos conselheiros que entraram no CD através deste dispositivo (como meu presidente do PFI), eu acho isto errado. Eles não foram eleitos pelos sócios.
Outra problema no atual formato estabelecido no estatuto é em relação às eleições para presidente. Uma das funções do Conselho Deliberativo é eleger o presidente do clube. Se todos os conselheiros eram da mesma chapa e elegem o presidente, isto pode significar uma fiscalização sobre as ações da diretoria não tão rígida, pois o indicado para presidente já é da preferência dos conselheiros. Novamente fazendo uma analogia com o sistema político brasileiro, é como se o prefeito e todos os vereadores fossem do mesmo partido. Sabemos onde a cidade ia parar se fosse assim.
Quais as minhas sugestões?
- Mudanças na forma de eleição para o Conselho Deliberativo - realizar a eleição para conselheiro através de candidaturas individuais. Quem tem interesse, se candidata. Deve ser estabelecido um número fixo de conselheiros (hoje o número pode variar entre 100 e 300). Sugiro 150. Assim, teremos uma pluraridade de opiniões no CD e não esta tom quase monocromático que existe atualmente.
Pode ocorrer de não haver candidato suficiente para preecher as vagas mínimas estabelecidas (na minha sugestão, 150), mas isto vai mostrar o real interesse do torcedor na gestão do clube. Se houver mais candidatos que vagas, sugiro a criação da suplência, de tamanho igual a 20 % do número de conselheiros (para minha sugestão, seriam 30 vagas). Estes sócios assumiriam um lugar no conselho, caso algum conselheiro eleito renunciasse ou fosse eliminado por motivo de ausências. Deste modo, o CD não teria autonomia de preencher as vagas por sua indicação.
- Mensalidade do Conselheiro - o sócio-conselheiro pagará o valor de sua mensalidade de acordo com o setor que tem sua cadeira, continuando a ter acesso apenas a este setor. A única vantagem adquirida, uma vez conselheiro, será ao direito de uma (apenas uma) vaga no estacionamento. Para aqueles figurões que tem as cadeiras no setor A, reservadas para conselheiro, sugiro criar uma modalidade para os mesmos, com direito a estas mesmas cadeiras de localização privilegiada e vagas no estacionamento.
- Número de faltas nas reuniões do CD - manter os limites de faltas justificadas (4 consecutivos ou 6 alternadas). Entretanto, uma vez ultrapassado o limite de 4 consecutivas, mesmo justificada, o conselheiro seria comunicado de sua exclusão do conselho. Se não consegue vir em 5 reuniões seguidas é porque
- Eleição para presidente do clube - há um movimento para que a eleição para presidente seja de forma direta, pelo voto dos sócios. Não me oponho a esta idéia, que acho interesante. Entretanto, se mudarem o formato da eleição dos conselheiros para o modelo individual, a eleição para presidente do clube poderia continuar sendo uma tarefa do CD. Todavia, se não mudarem isto, a eleição para presidente do clube deveria ser de forma direto pelo voto dos sócios.
Há várias outras coisas que podem ser alteradas no estatuto, que deve ser estudado por todo aquele que queira dar palpite sobre a gestão do Avaí.
Aliás, alerto ao pessoal do site que o link para download não está funcionando. Para minha sorte, já havia feito o download do estatuto na época do antigo site.
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Gallo dispensado
Quem será que vão contratatar? E os indicados do Gallo (entre eles o Lincoln), como vão ficar?
Segue nota do site:
Gallo não é mais o técnico do Avaí
Treinador foi desligado do clube nesta quinta-feira
O profissional Alexandre Gallo não é mais o técnico do Avaí. Ele foi desligado do clube após reunião nesta quinta-feira, dia 18. O auxiliar técnico Maurício Copertino e o preparador físico Elliot Alves também deixam os respectivos cargos. Em 13 jogos, Gallo obteve três vitórias, três empates e sete derrotas.quarta-feira, 22 de junho de 2011
LA e as dispensas
A lista de dispensas está dando o que falar. Normal, até porque como li no blog Elite Azul e Branca, nunca existirá unanimidade nesta lista. Outro fato que muitos estão falando é sobre a ausência de jogadores da LA Sports.
Para quem não sabe, são jogadores vinculados a esta empresa, Cássio, Pará, Batista, Bruno, Dinelson, Robinho, William e Fábio Santos. Rafael Coelho e Diogo Orlando pertencem a Energy Sports. Os demais jogadores são vinculados a outros empresários, emprestados por outras equipes ou pertencem ao próprio Avaí.
