Perder é ruim. Perder na Ressacada é muito ruim. Perder para o time do Estreito é péssimo. Perder de goleada é horrível.
Ou seja, não tem nada de bom no que aconteceu neste domingo.
E o que resta depois deste desastre?
Espero que a comissão técnica e os jogadores tenham noção do que aconteceu e o que significa esta derrota para a torcida avaiana.
Mas eles ainda podem fazer o torcedor avaiano esquecer deste domingo amargo.
Pois eles ainda têm chance para fazer o torcedor sorrir e terminar o ano muito mais feliz do que este pessoal que festejou a vitória de hoje como tivesse sido campeão.
Basta que joguem com vontade e conquistem no próximos 4 jogos, no mínimo, os mesmos resultados do turno: 3 vitórias (ASA, ABC e América-RN) e 1 empate (Ceará). Daí na última rodada o Leão vai estar com 63 pontos e talvez até um empate em casa, com o Boa já garanta o acesso para a série A 2014.
Assim, eles poderão junto com a torcida avaiana fazer a carreata e o buzinaço que realmente conta: a festa do acesso para a série A.
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domingo, 3 de novembro de 2013
sexta-feira, 14 de junho de 2013
Os inhos e o retorno de HM
Ricardinho já é passado. Hémerson Maria é o presente. Vamos torcer pelo seu sucesso. Mas antes, quero refletir sobre o que aconteceu.
Antes de mais nada, uma breve história: fui na padaria e perguntei ao dono, que é avaiano e havia ido ao jogo na terça: jogaram mal ou fizeram corpo mole? Ele respondeu, sem titubear: fizeram corpo mole para demitir o técnico.
Ricardinho não é um mau técnico, mas não conseguiu os resultados que precisava. Agora está na moda dizer que ele não conseguiu dar um padrão de jogo ao Avaí. A maioria que diz isso nem sabe definir o que é padrão de jogo. Falam porque ouviram ou leram em algum lugar e ficam repetindo como donos de uma verdade que não existe. O que faltou ao Ricardinho foi a primeira das qualidades do técnico: liderar o grupo. Ele não conseguiu se impor e não tinha as costas quentes.
Além disso, parece que não conseguiu colocar o M10 ao seu lado. E isto é um problema para qualquer técnico no Avaí. Ter um ídolo e craque que é torcedor do time é sempre bom, pois ele realmente veste a camisa. Porém, se ele for maior que o comandante, que foi o caso do Marquinhos em relação ao Ricardinho, é problema. Ficar pedindo a bênção para o galego não deve ser fácil para nenhum técnico. Quando no elenco existem jogadores que são mais fortes que o técnico, isto pode se tornar um grande problema.
M10 é craque, tem história, já fez muito para o clube, mas isso não o isenta de críticas e não lhe dá o direito de fazer corpo mole para tirar o técnico. E não foi a primeira vez que fez isso. Apesar do sobrenome, não é santo. Isto não significa que eu o quero longe do Avaí. Como já disse, é craque e o Avaí só melhora com ele. Mas ele precisa querer jogar. Tem que entender que apesar de ídolo, não é maior que o clube. Ele vai parar de jogar e o Avaí vai continuar.
O Avaí não pode ser refém dele e de mais alguns que se acham os maiorais dentro do time: Diego, Leandro Silva, Eduardo Costa, Marquinhos Santos e Cléber Santana. São bons jogadores e líderes do grupo. Eles também devem ser cobrados pelo desempenho da equipe. É quase meio time. Não dá para culpar somente o técnico e a diretoria. Se incluirmos Márcio Diogo, que também é bom jogador, vamos ver que mais da metade do time tem qualidade garantida. Então não é por falta de elenco. A cobrança que querem fazer da diretoria e do técnico, também deve ser feita aos jogadores, principalmente esta turma que citei, que ganham muito bem.
Agora vem o Hémerson Maria. É curiosa a reação de muita gente na blogosfera. Falam que ele nem devia ter saído, que foi uma injustiça, etc. Pesquisei na blogosfera como tinha sido a reação deste pessoal, em março de 2012, quando a diretoria anunciou que ele assumira o comando no lugar do Mauro Ovelha. Alguns cravaram que não ia dar certo:
"Se vai dar certo? A chance é tão pequena que eu duvido que alguém esteja realmente apostando nisso."
"O que quer dizer? Que o Avaí não tem dinheiro para contratar um técnico de verdade."
"Com todo o respeito a dupla apresentada mas, Hemerson Maria, desde que chegou ao Avaí para treinar o Sub-20 em 2011, se não me engano, nunca ganhou nada".
"... não sei se terão pulso para comandar a equipe profissional de garotos mimados..."
Toda a blogosfera desejou boa sorte ao técnico, mas só vi um acreditar de verdade que ia dar certo.
HM foi campeão e virou santo e super competente. Um pouco mais e já poderia treinar a seleção brasileira. Mas daí veio a série B e o encanto acabou. Mas como um título sempre amacia a torcida, a cada derrota, a culpa era da diretoria. Não era dos jogadores nem do técnico. Ainda assim, muita gente reclamava do jeito defensivo que HM armava o time quando jogava fora de casa. Quando a diretoria o demitiu, aí virou novamente santo e injustiçado. Interessante que ele comandou o time durante 25 jogos na série B e nunca conseguiu colocar o time no G4. Fosse outro técnico, a torcida já tinha pedido sua cabeça antes de acabar o turno.
Acredito que ele possa neste ano, ter um desempenho melhor que no ano passado. O elenco é melhor e o técnico está mais experiente. Como conta com o respeito do CS88 e imagino também do M10, poderá conseguir liderar o grupo. Tem a seu favor o título estadual do ano passado e o apoio do torcedor.
A situação poderá ser parecida com o ano passado, que com o mesmo elenco, que a torcida disse que podia mandar tudo embora depois da derrota para o Camboriú, conseguiu levar o time para a decisão e conquistar o título.
Vamos torcer para que HM entre de vez para história do Avaí como o técnico que subiu o Leão novamente para a série A.
Antes de mais nada, uma breve história: fui na padaria e perguntei ao dono, que é avaiano e havia ido ao jogo na terça: jogaram mal ou fizeram corpo mole? Ele respondeu, sem titubear: fizeram corpo mole para demitir o técnico.
Ricardinho não é um mau técnico, mas não conseguiu os resultados que precisava. Agora está na moda dizer que ele não conseguiu dar um padrão de jogo ao Avaí. A maioria que diz isso nem sabe definir o que é padrão de jogo. Falam porque ouviram ou leram em algum lugar e ficam repetindo como donos de uma verdade que não existe. O que faltou ao Ricardinho foi a primeira das qualidades do técnico: liderar o grupo. Ele não conseguiu se impor e não tinha as costas quentes.
Além disso, parece que não conseguiu colocar o M10 ao seu lado. E isto é um problema para qualquer técnico no Avaí. Ter um ídolo e craque que é torcedor do time é sempre bom, pois ele realmente veste a camisa. Porém, se ele for maior que o comandante, que foi o caso do Marquinhos em relação ao Ricardinho, é problema. Ficar pedindo a bênção para o galego não deve ser fácil para nenhum técnico. Quando no elenco existem jogadores que são mais fortes que o técnico, isto pode se tornar um grande problema.
M10 é craque, tem história, já fez muito para o clube, mas isso não o isenta de críticas e não lhe dá o direito de fazer corpo mole para tirar o técnico. E não foi a primeira vez que fez isso. Apesar do sobrenome, não é santo. Isto não significa que eu o quero longe do Avaí. Como já disse, é craque e o Avaí só melhora com ele. Mas ele precisa querer jogar. Tem que entender que apesar de ídolo, não é maior que o clube. Ele vai parar de jogar e o Avaí vai continuar.
O Avaí não pode ser refém dele e de mais alguns que se acham os maiorais dentro do time: Diego, Leandro Silva, Eduardo Costa, Marquinhos Santos e Cléber Santana. São bons jogadores e líderes do grupo. Eles também devem ser cobrados pelo desempenho da equipe. É quase meio time. Não dá para culpar somente o técnico e a diretoria. Se incluirmos Márcio Diogo, que também é bom jogador, vamos ver que mais da metade do time tem qualidade garantida. Então não é por falta de elenco. A cobrança que querem fazer da diretoria e do técnico, também deve ser feita aos jogadores, principalmente esta turma que citei, que ganham muito bem.
Agora vem o Hémerson Maria. É curiosa a reação de muita gente na blogosfera. Falam que ele nem devia ter saído, que foi uma injustiça, etc. Pesquisei na blogosfera como tinha sido a reação deste pessoal, em março de 2012, quando a diretoria anunciou que ele assumira o comando no lugar do Mauro Ovelha. Alguns cravaram que não ia dar certo:
"Se vai dar certo? A chance é tão pequena que eu duvido que alguém esteja realmente apostando nisso."
"O que quer dizer? Que o Avaí não tem dinheiro para contratar um técnico de verdade."
"Com todo o respeito a dupla apresentada mas, Hemerson Maria, desde que chegou ao Avaí para treinar o Sub-20 em 2011, se não me engano, nunca ganhou nada".
"... não sei se terão pulso para comandar a equipe profissional de garotos mimados..."
Toda a blogosfera desejou boa sorte ao técnico, mas só vi um acreditar de verdade que ia dar certo.
HM foi campeão e virou santo e super competente. Um pouco mais e já poderia treinar a seleção brasileira. Mas daí veio a série B e o encanto acabou. Mas como um título sempre amacia a torcida, a cada derrota, a culpa era da diretoria. Não era dos jogadores nem do técnico. Ainda assim, muita gente reclamava do jeito defensivo que HM armava o time quando jogava fora de casa. Quando a diretoria o demitiu, aí virou novamente santo e injustiçado. Interessante que ele comandou o time durante 25 jogos na série B e nunca conseguiu colocar o time no G4. Fosse outro técnico, a torcida já tinha pedido sua cabeça antes de acabar o turno.
Acredito que ele possa neste ano, ter um desempenho melhor que no ano passado. O elenco é melhor e o técnico está mais experiente. Como conta com o respeito do CS88 e imagino também do M10, poderá conseguir liderar o grupo. Tem a seu favor o título estadual do ano passado e o apoio do torcedor.
A situação poderá ser parecida com o ano passado, que com o mesmo elenco, que a torcida disse que podia mandar tudo embora depois da derrota para o Camboriú, conseguiu levar o time para a decisão e conquistar o título.
Vamos torcer para que HM entre de vez para história do Avaí como o técnico que subiu o Leão novamente para a série A.
sexta-feira, 24 de maio de 2013
Só faltam 38 partidas para o acesso
A correria está grande, mas enquanto a Beatriz está sossegada no colo da vó, vou escrever um pouco sobre o Avaí:
- Copa do Brasil
Acho que o time começou bem, mas se perdeu um pouco depois de levar o primeiro gol. Ainda assim, continuou levando mais perigo ao adversário do que o contrário. Mas quando levou o segundo gol, aí a casa desmoronou e nada mais deu certo. Avaliar o jogo pelos 20 minutos finais não é correto. O time não teve qualidade para reagir, mas o resultado foi um acaso. Infelizmente o Leão está fora, mas esta não era a competição principal do Avaí, que sejamos honestos, não tinha muito chance de chegar longe, principalmente pelos adversários seguintes. Bola pra frente, que ano que vem tem mais.
- M10 e C88
Quando naquela pelada de amigos você tem dois caras que sabe que jogam bem, se você puder não coloca os dois no teu time? Ou você acha que um pode atrapalhar o outro? Ninguém pode garantir o sucesso da dupla, mas é mais fácil ter esperança com os dois juntos do que com o Rodrigo Thiesen ajudando na armação da jogada (é só um exemplo, poderia ser o Marrone ou o Alê). Acho que vai este meio de campo, com M10, CS88 e EC pode marcar época e se tornar um dos melhores que já passaram pela Ressacada. Para isto eles vão ter que mostrar o que sabem jogar.
- Série B
Não conheço todos os times, mas pelo seu passado e estrutura e pelo desempenho nos estaduais, divido os clubes em três grupos, dos candidatos ao acesso, passando pelo bloco intermediário e chegando na turma que vai lutar para ficar.
Quem tem chance de subir: América-MG, Atlético-GO, Avaí, Ceará, Figueirense, Palmeiras e Sport.
Quem vai ficar no meio da tabela: ABC, América-RN, Bragantino, Chapecoense, Joinville, Payssandu, Paraná.
Quem vai lutar para ficar: ASA, Boa, Guaratinguetá, Icasa, Oeste e São Caetano.
É claro que para um chute deste tamanho, a chance de erro é grande, podendo alguém do grupo de cima parar lá embaixo e alguém cravado para a C aparecer entre os primeiros. Sem contar a turma do meio que pode balançar para qualquer lado.
- Palpites para a primeira rodada
Oeste 1x3 Avaí
São Caetano 1x1 Ceará
Boa 2x2 Chapecoense
Payssandu 2x0 ASA
Figueirense 1x0 América-RN
Joinville 2x0 Bragantino
Icasa 1x1 Sport
Palmeiras 2x0 Atlético-GO
ABC 2x0 Paraná
Guaratinguetá 2x2 América-MG
- Copa do Brasil
Acho que o time começou bem, mas se perdeu um pouco depois de levar o primeiro gol. Ainda assim, continuou levando mais perigo ao adversário do que o contrário. Mas quando levou o segundo gol, aí a casa desmoronou e nada mais deu certo. Avaliar o jogo pelos 20 minutos finais não é correto. O time não teve qualidade para reagir, mas o resultado foi um acaso. Infelizmente o Leão está fora, mas esta não era a competição principal do Avaí, que sejamos honestos, não tinha muito chance de chegar longe, principalmente pelos adversários seguintes. Bola pra frente, que ano que vem tem mais.
- M10 e C88
Quando naquela pelada de amigos você tem dois caras que sabe que jogam bem, se você puder não coloca os dois no teu time? Ou você acha que um pode atrapalhar o outro? Ninguém pode garantir o sucesso da dupla, mas é mais fácil ter esperança com os dois juntos do que com o Rodrigo Thiesen ajudando na armação da jogada (é só um exemplo, poderia ser o Marrone ou o Alê). Acho que vai este meio de campo, com M10, CS88 e EC pode marcar época e se tornar um dos melhores que já passaram pela Ressacada. Para isto eles vão ter que mostrar o que sabem jogar.
- Série B
Não conheço todos os times, mas pelo seu passado e estrutura e pelo desempenho nos estaduais, divido os clubes em três grupos, dos candidatos ao acesso, passando pelo bloco intermediário e chegando na turma que vai lutar para ficar.
Quem tem chance de subir: América-MG, Atlético-GO, Avaí, Ceará, Figueirense, Palmeiras e Sport.
Quem vai ficar no meio da tabela: ABC, América-RN, Bragantino, Chapecoense, Joinville, Payssandu, Paraná.
Quem vai lutar para ficar: ASA, Boa, Guaratinguetá, Icasa, Oeste e São Caetano.
É claro que para um chute deste tamanho, a chance de erro é grande, podendo alguém do grupo de cima parar lá embaixo e alguém cravado para a C aparecer entre os primeiros. Sem contar a turma do meio que pode balançar para qualquer lado.
- Palpites para a primeira rodada
Oeste 1x3 Avaí
São Caetano 1x1 Ceará
Boa 2x2 Chapecoense
Payssandu 2x0 ASA
Figueirense 1x0 América-RN
Joinville 2x0 Bragantino
Icasa 1x1 Sport
Palmeiras 2x0 Atlético-GO
ABC 2x0 Paraná
Guaratinguetá 2x2 América-MG
sexta-feira, 26 de abril de 2013
As credenciais, o bloqueio da carteira e o jogo
Fui na Ressacada para assistir ao jogo contra o Volta Redonda e vou resumir o roteiro da noite:
1 - As credenciais
Fui buscar um credencial para um amigo meu. Como não podia ir antes na Ressacada, tentei chegar mais cedo ao estádio, prevendo uma fila. Cheguei às 18:30 e a fila já estava próximo da rua. O sistema de entrega era relativamente rápido, mas a falta de educação de alguns jovens avaianos, querendo dar uma de espertinho e furando a fila é de tirar a gente do sério. Não quis dar um pito nos moleques porque, além de não ser do meu estilo, não queria sarna para me coçar. Mas que eles mereciam uma boa chamada de atenção, mereciam. Sobre a fila, minha única sugestão é usar o método das senhas, como já fazem na secretaria.
Sobre a entrega das credenciais, minha sugestão é que, além desta modalidade de entregar uma credencial, eles também liberassem o uso da carteira para duas entradas, diretamente na catraca, como já fizeram uma vez. Ou seja, se eu ir antes, pego uma credencial, e bloqueio a minha segunda entrada. Se não puder, eu vou na hora do jogo, com meu convidado e passo a carteira duas vezes.
2 - O bloqueio das carteiras
Tive minha carteira bloqueada, mas eles não souberam me explicar o motivo. Para não perder tempo na fila, aceitei deixar a carteira para esclarecer outro dia. Meu pagamento é pela conta de energia, que está em dia, pois é débito automático. Logo, não era por atraso. Li no blog do Alexandre Aguiar (clique aqui) os motivos apresentados pelo clube para retenção da carteira (atraso, chip, numeração, boletos, segunda via, carteira antiga e outros motivos desconhecidos).
No meu caso, a secretaria me informou, hoje, que o motivo era que a Celesc não estava repassando as informações de pagamento para o clube. Suponho então que entrei na categoria da falta de pagamento. Como já expliquei acima, estou em dia com o clube, mas não tenho culpa se o método que o próprio clube disponibilizou não está dando certo. Eles pediram para tirar uma cópia da fatura e mandar para eles para comprovar o pagamento. Fiz isto e mandei por e-mail. Felizmente, pude resolver isto já hoje, mas acredito que eu ia me aborrecer bastante se deixasse para resolver no domingo. Quero registrar que a pessoa da secretaria me atendeu com muita calma e educação, liberou a carteira, garantindo que eu posso assistir ao jogo no domingo, antes mesmo de eu enviar o comprovante. Espero que eu não me decepcione.
Minha sugestão em relação ao bloqueio de carteiras é o seguinte:
Para começar, o sistema precisaria ser programado para diferenciar o primeiro bloqueio da carteira. Não acho que seja difícil gerar um novo código para isso.
No caso de primeiro bloqueio, o sócio seria avisado que há algum problema com a carteira e que ele deve procurar a secretaria, por telefone, e-mail ou pessoalmente. Neste caso, ele não teria a carteira retida e poderia assistir ao jogo. Entretanto, seria avisado que só poderia assistir ao próximo jogo, se resolvesse sua situação, pois seu acesso só voltaria a ser liberado após resolver a pendência com a secretaria.
No meu caso, por exemplo, eu poderia resolver o problema sem precisar ir na Ressacada, pois a carteira continuaria comigo.
Para o clube, teria a vantagem de não precisar ficar guardando uma centena de carteiras, e gerando imensas filas na hora do jogo para resolver a situação e devolver a carteira.
3 - O Jogo
O Avaí jogou muito bem e manteve a calma mesmo levando o gol do empate e não tendo a torcida ajudando (pelo menos no setor A). Volto a dizer que a torcida só ajuda quando o time está vencendo. Aí não precisa da torcida. O time precisa do grito do torcedor justamente quando está numa situação difícil. Isto só acontece num único jogo, que é o clássico.