Quando a LA surgiu no Avaí, o time estava num momento ruim. Suspeitas de todo tipo surgiram e muita gente disse que o Avaí havia virado depósito de jogador refugo da LA. O tempo passou, o Avaí subiu para a série A, foi bicampeão catarinense e o trabalho do Luis Alberto começou a ser reconhecido. Depois de muita pedrada recebida, ele venceu a parada.
Intrigas, ciúmes, vaidades e outras coisas mais afastaram o empresário do dia a dia avaiano. Os jogadores da empresa continuavam no time, mas o empresário já não dava mais tanto palpite. No começo, alguns pensaram que podia ser uma coisa boa, pois poderia ser um sinal de independência do clube. Poucos acharam que o tiro poderia sair pela culatra.
Mas o mundo dá volta. Principalmente para os profetas do passado. Os mesmos que falavam que a diretoria havia terceirizado o departamento de futebol e que acusavam o empresário paranaense de estar enriquecendo em cima do Leão, voltaram a carga, só que agora dizendo que o time ia para o buraco porque a diretoria tinha afastado o cara que mais entendia de contratação. Isto, é claro, depois dos primeiros resultados ruins acontecerem.
Realmente, como diz o Alexandre Aguiar, o torcedor é bipolar. E olha que não estamos falando de jogador, que uma hora faz um gol e vira herói e na partida seguinte erra um passe e vira pereba. Estamos falando de um empresário de futebol, que assim como eu e você, trabalha para ganhar dinheiro. Uma hora o cara é ruim, só manda refugo. Na outra é indispensável para o clube. Vai entender esta turma.
Voltando para as dispensas. É normal que ele (LA), como principal parceiro do Avaí, agora trabalhando junto com o Gallo, Gustavo e Mauro Galvão, esteja junto em todas as decisões. Mesmo ele dizendo que não se envolveu nisto, é natural que a diretoria não ia dispensar, neste momento, jogadores ligados ao empresário.
O que acho que deve acontecer é que alguns jogadores daquela lista deverão receber nova oportunidade, enquanto outros devem ser emprestados para outros times. Imagino que o Luis Alberto já esteja até procurando lugar para eles. Quando conseguir, deve anunciar o empréstimo. Não vai ter essa de dispensar para depois emprestar.
Vamos aguardar os próximos capítulos.
terça-feira, 7 de junho de 2011
Renúncia do Conselho Deliberativo
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Estamos evoluindo
É claro que todos esperavam chegar à final da Copa do Brasil, já que a oportunidade apareceu e não sabemos quando isto voltará a acontecer. Entretanto, apesar da tristeza, é preciso reconhecer a evolução do clube nos últimos anos.
E não estou falando apenas da parte patrimonial, que salta aos olhos. Quem tivesse ido morar fora há 10 anos e voltasse hoje na Ressacada, ia ficar espantado com as mudanças no estádio, que está muito mais bonito. Campos de treinamento, novas coberturas, cadeiras em todo o estádio, etc. Isto porque a gente nem sabe de todas as alterações que aconteceram na parte interna, como a recente reforma do vestiário do Avaí.
Mas houve também uma grande evolução nos resultados obtidos dentro do campo. Até 1998, nossa história estava resumida às conquistas estaduais e alguns episódios fora daqui. Uma rica história é verdade, mas com uma repercussão apenas local.
Em 1998, com a conquista do Campeonato Brasileiro da série C, tivemos nosso primeiro brilho nacional e colocamos uma estrela no peito. Depois disso, ficamos 10 anos buscando um acesso para a elite nacional. Batemos na trave por duas vezes (2001 e 2004), mas em 2008, alcançamos o sonho de estar na competição mais importante do futebol brasileiro.
Já em nosso primeiro ano na elite, em 2009, após um começo preocupante, subimos como um cometa e alcançamos a melhor colocação de um clube catarinense no campeonato brasileiro, conquistando a 6ª colocação. Fomos notícia durante todo o ano. De quebra, conquistamos o campeonato estadual depois de um longo e tenebroso inverno de secura e amargura.
Em 2010, se não fomos tão bem no certame nacional, conquistamos o bicampeonato estadual e chegamos numa fase mais avançada na Copa do Brasil (3ª fase), depois de termos eliminado o Coritiba em pleno Couto Pereira. No segundo semestre fizemos um bonito papel na Sulamericana, chegando as quartas de finais. Poderíamos ter ido até mais longe, mas a pressão do rebaixamento dividiu nossas atenções.