No jogo, a concordância quase geral é que nossa zaga dá nos nervos, apesar que em alguns lances, a falha começou no meio de campo, com erros de Eduardo Costa ou Alê.
Apesar disso, o time jogo bem, com destaque para Alê, que acertou quase tudo. Ygor também foi bem, principalmente no primeiro tempo, mostrando muita mobilidade e tentando criar situações de ataque. Se o CS10 não vier, talvez possa se tornar o companheiro do M10 para a série B.
Reis até fez o gol, mas ainda precisa melhorar para voltar a condição que se apresentou nos primeiros jogos. Roberson parece ser bom de bola, mas precisa encontrar seu espaço no campo.
Arlan esteve bem e Julinho mostrou que se quiser, pode ser titular absoluto. Marquinhos Santos não esteve tão bem, mas deu sua preciosa contribuição com a cobrança perfeita da falta. Acho engraçado que a torcida aplaude até erro de passe do galego. Ele é imune a falhas e provavelmente tem gente que vai ficar brabo pela minha insolência em falar um pouquinho mal do craque avaiano. Tô nem aí. Opinião é que nem... nariz, cada um tem a sua. Isto não significa que não ache ele importante para o time. Apenas estou dizendo que na partida de ontem (e em várias outras) ele não jogou o que sabe.
Tauã não entrou bem e parecia nervoso. Ricardinho é um motorzinho e só não é titular porque vai ser difícil tirar EC e Alê. Danilo entrou e guardou o seu, mas não vai ter chance no time titular.
Passada esta fase, agora é pensar de novo no estadual. A parada de domingo é difícil, mas o jogo de quarta deu esperança.
segunda-feira, 25 de março de 2013
Vitória na medida certa
É claro que a gente gostaria de ver uma goleada em cima do Moleque Travesso, mas isto ia ter um efeito colateral: esconder as muitas deficiências do time.
Se o time goleasse, o técnico Ricardinho não ia poder chamar a atenção dos zagueiros, que perderam todas as bolas no alto e não por serem baixos, mas por não saberem se colocar na área. Não sei se só o Leandro Silva é suficiente para consertar esta zaga.
Se o resultado fosse uma goleada, a gente ia pensar que o meio de campo estava ótimo. Agora, o técnico vai poder chamar o galego (que apesar de craque não jogou o que sabe), o Jéferson Maranhão (que estava bem), o Ricardinho (que lutou o tempo todo) e o Alê e falar que não pode dar este espaço todo para o adversário. Será que o Higor, que está vindo do Fluminense, pode ajudar a mudar isto?
Se o placar fosse elástico, o Ricardinho não ia poder falar para o Julinho jogar mais e fazer menos pose. Acho que este guri poderia jogar muito mais, mas acho que tá com a cabeça noutro lugar.
Se a rede tivesse balançado só a nosso favor e muitas vezes, o técnico não ia poder chamar o Arlan no canto e dizer para ele treinar cruzamento na área até anoitecer. Fôlego o rapaz tem, mas o pé é muito torto.
O futebol não foi bom, mas o resultado veio na medida certa: 3 pontos necessários, sem esconder os defeitos do time.
O técnico Ricardinho vai ter muito trabalho. Mas é pago pra isso.
Se o time goleasse, o técnico Ricardinho não ia poder chamar a atenção dos zagueiros, que perderam todas as bolas no alto e não por serem baixos, mas por não saberem se colocar na área. Não sei se só o Leandro Silva é suficiente para consertar esta zaga.
Se o resultado fosse uma goleada, a gente ia pensar que o meio de campo estava ótimo. Agora, o técnico vai poder chamar o galego (que apesar de craque não jogou o que sabe), o Jéferson Maranhão (que estava bem), o Ricardinho (que lutou o tempo todo) e o Alê e falar que não pode dar este espaço todo para o adversário. Será que o Higor, que está vindo do Fluminense, pode ajudar a mudar isto?
Se o placar fosse elástico, o Ricardinho não ia poder falar para o Julinho jogar mais e fazer menos pose. Acho que este guri poderia jogar muito mais, mas acho que tá com a cabeça noutro lugar.
Se a rede tivesse balançado só a nosso favor e muitas vezes, o técnico não ia poder chamar o Arlan no canto e dizer para ele treinar cruzamento na área até anoitecer. Fôlego o rapaz tem, mas o pé é muito torto.
O futebol não foi bom, mas o resultado veio na medida certa: 3 pontos necessários, sem esconder os defeitos do time.
O técnico Ricardinho vai ter muito trabalho. Mas é pago pra isso.
terça-feira, 19 de março de 2013
Léo Campos e Rodinei
O garoto sensação de Antonio Carlos foi dispensado pelo Guarani da Palhoça. É isto mesmo: dispensado. Pois é, depois da bobagem que a diretoria do Avaí fez em liberar o rapaz para o Grêmio, que por sua vez, emprestou o atleta para o Guarani, agora é a diretoria bugrina que fez a bobagem de dispensar o rapaz. Estes dirigentes não entendem nada de futebol. Deveriam consultar os "ispecialistas" da blogosfera avaiana antes de fazer uma bobagem dessa.
Como já falei em postagem anterior, não tenho nada contra o rapaz e desejo boa sorte na carreira dele. Espero que volte para o Grêmio e mostre que assim como o pessoal do Avaí, o pessoal da Palhoça também estava errado. Estou apenas usando seu exemplo para mostra a "sabedoria" de uma turma que pensa com o fígado.
Também li que o Rodinei, lateral formado na base que estava emprestado ao Corínthians foi reintegrado ao elenco avaiano. Quando ele saiu foi um deus nos acuda, um absurdo emprestar um lateral, já que os que estavam aqui não prestavam. Por que é sabido que jogador da base que sai do Avaí é craque. Aqui só fica os perebas. Isto segundo os 'ispecialistas'.
Quanto aos laterais que estavam aqui, até concordo que não são muito bons, mas daí a achar que o Rodinei vai ser a solução vai uma grande distância. É bem verdade que para fazer melhor que o Arlan ou o Aélsson não é preciso muito. Se acertar uns dois cruzamentos por jogo na cabeça do Roberson ou do Reis, já vira titular absoluto.
Vou torcer por ele e espero que a torcida, principalmente a formada pelos 'ispecialistas', apoiem o rapaz e tenham paciência com ele, não o vaiando logo no primeiro passe errado.
Mas não tenho tanta esperança (na paciência da torcida).
quinta-feira, 7 de março de 2013
Foi chuva de verão
Parecia que era uma coisa, mas foi outra. Com a mesma rapidez que caiu, parou e secou. Uma hora depois, ninguém mais se lembrou que choveu.
Dizem que depois da tempestade, vem a bonança.
Se já parou de chover, agora é esperar o sol brilhar.
O campeonato ainda não acabou, mas a esperança tá quase no fim.
Mas enquanto houver chances, haverá esperança.
Dizem que depois da tempestade, vem a bonança.
Se já parou de chover, agora é esperar o sol brilhar.
O campeonato ainda não acabou, mas a esperança tá quase no fim.
Mas enquanto houver chances, haverá esperança.
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
Léo Campos no Guarani?
Na manhã desta terça-feira, o Guarani de Palhoça oficializou mais um reforço para a sequência do estadual. Trata-se do lateral Léo Campos, que estava no Grêmio. (Fonte: Futebolsc.com)
Mas não é este jogador que os 'ispecialistas' da blogosfera avaiana disseram que era um craque, tinha uma carreira promissora, que a diretoria fez besteira ao deixar o garoto ir para o Grêmio, que lá ele já era destaque e estava fazendo sucesso, etc., etc.
Agora me explica como é que ele vem parar no Guarani da Palhoça? É para pegar experiência e depois voltar para ser titular na fase final da Libertadores? Mas será que ele não serve nem para jogar no time B do Grêmio no Campeonato Gaúcho?
Não conheço o rapaz, que pode até ser bom jogador e arrebentar no Guarani e voltar com tudo para o Olímpico. Desejo sorte para sua carreira.
O que eu não entendo é o fuzuê que às vezes fazem. Se o rapaz estivesse até hoje treinando no Avaí, iam dizer que a diretoria estava gastando dinheiro com que não vai dar nada. Era capaz de sugerirem para o rapaz estudar, ao invés de ser jogador, como já fizeram com outros atletas da base.
Mas é assim mesmo. Se fica aqui, eles dizem que é ruim e estão gastando dinheiro. Se é dispensado, vira craque e é burrada da diretoria.
Ainda bem que estes 'ispecialistas' não comandam o Avaí. Ia ser pior do que já está.
Mas não é este jogador que os 'ispecialistas' da blogosfera avaiana disseram que era um craque, tinha uma carreira promissora, que a diretoria fez besteira ao deixar o garoto ir para o Grêmio, que lá ele já era destaque e estava fazendo sucesso, etc., etc.
Agora me explica como é que ele vem parar no Guarani da Palhoça? É para pegar experiência e depois voltar para ser titular na fase final da Libertadores? Mas será que ele não serve nem para jogar no time B do Grêmio no Campeonato Gaúcho?
Não conheço o rapaz, que pode até ser bom jogador e arrebentar no Guarani e voltar com tudo para o Olímpico. Desejo sorte para sua carreira.
O que eu não entendo é o fuzuê que às vezes fazem. Se o rapaz estivesse até hoje treinando no Avaí, iam dizer que a diretoria estava gastando dinheiro com que não vai dar nada. Era capaz de sugerirem para o rapaz estudar, ao invés de ser jogador, como já fizeram com outros atletas da base.