Neste ano, começamos mal, com uma campanha bisonha no campeonato estadual, atenuado levemente por conseguir eliminar o Tombense na casa deles. Mas na Copa do Brasil, voltamos a ser notícia. Fizemos uma ótima campanha, alcançando as semifinais, com reais chances de conquista do título. Fomos destaque na mídia e a Ressacada foi palco de grandes atenções por parte da imprensa.
Não soubemos aproveitar a oportunidade que apareceu, mas fica a lição que podemos pensar um pouco mais alto e mais longe. Não podemos deixar se abater com esta desclassificação. Outros grandes clubes também pararam no meio de caminho. Times com mais tradição e bem mais recursos financeiros saíram antes de nós, como São Paulo e Botafogo, que o Avaí mesmo eliminou, além de Flamengo, Atlético-MG e Palmeiras.
Restou o campeonato brasileiro, o que não é pouco. É claro que a primeira meta será permanecer na série A, mas acho que podemos almejar pelo menos a Sulamericana, cuja classificação não é tão complicada (tem que ser 13º ou 14º). Vejo neste torneio, uma boa chance do Leão voltar a brilhar em 2012. Não sonho por enquanto com a Libertadores, apesar do time de 2009 ter mostrado que não é impossível chegar lá. Mas talvez não fosse a hora certa para nós. Vejo que outros times que já chegaram lá, hoje estão penando nas séries B (Criciúma, Sport, Paraná, Goiás, Guarany, São Caetano), C (Payssandú e Santo André), D (Juventude) e até sem série (Paulista e Bangú).
Não duvido que a disputa deste torneio pudesse ser a oportunidade do Avaí dar um salto de tamanho, qualidade e orçamento, mas temo que nossa estrutura não esteja pronta para este salto. É como uma empresa, que vê um novo nicho de mercado, mas que precisa decidir entre investir muito pesado para conquistá-lo, sem a certeza do retorno, com o risco de quebra, se não der certo, ou esperar crescer com sustentabilidade, para alcançar seus objetivos a longo prazo, solidificando sua marca ao longo dos anos.
Assim como demoramos para chegar na elite, mas quando chegamos, aparecemos e começamos a escrever uma bonita história, talvez seja o caso de não nos apressarmos em chegar tão rápido a Libertadores. Nosso quadro associativo não é tão grande como poderia ser. É claro que aumentaria com a ida à Libertadores, mas como o clube se manteria nos anos seguintes? E a estrutura do estádio e fora dele?
Eu sei que muitos times não têm a estrutura que o Avaí tem, mas eles têm algo que vamos demorar algum tempo para conquistar: visibilidade na mídia. É isto que atrai os patrocinadores. Os patrocínios têm aumentado, mas creio que ainda não sejam suficientes para este nível de competição.
Enfim, ficou o gostinho de quero mais. Mas também ficou a certeza que podemos mais. Tudo chegará a seu tempo. O que não podemos é diminuir. Temos que continuar na elite, para daí, subir cada vez mais.
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Sobre a reunião do Conselho Deliberativo
Sei que estamos às vésperas de uma decisão, mas não posso deixar de falar sobre a reunião do Conselho Deliberativo que se reuniu para aprovar o balanço financeiro de 2010. Como muitas vezes defendo ações da diretoria, também tenho o direito de fazer críticas quando acho que devem ser feitas. Lendo o texto do site do clube e vendo as fotos, tenho umas perguntas sobre a reunião:
Presença dos Conselheiros
- A votação foi de 54x1, ou seja, 55 votantes (se bem que na foto mais ampla só aparecem 44 pessoas). A nominata do CD tem uma relação de 233 nomes. Onde estão os outros 178 conselheiros? Todos justificaram a ausência? O estatuto (artigo 52) diz que perderá o mandato o conselheiro que faltar a quatro reuniões consecutivas ou a seis alternadas, sem motivo justificável. Haja justificativa para esse povo todo. Na próxima eleição do CD bem que poderiam convidar pessoas que realmente tem interesse pelo clube.
Estacionamento
- Se o CD tem 233 integrantes, para que reservar todo o estacionamento ao lado do estádio para os conselheiros? Já escrevi isto aqui no blog: por que não reservam apenas a parte necessária para acomodar os veículos destes nobres representantes dos associados e liberam o resto do espaço para os sócios? Mas somente para os sócios.