Mas é assim mesmo. Se fica aqui, eles dizem que é ruim e estão gastando dinheiro. Se é dispensado, vira craque e é burrada da diretoria.
Ainda bem que estes 'ispecialistas' não comandam o Avaí. Ia ser pior do que já está.
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
O que eu vi na Ressacada
Foi ao jogo no sábado e vi o seguinte:
- Aleks - apesar de já ter atuado no time principal, parecia um pouco nervoso e passou um pouco de insegurança. Ainda assim, acho cedo para querer trazer outro goleiro. Se tem um campeonato para ele ser testado e aproveitado é o estadual. Na série B é que não dá para fazer isto. Se não der chance para ele agora, quando é que vai dar?
- Arlan - o mais do mesmo. Correria e muita disposição. Não se esconde do jogo. O problema é que seus cruzamentos continuam os mesmos - horrorosos.
- Aélson - outro que não mudou. Não marca e não ataca bem. Julinho, volta logo pra lateral, que no meio tu não vai ter chance.
- Paulinho - entrou mais preocupado em marcar do que atacar. Não teve tempo para mostrar nada.
- Alex Lima - ótima surpresa. Acho que ganhou todas por cima, enquanto esteve em campo. Seguro, mostrou bom toque de bola. Dá para ter esperança.
- Cleyton - não comprometeu, mas precisa evoluir.
- Pablo - entrou e achei que ia ser expulso logo que levou o cartão amarelo. Teve trabalho para conter o ataque adversário. Não parece muito seguro, mas posso estar enganado.
- Ricardinho - gostei de sua movimentação e disposição. Cometeu alguns erros, mas parece que vai ser útil ao time.
- Alê - começou mal, mas foi melhorando no decorrer da partida. Vai ser um bom reserva do Eduardo Costa.
- Nádson - muito ciscador e pouco produtivo, mas pode ter futuro no ataque do Avaí.
- Marquinhos - o futebol de sempre, cadenciado e com qualidade. Mas tem que melhorar.
- Rodriguinho - mostrou qualidade e vontade. Deve ser titular.
- Danilo - o cabelo estilo pica-pau não ajudou o rapaz, que até se movimentou, mas é parecido com os atacantes do ano passado.
- Felipe Alves - o mesmo de sempre, só que desta vez, sem a sorte de alguns jogos do ano passado.
- Sérgio Soares - o time estava organizado e variou as jogadas, mas é claro, precisa ainda de entrosamento.
- Torcida - não respondeu às contratações da diretoria, mas ainda sim, esteve em número razoável.
- Aleks - apesar de já ter atuado no time principal, parecia um pouco nervoso e passou um pouco de insegurança. Ainda assim, acho cedo para querer trazer outro goleiro. Se tem um campeonato para ele ser testado e aproveitado é o estadual. Na série B é que não dá para fazer isto. Se não der chance para ele agora, quando é que vai dar?
- Arlan - o mais do mesmo. Correria e muita disposição. Não se esconde do jogo. O problema é que seus cruzamentos continuam os mesmos - horrorosos.
- Aélson - outro que não mudou. Não marca e não ataca bem. Julinho, volta logo pra lateral, que no meio tu não vai ter chance.
- Paulinho - entrou mais preocupado em marcar do que atacar. Não teve tempo para mostrar nada.
- Alex Lima - ótima surpresa. Acho que ganhou todas por cima, enquanto esteve em campo. Seguro, mostrou bom toque de bola. Dá para ter esperança.
- Cleyton - não comprometeu, mas precisa evoluir.
- Pablo - entrou e achei que ia ser expulso logo que levou o cartão amarelo. Teve trabalho para conter o ataque adversário. Não parece muito seguro, mas posso estar enganado.
- Ricardinho - gostei de sua movimentação e disposição. Cometeu alguns erros, mas parece que vai ser útil ao time.
- Alê - começou mal, mas foi melhorando no decorrer da partida. Vai ser um bom reserva do Eduardo Costa.
- Nádson - muito ciscador e pouco produtivo, mas pode ter futuro no ataque do Avaí.
- Marquinhos - o futebol de sempre, cadenciado e com qualidade. Mas tem que melhorar.
- Rodriguinho - mostrou qualidade e vontade. Deve ser titular.
- Danilo - o cabelo estilo pica-pau não ajudou o rapaz, que até se movimentou, mas é parecido com os atacantes do ano passado.
- Felipe Alves - o mesmo de sempre, só que desta vez, sem a sorte de alguns jogos do ano passado.
- Sérgio Soares - o time estava organizado e variou as jogadas, mas é claro, precisa ainda de entrosamento.
- Torcida - não respondeu às contratações da diretoria, mas ainda sim, esteve em número razoável.
terça-feira, 18 de setembro de 2012
O que dizer agora?
Não costumo criticar a diretoria por antecipação, baseado em boatos que depois não se confirmam. Prefiro aguardos os fatos aconteceram e depois dar minha opinião. Nem tudo está resolvido nesta negociação do Cléber Santana e do Renato Santos, mas já é possível escrever alguma coisa sobre isto tudo.
Independente do acerto ou não do negócio, a diretoria já mostrou que não está pensando no acesso. A diretoria pode até não dizer que desistiu do campeonato, mas pelo menos poderia ser mais transparente. Em 2007, quando a parceria com a LA Sports foi fechada, o próprio Luiz Alberto declarou que naquele ano o objetivo do time era não cair e que somente no ano seguinte é que o time disputaria o acesso com chances. Apesar do berreiro geral, foi o que aconteceu. O ano de 2007 foi de sofrimento e o de 2008 de alegria.
Se o acesso para a série A já estava difícil, deverá ficar ainda mais complicado com a saída do Cléber Santana. Não que ele seja um super craque, até porque nas últimas partidas não tem feito a diferença, mas está num nível bem acima dos demais atletas do elenco avaiano.
O problema não está tanto na saída dele, mas na opção da diretoria em liberar um jogador, que é indicado por todos, não só avaianos, como um jogador de qualidade, que torcedores de vários times, da A e da B, gostariam de tê-lo em seu clube.
Ainda temos chances de subir, mas a esperança está cada vez menor. É impossível vencer as partidas que faltam e conseguir o acesso sem o CS10? Não, mas se com ele já estava difícil, ficar contando com a criatividade de Camilo e Nenê Bonilha para fazer os gols que não vem acontecendo, é quase acreditar em Papai Noel.
É claro que a culpa maior desta lambança é da diretoria, mas o atleta também tem parte em tudo isto. Ele tem todo o direito de mudar de clube, mas estará indo contra a sua palavra, que disse que ficaria no clube até o final do ano. Não adianta querer protegê-lo ou santificá-lo. O futebol apresentado em campo não o imuniza de receber críticas. Falou que ia ficar e não vai. Tem seus motivos para sair? Tudo bem. Chame a imprensa, explique sua situação e aproveite para se despedir da torcida que tanto gosta dele.
Em relação ao Renato Santos, apesar de bom zagueiro, já estava se achando o Baresi. Ele está querendo receber o troféu Belfort Duarte? Podemos até sentir sua falta, mas não é uma reposição tão difícil de se fazer. É claro que contar com o Marcelinho Paulista para isto é pedir demais.
Por último, mesmo que a negociação não aconteça, o clima de desânimo e revolta da torcida já estará estabelecido. A diretoria, que não é bem vista por boa parte da torcida, deu mais motivos para os protestos.
Depois desta, a gente pensa se vale a pena continuar sócio de um clube que não dá bola para o torcedor.
Independente do acerto ou não do negócio, a diretoria já mostrou que não está pensando no acesso. A diretoria pode até não dizer que desistiu do campeonato, mas pelo menos poderia ser mais transparente. Em 2007, quando a parceria com a LA Sports foi fechada, o próprio Luiz Alberto declarou que naquele ano o objetivo do time era não cair e que somente no ano seguinte é que o time disputaria o acesso com chances. Apesar do berreiro geral, foi o que aconteceu. O ano de 2007 foi de sofrimento e o de 2008 de alegria.
Se o acesso para a série A já estava difícil, deverá ficar ainda mais complicado com a saída do Cléber Santana. Não que ele seja um super craque, até porque nas últimas partidas não tem feito a diferença, mas está num nível bem acima dos demais atletas do elenco avaiano.
O problema não está tanto na saída dele, mas na opção da diretoria em liberar um jogador, que é indicado por todos, não só avaianos, como um jogador de qualidade, que torcedores de vários times, da A e da B, gostariam de tê-lo em seu clube.
Ainda temos chances de subir, mas a esperança está cada vez menor. É impossível vencer as partidas que faltam e conseguir o acesso sem o CS10? Não, mas se com ele já estava difícil, ficar contando com a criatividade de Camilo e Nenê Bonilha para fazer os gols que não vem acontecendo, é quase acreditar em Papai Noel.
É claro que a culpa maior desta lambança é da diretoria, mas o atleta também tem parte em tudo isto. Ele tem todo o direito de mudar de clube, mas estará indo contra a sua palavra, que disse que ficaria no clube até o final do ano. Não adianta querer protegê-lo ou santificá-lo. O futebol apresentado em campo não o imuniza de receber críticas. Falou que ia ficar e não vai. Tem seus motivos para sair? Tudo bem. Chame a imprensa, explique sua situação e aproveite para se despedir da torcida que tanto gosta dele.
Em relação ao Renato Santos, apesar de bom zagueiro, já estava se achando o Baresi. Ele está querendo receber o troféu Belfort Duarte? Podemos até sentir sua falta, mas não é uma reposição tão difícil de se fazer. É claro que contar com o Marcelinho Paulista para isto é pedir demais.
Por último, mesmo que a negociação não aconteça, o clima de desânimo e revolta da torcida já estará estabelecido. A diretoria, que não é bem vista por boa parte da torcida, deu mais motivos para os protestos.
Depois desta, a gente pensa se vale a pena continuar sócio de um clube que não dá bola para o torcedor.
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
Chegadas, Retornos, Paradas e Saídas
Nesta semana, tivemos uma movimentação no elenco avaiano:
Chegando - Ricardo Jesus - nunca vi jogar, mas concorrendo com Capixaba, Laércio, Felipe Alves e Diogo Acosta, não vai ser difícil ser titular. Fez 19 gols pela Ponte Preta na série B do ano passado (o ataque do Avaí fez 23 gols no primeiro turno deste ano). Jogou pouco pela Portuguesa neste ano, mas fez 3 gols na série A, 2 na Copa do Brasil e 3 no Paulista. Vi alguns lances no YouTube e não me encheu os olhos. Pode ser até bom, porque tem muita enganação por aí. É esperar para ver.
Retornando - Mika, Jeferson Maranhão e Evando estão saindo do DM. Espero que Mika volte para o meio de campo, pois tem mais qualidade no toque de bola do que Bruno, Thiessen e Orlando juntos. Jeferson Maranhão tem velocidade, mas não vingou, apesar que não é mau jogador. Pode ser uma aposta para um jogo de contra-ataque. Evando está com o prazo vencido. Espero que não renovem seu contrato que termina no mês que vem.
Parando - Leandro Silva se contundiu e pode ficar afastado por um bom tempo. É bom zagueiro e vinha fazendo uma boa dupla com Renato Santos. Entretanto, nosso capitão andou falhando em alguns jogos e jogando mau em outros. Não estava numa boa fase. Vamos torcer para que Jaílton possa substituí-lo a altura, pois não podemos contar com os gêmeos modelos de passarela. Se não der certo, tem que contratar um zagueiro bom, mas está difícil de esperar agilidade do MPaulista.
Saindo - Diego Palhinha está indo para o CRB e não vai deixar saudades. Parte da torcida gostava e incentivava o craque redondinho por um único motivo: se ele entrasse, o Robinho ia para o banco. Acho que o perseguido que está no Coritiba joga muito mais que o ex-craque do Icasa. Como já escrevi, nunca vi a torcida xingar o HM como xingava o Ovelha por deixar o Diego Palhinha no banco. Ah, bem que o Avaí poderia mandar o Marcinho Guerreiro como bônus para o CRB.
Última: que fase do Tombense! Fico até sem jeito de rir de tanta desgraça acontecendo no Remendão.
Chegando - Ricardo Jesus - nunca vi jogar, mas concorrendo com Capixaba, Laércio, Felipe Alves e Diogo Acosta, não vai ser difícil ser titular. Fez 19 gols pela Ponte Preta na série B do ano passado (o ataque do Avaí fez 23 gols no primeiro turno deste ano). Jogou pouco pela Portuguesa neste ano, mas fez 3 gols na série A, 2 na Copa do Brasil e 3 no Paulista. Vi alguns lances no YouTube e não me encheu os olhos. Pode ser até bom, porque tem muita enganação por aí. É esperar para ver.
Retornando - Mika, Jeferson Maranhão e Evando estão saindo do DM. Espero que Mika volte para o meio de campo, pois tem mais qualidade no toque de bola do que Bruno, Thiessen e Orlando juntos. Jeferson Maranhão tem velocidade, mas não vingou, apesar que não é mau jogador. Pode ser uma aposta para um jogo de contra-ataque. Evando está com o prazo vencido. Espero que não renovem seu contrato que termina no mês que vem.
Parando - Leandro Silva se contundiu e pode ficar afastado por um bom tempo. É bom zagueiro e vinha fazendo uma boa dupla com Renato Santos. Entretanto, nosso capitão andou falhando em alguns jogos e jogando mau em outros. Não estava numa boa fase. Vamos torcer para que Jaílton possa substituí-lo a altura, pois não podemos contar com os gêmeos modelos de passarela. Se não der certo, tem que contratar um zagueiro bom, mas está difícil de esperar agilidade do MPaulista.
Saindo - Diego Palhinha está indo para o CRB e não vai deixar saudades. Parte da torcida gostava e incentivava o craque redondinho por um único motivo: se ele entrasse, o Robinho ia para o banco. Acho que o perseguido que está no Coritiba joga muito mais que o ex-craque do Icasa. Como já escrevi, nunca vi a torcida xingar o HM como xingava o Ovelha por deixar o Diego Palhinha no banco. Ah, bem que o Avaí poderia mandar o Marcinho Guerreiro como bônus para o CRB.
Última: que fase do Tombense! Fico até sem jeito de rir de tanta desgraça acontecendo no Remendão.
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
Não vi, mas vou falar
Devido a compromissos no mesmo horário, não assisti ao jogo de ontem à noite. Não vou fazer meu comentário baseado nos comentários da blogosfera, que é sempre 8 ou 80, taxando os atletas, ora de peladeiros, ora de craques. Muito menos pela imprensa, que nem escutei.
Vou apenas dizer que levar um gol aos 30 e outro aos 40 do segundo tempo, indica que a coisa não foi tão feia assim. Perder para o time do carvão lá no sul não é nenhum desastre, apesar de achar que o Leão tinha time para arrancar pelo menos o empate.
Os problemas do time já são mais do que conhecidos, principalmente quando enfrenta uma equipe mais qualificada. Arlan tem que aprender a cruzar ou dar lugar para Diniz, Julinho tem que continuar a atacar, porém sem fazer firulas (porque não dá de aguentar o Pirão), Thiessen e Diogo Orlando (os dois erram muitos passes) tem que tirar no par ou ímpar para ver quem sai para o lugar de Camilo (se joga o que falam), Jaílton (se é que está jogando) ou Bonilha. E se Ricardo de Jesus vier, tem que vestir a camisa do Laércio. Diego, Renato, Leandro e Cléber não têm substitutos. Bruno é titular pois os outros volantes não são tão marcadores como ele e Acosta está tranquilo, pois Laércio e Capixaba não fazem sombra. Felipe Alves é o único que pode ameaçar sua posição, mas parece que só joga bem no segundo tempo.
O segundo turno é um campeonato bem diferente do primeiro, com times perdendo fôlego e outros perdendo interesse, o que possibilita fazer até mais pontos. Por outro lado, alguns vem se reforçando para buscar o acesso, e também pontuando mais que no primeiro turno.
Com o time de ontem é difícil de acreditar no acesso, apesar dos milagres de HM. Talvez com mais duas ou três peças de melhor qualidade (que talvez até já estejam no elenco ou para chegar), o time se transforme e a gente comece a sonhar com a série A em 2013.
Pra finalizar, que coisa feia esta história do rojão. Independente das pedras da "pacífica e ordeira" torcida carvoeira, só um imbecil e mau intencionado para andar com um rojão no bolso.
Vou apenas dizer que levar um gol aos 30 e outro aos 40 do segundo tempo, indica que a coisa não foi tão feia assim. Perder para o time do carvão lá no sul não é nenhum desastre, apesar de achar que o Leão tinha time para arrancar pelo menos o empate.
Os problemas do time já são mais do que conhecidos, principalmente quando enfrenta uma equipe mais qualificada. Arlan tem que aprender a cruzar ou dar lugar para Diniz, Julinho tem que continuar a atacar, porém sem fazer firulas (porque não dá de aguentar o Pirão), Thiessen e Diogo Orlando (os dois erram muitos passes) tem que tirar no par ou ímpar para ver quem sai para o lugar de Camilo (se joga o que falam), Jaílton (se é que está jogando) ou Bonilha. E se Ricardo de Jesus vier, tem que vestir a camisa do Laércio. Diego, Renato, Leandro e Cléber não têm substitutos. Bruno é titular pois os outros volantes não são tão marcadores como ele e Acosta está tranquilo, pois Laércio e Capixaba não fazem sombra. Felipe Alves é o único que pode ameaçar sua posição, mas parece que só joga bem no segundo tempo.
O segundo turno é um campeonato bem diferente do primeiro, com times perdendo fôlego e outros perdendo interesse, o que possibilita fazer até mais pontos. Por outro lado, alguns vem se reforçando para buscar o acesso, e também pontuando mais que no primeiro turno.
Com o time de ontem é difícil de acreditar no acesso, apesar dos milagres de HM. Talvez com mais duas ou três peças de melhor qualidade (que talvez até já estejam no elenco ou para chegar), o time se transforme e a gente comece a sonhar com a série A em 2013.
Pra finalizar, que coisa feia esta história do rojão. Independente das pedras da "pacífica e ordeira" torcida carvoeira, só um imbecil e mau intencionado para andar com um rojão no bolso.
terça-feira, 15 de maio de 2012
Estava indo tão bem
A semana era para ser de alegria e calmaria, com um ótimo clima para a estréia na série B. Afinal, o time foi campeão no último domingo, jogando contra o maior rival no campo dos caras, depois de ser dado como acabado no campeonato.
Mas parece que no Avaí não é simples assim.
O presidente anunciou a demissão do gerente de futebol, Carlos Arini e a contratação de Marcelinho Paulista, vindo do Corínthians, em função de um parceria com o time de São Paulo. Os jogadores não gostaram e invadiram, pacificamente é bom dizer, para mostrar sua insatisfação e para pedir para o presidente reconsiderar a demissão de Arini.
O que dá para falar sobre isto tudo? Muita coisa.
O Carlos Arini não era bem visto pela torcida e muita gente queria que ele tivesse ido embora junto com o Ovelha. Montou o time que foi campeão catarinense e tem seus méritos na conquista, apesar de muitos não reconhecerem. A prova de sua importância está justamente no apoio que recebeu dos atletas. A partir deste gesto dos jogadores, dá para imaginar que se o Arini tivesse saído após o jogo contra o Camboriú (como muitos queriam), o Avaí não teria nem se classificado para as semifinais. Entretanto, não tem muita lógica lamentar sua saída agora, pois muitos queriam vê-lo longe da Ressacada. O problema está na reação dos atletas. Apesar da gente reclamar que o Zunino complicou uma semana que era para ser de paz, não tinha outro momento para mandar o cara embora, porque depois de começar a série B é que ficaria complicado.