Local da reunião
- Que lugar horroroso este para fazer uma reunião tão importante. Pelas fotos parece ser o restaurante da Ressacada. Cadeiras de plástico e de palha, cadeiras amontoadas, toalhas quadriculadas. Coisa horrível. Sem querer ofender, parece clube de várzea. Um time da série A não tem um auditório que comporte uma reunião para o conselho deliberativo?
Membros do Conselho
- O presidente João Nilson Zunino, o vice, Nilton Machado, além de vários membros da Diretoria Executiva, como Ênio Gomes, Dona Nesi, Tullo Cavallazzi Filho, Amaro Lúcio da Silva, Francisco José Battistotti, Maria de Lourdes da Silva, Luciano Corrêa, estão na nominata dos conselheiros. Vou considerar que apesar de estarem na lista dos conselheiros, não participam do CD, nem tem direito a voto, já que, segundo o artigo 49, nenhum membro do Conselho Deliberativo poderá exercer, cumulativamente, função ou cargo na Diretoria ou Conselho Fiscal. Nada contra eles, mas considerando que uma das funções do CD é fiscalizar as ações da diretoria, não tem como você participar dos dois grupos.
- Ângela Amim é conselheira? Nunca a vi na Ressacada. Bem provavelmente teve ter mais uns 50 desta lista que nem se lembram qual foi a ultima vez que foram no estádio.
- Fábio Comelli e Silvia Hoepcke da Silva, da Guarujá, são conselheiros? É claro que a rádio não deve ser avaiana já que a cidade tem dois times e os profissionais devem ter liberdade para dar sua opinião, mas é que às vezes ela parece alvinegra.
- Eu sei que o CD é formado através de eleição de uma chapa, onde todos os integrantes da chapa vencedora são empossados como conselheiros e não por eleições individuais (como uma assembléia legislativa). Mas será que tem algum conselheiro que é sócio de outros setores que não o tradicional setor A (do qual eu faço parte)? Como seria bom se alguns torcedores da arquibancada, que pegam chuva e não tem o mesmo poder aquisitivo da elite do setor A pudessem participar oficialmente das decisões do clube.
Taxa para Conselheiro
- Não tenho certeza, mas parece que para ser consellheiro tem que pagar uma mensalidade de R$ 200,00. Para que isso? Mensalidade tem que ser para dar acesso aos jogos e não para ser conselheiro. Talvez por isso que torcedor da arquibancada não participa. Eu mesmo, se fosse convidado para participar do CD, não teria condições de pagar esta taxa.
Novos Conselheiros
Por último, parabéns para a Kátia de Paula, que voltou a ser integrante do CD. Como blogueira, ela pode levar a opinião da parte da torcida que hoje não é representada dentro do CD.
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Ser sócio do Avaí é um teste de fidelidade

Ontem resolvi novamente deixar meu carro lá. Qual não foi minha surpresa (e indignação) ao saber que novamente a diretoria decidiu reservar aquele estacionamento para conselheiros.
Agora algumas perguntas:
- O clube tem tanto conselheiro assim que precisa reservar o estacionamento inteiro? O estatuto do clube fala em no máximo 300 conselheiros. No estacionamento cabe pelo menos 500 automóveis.
- Será que não podem dividir o estacionamento em dois, um só para conselheiro e outro para sócios?

- Tinha muito carro neste estacionamento. Será que era tudo conselheiro ou sempre tem lugar para os amiginhos?
- Se era tudo conselheiro, por onde anda esse povo todo que quando tem reunião do conselho não aparece nem um terço?
- Qual a diferença entre ser sócio e não ser? Só a mensalidade. Lugar no estádio está sobrando e não existe estacionamento exclusivo para sócio, como tem para conselheiro.
Depois a diretoria fica chorando para a gente se associar e fica apelando e enviando e-mails para a gente ajudar o clube.
O teste de fidelidade continua. Campanha ruim, mensalidade cara, tratamento com o sócio horrível, nenhum diferencial para quem é sócio, dificuldade em pegar a revista do Avaí, fila para pegar a camisa do aniversário, etc.
Diretoria, cuidado: o estádio está bonito, o clube está na série A, mas o mais importante vocês não estão cuidando: a torcida. Um dia a gente vai embora e não volta mais.
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Quem faz o que? Quem manda em quem?