O que é de se estranhar é o grupo não ter sido comunicado da demissão antes do anúncio para imprensa, tanto da saída do Arini como da chegada do Marcelinho Paulista. Se isto tivesse sido feito, esta mal estar não teria ocorrido e a roupa suja seria lavada dentro de casa, longe dos ávidos microfones dos urubús de plantão, que já estavam imaginando uma semana de tristeza (para eles).
Por outro lado, o jogador é funcionário do clube e não tem nada que ficar dando pitaco na estrutura administrativa. Já vimos que os jogadores quando querem, derrubam treinador, mas manter emprego de alguém, é a primeira vez que vejo tentarem. Entretanto, eles têm que entender que existe uma hierarquia e não podem querer escolher quem vai ser o gerente de futebol do clube. Isto realmente pode conturbar o ambiente da Ressacada que Hémerson Maria custou tanto para acalmar.
Em relação a chegada do Marcelinho Paulista, não sei o que falar. Primeiro me confundi com o outro Marcelinho (o Carioca) e daí pensei: agora vai tudo para o buraco. Depois que vi que não era aquele encrenqueiro, até me acalmei. Mas também pouco sei sobre ele. É certo que será um testa de ferro da parceria.
A parceria é outra incógnita. Por um lado, não me agrada, principalmente por se tratar do Corínthians, um time que eu realmente não gosto. Acho que o Avaí pode virar estaleiro de jogadores não aproveitados em São Paulo, apesar que isto também acontecia na época da LA Sports. Por outro lado, o time paulista é atualmente um dos clubes mais ricos do Brasil e vai receber neste ano, apenas pela cota da TV, R$ 90 milhões. É muito dinheiro. Com toda esta grana é provável que eles venham a contratar vários jogadores que não sejam aproveitados no Parque São Jorge e vão querer colocar em algum time. O perigo é vir junto com alguns bons, muitos ruins.
Infelizmente, a lua de fel do Zunino com a torcida irá continuar e só a subida para a série poderá amenizar (mas não eliminar) esta amargura da torcida avaiana.
Vamos ver o que dar isso tudo. No jogo de sábado a gente vai ter uma ideia. Será que Hémerson Maria vai continuar mantendo o grupo unido e a favor do Avaí?
Mas parece que no Avaí não é simples assim.
O presidente anunciou a demissão do gerente de futebol, Carlos Arini e a contratação de Marcelinho Paulista, vindo do Corínthians, em função de um parceria com o time de São Paulo. Os jogadores não gostaram e invadiram, pacificamente é bom dizer, para mostrar sua insatisfação e para pedir para o presidente reconsiderar a demissão de Arini.
O que dá para falar sobre isto tudo? Muita coisa.
O Carlos Arini não era bem visto pela torcida e muita gente queria que ele tivesse ido embora junto com o Ovelha. Montou o time que foi campeão catarinense e tem seus méritos na conquista, apesar de muitos não reconhecerem. A prova de sua importância está justamente no apoio que recebeu dos atletas. A partir deste gesto dos jogadores, dá para imaginar que se o Arini tivesse saído após o jogo contra o Camboriú (como muitos queriam), o Avaí não teria nem se classificado para as semifinais. Entretanto, não tem muita lógica lamentar sua saída agora, pois muitos queriam vê-lo longe da Ressacada. O problema está na reação dos atletas. Apesar da gente reclamar que o Zunino complicou uma semana que era para ser de paz, não tinha outro momento para mandar o cara embora, porque depois de começar a série B é que ficaria complicado.
O que é de se estranhar é o grupo não ter sido comunicado da demissão antes do anúncio para imprensa, tanto da saída do Arini como da chegada do Marcelinho Paulista. Se isto tivesse sido feito, esta mal estar não teria ocorrido e a roupa suja seria lavada dentro de casa, longe dos ávidos microfones dos urubús de plantão, que já estavam imaginando uma semana de tristeza (para eles).
Por outro lado, o jogador é funcionário do clube e não tem nada que ficar dando pitaco na estrutura administrativa. Já vimos que os jogadores quando querem, derrubam treinador, mas manter emprego de alguém, é a primeira vez que vejo tentarem. Entretanto, eles têm que entender que existe uma hierarquia e não podem querer escolher quem vai ser o gerente de futebol do clube. Isto realmente pode conturbar o ambiente da Ressacada que Hémerson Maria custou tanto para acalmar.
Em relação a chegada do Marcelinho Paulista, não sei o que falar. Primeiro me confundi com o outro Marcelinho (o Carioca) e daí pensei: agora vai tudo para o buraco. Depois que vi que não era aquele encrenqueiro, até me acalmei. Mas também pouco sei sobre ele. É certo que será um testa de ferro da parceria.
A parceria é outra incógnita. Por um lado, não me agrada, principalmente por se tratar do Corínthians, um time que eu realmente não gosto. Acho que o Avaí pode virar estaleiro de jogadores não aproveitados em São Paulo, apesar que isto também acontecia na época da LA Sports. Por outro lado, o time paulista é atualmente um dos clubes mais ricos do Brasil e vai receber neste ano, apenas pela cota da TV, R$ 90 milhões. É muito dinheiro. Com toda esta grana é provável que eles venham a contratar vários jogadores que não sejam aproveitados no Parque São Jorge e vão querer colocar em algum time. O perigo é vir junto com alguns bons, muitos ruins.
Infelizmente, a lua de fel do Zunino com a torcida irá continuar e só a subida para a série poderá amenizar (mas não eliminar) esta amargura da torcida avaiana.
Vamos ver o que dar isso tudo. No jogo de sábado a gente vai ter uma ideia. Será que Hémerson Maria vai continuar mantendo o grupo unido e a favor do Avaí?
Heróis hoje, malditos ontem.
Você sabia que dos 16 jogadores que participaram dos
jogos da decisão do campeonato, 9 jogaram a partida de estréia (derrota de 1x0 para os índios)? (Arlan, Leandro Silva, Renato
Santos, Bruno, Robinho, Pirão, Cássio, Láercio e Capixaba).
Daqueles que não jogaram, Mika e Diogo Orlando ficaram no banco e Felipe Alves não foi relacionado.
Durante o campeonato foram contratados Nunes (estreou na 6a rodada, contra o Marcílio), Cléber Santana (7a rodada, no clássico da Ressacada), Patrick (8a rodada, contra o Joinville) e Diego (4a rodada do returno, contra o Brusque).
Ou seja, a maioria começou o ano no Avaí. Que elenco mal montado!
E quem participou do vexame de Camboriú?
Daquele time de R$ 1,99 que ninguém prestava, somente um titular (Cléverson) não jogou as finais. O resto do time era igual: Diego; Renato Santos, Leandro Silva e Cássio (Saldanha); Arlan, Bruno (Neilson), Cléber Santana, Robinho e Pirão; Nunes e Cleverson (Laércio).
Nada menos que 11 atletas daquele grupo que tinha que ser mandado tudo embora jogaram as finais (Diego, Renato Santos, Leandro Silva, Cássio, Arlan, Bruno, Cléber Santana, Robinho, Pirão, Nunes e Laércio). Mika e Aélson ficaram no banco naquela partida e Saldanha e Neílson, que não jogaram as finais, também participaram daquele fiasco.
Já pensou se tivesse mandado uma barca embora como alguns queriam (e sempre querem)?
O tempo mostrou que nem tudo é tão ruim como parece e nem tão bom como se pensa.
Daqueles que não jogaram, Mika e Diogo Orlando ficaram no banco e Felipe Alves não foi relacionado.
Durante o campeonato foram contratados Nunes (estreou na 6a rodada, contra o Marcílio), Cléber Santana (7a rodada, no clássico da Ressacada), Patrick (8a rodada, contra o Joinville) e Diego (4a rodada do returno, contra o Brusque).
Ou seja, a maioria começou o ano no Avaí. Que elenco mal montado!
E quem participou do vexame de Camboriú?
Daquele time de R$ 1,99 que ninguém prestava, somente um titular (Cléverson) não jogou as finais. O resto do time era igual: Diego; Renato Santos, Leandro Silva e Cássio (Saldanha); Arlan, Bruno (Neilson), Cléber Santana, Robinho e Pirão; Nunes e Cleverson (Laércio).
Nada menos que 11 atletas daquele grupo que tinha que ser mandado tudo embora jogaram as finais (Diego, Renato Santos, Leandro Silva, Cássio, Arlan, Bruno, Cléber Santana, Robinho, Pirão, Nunes e Laércio). Mika e Aélson ficaram no banco naquela partida e Saldanha e Neílson, que não jogaram as finais, também participaram daquele fiasco.
Já pensou se tivesse mandado uma barca embora como alguns queriam (e sempre querem)?
O tempo mostrou que nem tudo é tão ruim como parece e nem tão bom como se pensa.
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Classificado
Numa partida muito segura e sem muitos riscos, o Avaí goleou o time de Blumenau e garantiu a classificação para as semifinais, como segundo colocado no índice técnico. Se não fossem as derrotas para este mesmo time de Blumenau no turno e a bizarra derrota para o caçula do campeonato, o Leão poderia ser o primeiro colocado no índice geral e até ter brigado pela conquista do returno. É verdade que com isso, talvez o Ovelha não caísse.
Mas o que interessa é que o Leão chegou e agora só depende dele para ir mais longe.
Em relação ao jogo:
Diego - seguro quando foi exigido.
Cássio - não foi mal, mas acho que a defesa fica mais segura com Renato Santos
Leandro Silva - seguro como sempre, mas fez algumas bobagens na partida.
Arlan - além do gol (que eu achei que ia perder), foi algumas vezes ao ataque. Mas cruzar na cabeça do Nunes, que é bom, nada.
Aélson - muito guerreiro, levou um amarelo por causa da falha do Pirão. Fez a jogada do terceiro gol e esteve bem na partida, mas assim Arlan, não consegue cruzar uma bola certa.
Pirão - falhou várias vezes, errando passe e bolas e marcando errado. Se fez alguma coisa certa, eu não vi.
Diogo Orlando - discreto, fez partida de sempre. Como o resultado foi bom, tem gente que dessa vez jogou bem. Jogou, na verdade, do mesmo jeito que as outras partidas. Na média.
Robinho - estava meio sumido até que deu um belo passe para o Felipe Alves fazer o primeiro gol. Fez o segundo, mostrando calma e frieza na conclusão. Poderia ter feito o terceiro, mas não concluiu a tempo (mas daí era pedir demais). Caiu de produção no segundo tempo e foi substituido.
Cléber Santana - joga em outro ritmo, diferente do time. Com ele, o time tem mais qualidade e troca mais os passes. Todo mundo procura ele para passar a bola. Mas de concreto, só participou da jogada do quarto gol.
Felipe Alves - fez o primeiro e o terceiro (um golaço), mas se empolga fácil e começa pensar que é craque. Deve ter levado um puxão de orelha do HM pela entregada que deu no segundo tempo, um pouco antes de sair. Pra sua sorte, não saiu gol nesse lance.
Nunes - não fez gol, de novo, mas dessa vez deu um passe açucarado para o Robinho. Deve ficar desesperado vendo os cruzamentos passarem a uns 5 metros de altura. Só com escada para alcançar a bola.
Diego Palhinha - entrou e se movimentou bem. Fez o gol nos acréscimos. Ainda não justificou a titulariedade.
Laércio - entrou e fez umas firulas que o pessoal de Blumenau não gostou e por isso que aconteceu aquela confusão no segundo tempo, que os míopes da TV acharam que era por causa do Nunes (é verdade que ele foi pra cima, mas a origem da confusão foi por causa do Carreirinha). Deixou de fazer um gol, ao ir junto com o Nunes para a bola, num lance que era para se colocar no lado esquerdo da área, onde o grandão cruzou a bola.
Mika - mal tocou na bola.
HM - como dizem os boleiros, está com o time na mão. Espero que continue armando bem o time para as próximas partidas, onde vai encarar um grande desafio.
Mas o que interessa é que o Leão chegou e agora só depende dele para ir mais longe.
Em relação ao jogo:
Diego - seguro quando foi exigido.
Cássio - não foi mal, mas acho que a defesa fica mais segura com Renato Santos
Leandro Silva - seguro como sempre, mas fez algumas bobagens na partida.
Arlan - além do gol (que eu achei que ia perder), foi algumas vezes ao ataque. Mas cruzar na cabeça do Nunes, que é bom, nada.
Aélson - muito guerreiro, levou um amarelo por causa da falha do Pirão. Fez a jogada do terceiro gol e esteve bem na partida, mas assim Arlan, não consegue cruzar uma bola certa.
Pirão - falhou várias vezes, errando passe e bolas e marcando errado. Se fez alguma coisa certa, eu não vi.
Diogo Orlando - discreto, fez partida de sempre. Como o resultado foi bom, tem gente que dessa vez jogou bem. Jogou, na verdade, do mesmo jeito que as outras partidas. Na média.
Robinho - estava meio sumido até que deu um belo passe para o Felipe Alves fazer o primeiro gol. Fez o segundo, mostrando calma e frieza na conclusão. Poderia ter feito o terceiro, mas não concluiu a tempo (mas daí era pedir demais). Caiu de produção no segundo tempo e foi substituido.
Cléber Santana - joga em outro ritmo, diferente do time. Com ele, o time tem mais qualidade e troca mais os passes. Todo mundo procura ele para passar a bola. Mas de concreto, só participou da jogada do quarto gol.
Felipe Alves - fez o primeiro e o terceiro (um golaço), mas se empolga fácil e começa pensar que é craque. Deve ter levado um puxão de orelha do HM pela entregada que deu no segundo tempo, um pouco antes de sair. Pra sua sorte, não saiu gol nesse lance.
Nunes - não fez gol, de novo, mas dessa vez deu um passe açucarado para o Robinho. Deve ficar desesperado vendo os cruzamentos passarem a uns 5 metros de altura. Só com escada para alcançar a bola.
Diego Palhinha - entrou e se movimentou bem. Fez o gol nos acréscimos. Ainda não justificou a titulariedade.
Laércio - entrou e fez umas firulas que o pessoal de Blumenau não gostou e por isso que aconteceu aquela confusão no segundo tempo, que os míopes da TV acharam que era por causa do Nunes (é verdade que ele foi pra cima, mas a origem da confusão foi por causa do Carreirinha). Deixou de fazer um gol, ao ir junto com o Nunes para a bola, num lance que era para se colocar no lado esquerdo da área, onde o grandão cruzou a bola.
Mika - mal tocou na bola.
HM - como dizem os boleiros, está com o time na mão. Espero que continue armando bem o time para as próximas partidas, onde vai encarar um grande desafio.
domingo, 11 de março de 2012
Os carneiros obedientes não resolveram
Pois é. Mandaram o cabrito ruim embora, mas os carneiros obedientes não conseguiram trazer nenhum ponto de Ibirama. Aliás, não é de se esperar outra coisa de Neilson e Capixaba.
Até acho que o ex-índio tem qualidade, mas deve ter esquecido o futebol em Chapecó. A paciência com ele acabou. Já o esforçado ex-bailarino.... é só esforçado mesmo. Como é que o Capibraba conseguiu ser artilheiro da série C? Enquanto isso, tem um outro atacante que foi dispensado. Pode até ser mau-caráter, com foi acusado por alguns, mas como tinha contrato com o Avaí, deveria é ter sido punido no bolso, mas ficar no grupo, depois de um bom puxão de orelha.
O tempo destes dois acabou. Se for para ser teimoso, que coloque o Nunes como titular, mas deixe ele começar umas 5 partidas pelo menos. Colocar no meio do jogo, com o time perdendo, na esperança do jogador resolver, é até injusto para avaliar. O mesmo serve para o Saldanha. Já o Laércio, jogador de rara habilidade (alô Tarnowsky, abraços), pode até ajudar, mas é muita fogueira para o rapaz, entrar em Ibirama, com o time perdendo, achando que ele vai resolver. Ovelha, assim não dá.
É verdade que a zaga falhou no primeiro e no segundo gol e o goleiro no terceiro. Mas o meio de campo ficou olhando o jogador atleticando, com todo espaço e tranquilidade, cruzar a bola na área no primeiro gol e o japonês ajeitar a bola e chutar no terceiro. Não pode dar espaço meus filhos, tem que marcar em cima.
Para salvar a pátria, Cléber Santana mostrou que tem futebol de sobra para jogar neste time. Pode até escolher a posição, seja de volante, na criação, e quem sabe até de atacante, que é melhor que os outros. Só que ele precisa de alguém para tabelar e dividir a responsabilidade, pois o cara não vai aguentar jogar bem os 90 minutos. Até porque deve desanimar um pucado, jogar com estes companheiros valorosos e guerreiros do ovelha.
O resultado foi ruim, mas se o Leão tivesse vencido os índios, perdido para os amarelos do sul e empatado em Ibirama, todo mundo ia dizer que estava dentro do esperado. Teria os mesmos quatro pontos.
O Avaí está longinquos 5 pontos do time de Blumenau no returno, mas só depende dele na classificação geral. Aliás, ao final da primeira rodada, com o empate, o Avaí estava nas semifinais. Na segunda rodada venceu e caiu fora. Nesta rodada, perdeu, mas voltou para as semifinais.
Ainda tem muito campeonato pela frente. O time não dá esperança, o Ovelha parece que vai morrer (ou ser demitido) com esta convicção deste ataque de asma, mas os outros times são piores. Podem ter certeza.
Ainda não joguei a toalha.
Até acho que o ex-índio tem qualidade, mas deve ter esquecido o futebol em Chapecó. A paciência com ele acabou. Já o esforçado ex-bailarino.... é só esforçado mesmo. Como é que o Capibraba conseguiu ser artilheiro da série C? Enquanto isso, tem um outro atacante que foi dispensado. Pode até ser mau-caráter, com foi acusado por alguns, mas como tinha contrato com o Avaí, deveria é ter sido punido no bolso, mas ficar no grupo, depois de um bom puxão de orelha.
O tempo destes dois acabou. Se for para ser teimoso, que coloque o Nunes como titular, mas deixe ele começar umas 5 partidas pelo menos. Colocar no meio do jogo, com o time perdendo, na esperança do jogador resolver, é até injusto para avaliar. O mesmo serve para o Saldanha. Já o Laércio, jogador de rara habilidade (alô Tarnowsky, abraços), pode até ajudar, mas é muita fogueira para o rapaz, entrar em Ibirama, com o time perdendo, achando que ele vai resolver. Ovelha, assim não dá.
É verdade que a zaga falhou no primeiro e no segundo gol e o goleiro no terceiro. Mas o meio de campo ficou olhando o jogador atleticando, com todo espaço e tranquilidade, cruzar a bola na área no primeiro gol e o japonês ajeitar a bola e chutar no terceiro. Não pode dar espaço meus filhos, tem que marcar em cima.
Para salvar a pátria, Cléber Santana mostrou que tem futebol de sobra para jogar neste time. Pode até escolher a posição, seja de volante, na criação, e quem sabe até de atacante, que é melhor que os outros. Só que ele precisa de alguém para tabelar e dividir a responsabilidade, pois o cara não vai aguentar jogar bem os 90 minutos. Até porque deve desanimar um pucado, jogar com estes companheiros valorosos e guerreiros do ovelha.
O resultado foi ruim, mas se o Leão tivesse vencido os índios, perdido para os amarelos do sul e empatado em Ibirama, todo mundo ia dizer que estava dentro do esperado. Teria os mesmos quatro pontos.
O Avaí está longinquos 5 pontos do time de Blumenau no returno, mas só depende dele na classificação geral. Aliás, ao final da primeira rodada, com o empate, o Avaí estava nas semifinais. Na segunda rodada venceu e caiu fora. Nesta rodada, perdeu, mas voltou para as semifinais.
Ainda tem muito campeonato pela frente. O time não dá esperança, o Ovelha parece que vai morrer (ou ser demitido) com esta convicção deste ataque de asma, mas os outros times são piores. Podem ter certeza.
Ainda não joguei a toalha.
quinta-feira, 8 de março de 2012
Sugestão para a diretoria
Se o Ovelha tá de mal com o Gilmar e não quer mais vê-lo na Ressacada, a diretoria tem que realmente fazer alguma coisa. Mas não vende, não.
Faz o seguinte: empresta para um time, que não seja nem os amarelos dos sul, nem os bailarinos do norte e se possivel, que também não vá disputar a série B (eu sei que aí fica difícil).
Quando o Ovelha for embora (sim, porque ele não vai durar muito mesmo), traz o Gilmar de volta.
Faz o seguinte: empresta para um time, que não seja nem os amarelos dos sul, nem os bailarinos do norte e se possivel, que também não vá disputar a série B (eu sei que aí fica difícil).
Quando o Ovelha for embora (sim, porque ele não vai durar muito mesmo), traz o Gilmar de volta.
quarta-feira, 7 de março de 2012
Jogando contra o patrimônio
Pelo jeito o Avaí vai dispensar o Gilmar. Ao que parece, o atacante não está mais nos planos do Ovelha.
Até compreendo e acho que certo que o Ovelha tenha que mostrar quem manda no Avaí. O Gilmar fez besteira e merece ser cobrado por isso. Só que a dispensa é um exagero para mim.
Acho que o Ovelha pegou o Gilmar como bode expiatório. Viu que seu comando estava em perigo e precisava sacrificar alguém para mostrar aos outros atletas que ele tem o apoio da diretoria. Aproveitou o descontrole do Gilmar, que pelo jeito já não gostava muito, pois pouco utilizou, e decretou sua dispensa.
Como o atacante pouco jogou, não teve tempo para mostrar seu futebol. Sendo assim, não pode provar para a torcida que pode ser importante para o time. Por isso, está numa situação desfavorável e sem onde se apoiar.
Acho que se a dispensa se concretizar, será um gol contra da diretoria, pois se o Gilmar não mostrou o que sabe, tem um passado que mostra que tem potencial. Ou será que o Ovelha acha que vai transformar o Capixaba e o Neilson em jogadores de série B? É ruim! O Nunes até pode fazer gols, mas também tem que melhorar muito. Futebol por futebol, nenhum dos atacantes tem crédito.
Quero ver daqui pra frente.
Espero que estejam tomando a atitude certa, mas acho que começamos a perder definitivamente o campeonato.
Até compreendo e acho que certo que o Ovelha tenha que mostrar quem manda no Avaí. O Gilmar fez besteira e merece ser cobrado por isso. Só que a dispensa é um exagero para mim.
Acho que o Ovelha pegou o Gilmar como bode expiatório. Viu que seu comando estava em perigo e precisava sacrificar alguém para mostrar aos outros atletas que ele tem o apoio da diretoria. Aproveitou o descontrole do Gilmar, que pelo jeito já não gostava muito, pois pouco utilizou, e decretou sua dispensa.
Como o atacante pouco jogou, não teve tempo para mostrar seu futebol. Sendo assim, não pode provar para a torcida que pode ser importante para o time. Por isso, está numa situação desfavorável e sem onde se apoiar.
Acho que se a dispensa se concretizar, será um gol contra da diretoria, pois se o Gilmar não mostrou o que sabe, tem um passado que mostra que tem potencial. Ou será que o Ovelha acha que vai transformar o Capixaba e o Neilson em jogadores de série B? É ruim! O Nunes até pode fazer gols, mas também tem que melhorar muito. Futebol por futebol, nenhum dos atacantes tem crédito.
Quero ver daqui pra frente.
Espero que estejam tomando a atitude certa, mas acho que começamos a perder definitivamente o campeonato.
Sobre as punições
A direção do Avaí, não sei se por pressão ou por vontade própria, decidiu punir os atletas Cléverson, Capixaba e Gilmar. Punir um atleta é sempre uma faca de "dois legumes", como diria Vicente Mateus. Pode colocar ordem na casa ou azedar de vez o que já não está bom. A parte ruim disto tudo pode acontecer se o critério não for mantido em caso de futuras manifestações de outros atletas.
O que penso sobre cada punição:
- Capixaba - se reclamou durante o jogo, podia ter sido chamado atenção, mas daí a multá-lo, achei um exagero. Se houve desrespeito ao treinador, uma advertência da diretoria ao atleta, mostrando que quem manda é o Ovelha, já seria suficiente.
- Cléverson - a multa foi correta, pois o atleta foi expulso infantilmente. É bom para colocar a cabeça no lugar e voltar a jogar o futebol que sabe. Pena que eles não tiveram esta coragem com o Marcinho Guerreiro, naquele jogo com o Criciúma. Os amantes do ex-capitão podem até dizer que não foi a mesma coisa, mas ele também cavou uma expulsão desnecessária. Detalhe que naquele jogo, a expulsão aconteceu no meio da partida, quando o Avai vencia e depois do lance, levou um gol e mais tarde, o empate.
- Gilmar - achei o afastamento do jogador uma medida muito drástica. Merecia uma multa e uma advertência, mostrando para ele que se quiser jogar no Avaí tem que saber respeitar o treinador. Mas daí a afastá-lo, acho que foi demais. Espero que não façam com o Gilmar o que fizeram com Fábio Santos que era um centroavante bom, mas que depois da reação contra a torcida, ficou sem clima na Ressacada. O Gilmar já mostrou que é bom jogador e pode ser titular com um pé só, considerando que seus concorrentes são Capixaba, Neilson e Nunes. Dispensar o jogador é prejudicar o próprio time, que já não é tão bom. Vai com calma, diretoria.
Por último, vou esperar os próximos jogos para ver se tudo isto não foi um jogo de cena do seu Carlos Arini, para tentar iludir a torcida e os blogueiros que está tudo controlado.
Apoio que a diretoria mostre aos atleteas que o treinador é o comandante do grupo, tem que ser respeitado e que não adianta façar beicinho se não jogar.
Mas não adianta ser mais real que o rei.
PS: Amanhã vai ser um prato cheio para turma que só vê coisa errada em tudo que se faz no Avai.
O que penso sobre cada punição:
- Capixaba - se reclamou durante o jogo, podia ter sido chamado atenção, mas daí a multá-lo, achei um exagero. Se houve desrespeito ao treinador, uma advertência da diretoria ao atleta, mostrando que quem manda é o Ovelha, já seria suficiente.
- Cléverson - a multa foi correta, pois o atleta foi expulso infantilmente. É bom para colocar a cabeça no lugar e voltar a jogar o futebol que sabe. Pena que eles não tiveram esta coragem com o Marcinho Guerreiro, naquele jogo com o Criciúma. Os amantes do ex-capitão podem até dizer que não foi a mesma coisa, mas ele também cavou uma expulsão desnecessária. Detalhe que naquele jogo, a expulsão aconteceu no meio da partida, quando o Avai vencia e depois do lance, levou um gol e mais tarde, o empate.
- Gilmar - achei o afastamento do jogador uma medida muito drástica. Merecia uma multa e uma advertência, mostrando para ele que se quiser jogar no Avaí tem que saber respeitar o treinador. Mas daí a afastá-lo, acho que foi demais. Espero que não façam com o Gilmar o que fizeram com Fábio Santos que era um centroavante bom, mas que depois da reação contra a torcida, ficou sem clima na Ressacada. O Gilmar já mostrou que é bom jogador e pode ser titular com um pé só, considerando que seus concorrentes são Capixaba, Neilson e Nunes. Dispensar o jogador é prejudicar o próprio time, que já não é tão bom. Vai com calma, diretoria.
Por último, vou esperar os próximos jogos para ver se tudo isto não foi um jogo de cena do seu Carlos Arini, para tentar iludir a torcida e os blogueiros que está tudo controlado.
Apoio que a diretoria mostre aos atleteas que o treinador é o comandante do grupo, tem que ser respeitado e que não adianta façar beicinho se não jogar.
Mas não adianta ser mais real que o rei.
PS: Amanhã vai ser um prato cheio para turma que só vê coisa errada em tudo que se faz no Avai.
domingo, 5 de fevereiro de 2012
O artilheiro
Acreditem se quiser, mas o artilheiro do campeonato catarinense neste momento não é o Aloísio do multicolorido, ou o Lima, do time do norte, mas o craque que deixou saudade na Ressacada.
Ele, o Pelezinho...
também conhecido como Rafael Costa.
Garanto que se ele já não tivesse passado pelo Leão, ia ter muito comentarista (e torcedor também) dizendo para o contratá-lo, só por estes gols que fez.
Ele, o Pelezinho...
também conhecido como Rafael Costa.
Garanto que se ele já não tivesse passado pelo Leão, ia ter muito comentarista (e torcedor também) dizendo para o contratá-lo, só por estes gols que fez.
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