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domingo, 3 de novembro de 2013

Só restou... subir para a série A

Perder é ruim. Perder na Ressacada é muito ruim. Perder para o time do Estreito é péssimo. Perder de goleada é horrível.

Ou seja, não tem nada de bom no que aconteceu neste domingo.

E o que resta depois deste desastre?

Espero que a comissão técnica e os jogadores tenham noção do que aconteceu e o que significa esta derrota para a torcida avaiana.

Mas eles ainda podem fazer o torcedor avaiano esquecer deste domingo amargo.

Pois eles ainda têm chance para fazer o torcedor sorrir e terminar o ano muito mais feliz do que este pessoal que festejou a vitória de hoje como tivesse sido campeão.

Basta que joguem com vontade e conquistem no próximos 4 jogos, no mínimo, os mesmos resultados do turno: 3 vitórias (ASA, ABC e América-RN) e 1 empate (Ceará). Daí na última rodada o Leão vai estar com 63 pontos e talvez até um empate em casa, com o Boa já garanta o acesso para a série A 2014.

Assim, eles poderão junto com a torcida avaiana fazer a carreata e o buzinaço que realmente conta: a festa do acesso para a série A.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Game Over

Não assisti ao jogo, então não posso falar do que não vi. Até poderia relativar a derrota para o Bragantino, dizendo que eles jogaram motivados pela luta contra rebaixamento. Também poderia dizer que outros times também tiveram resultados ruins dentro de casa, como o Criciúma que levou um tombo diante do Barueri, que o Atlético e o São Caetano só empataram em casa contra Guarani e Ipatinga, respectivamente, que o Ceará e o Joinville também, perderam, etc.

Mas, analisando as declarações dos jogadores após o jogo, todas clássicas, como, estamos tristes, sabemos que estamos devendo, temos que vibrar mais, dar uma sacudida no vestiário, vamos terminar o campeonato com dignidade, blá, blá, blá, dá para ver que o tal do comprometimento já acabou lá atrás.

Por que não jogaram com mais vibração nestes últimos jogos, quando a matemática ainda permitia sonhar? O que houve dentro do vestiário para o time mudar tanto, desde aquela grande atuação contra o Vitória, então líder da competição e invicto há vários jogos? O time é o mesmo, mas as atuações depois daquele jogo, muito diferente.

Não dá para apontar apenas um único motivo para o insucesso na série B. O elenco não tão qualificado como precisaria, os atrasos dos salários, a troca de treinador e a saída de um jogador de referência, como o CS10, são alguns dos motivos que fizeram o Leão não chegar no seu objetivo de acesso à série A.

Como o time não vai subir, a torcida deverá culpar exclusivamente da diretoria, que contratou os jogadores e o técnico. E isso é verdade. Entretanto, para se apontar o dedo para a diretoria, é preciso reconhecer seus méritos na conquista do estadual, pois não tem sentido culpar no fracasso e não parabenizar na vitória.

Se o HM ainda fosse técnico, talvez fosse poupado pela maioria da torcida, que ia dizer que ele não tem culpa se a diretoria não lhe deu material humano melhor. Mas como é o Argel, detestado pela maioria mesmo antes de entrar na Ressacada, também vai levar a culpa pelo fracasso.

E os jogadores? Já ouvi comentarista dizendo que os jogadores não tem culpa, pois foi a diretoria que os contratou? Como não tem culpa? Então serem incompetentes no que fazem não os tornam também responsáveis pela campanha ruim? É claro que assim como foram apontados pelos grandes heróis da conquista do estadual, também tem sua grande parcela de culpa nas derrotas.

A torcida não tem culpa no fracasso do time, é verdade, mas também pouco ajudou nas vitórias. Sempre desconfiou dos jogadores e poucas vezes empurrou o time para a vitória. A rejeição pela diretoria vem cegando muitos torcedores, que talvez até não cheguem ao cúmulo de torcer contra, mas não se mobilizaram para torcer a favor do time.

Agora, apesar da calculadora ainda insistir que dá, não tem como ter esperança. E não é pela pontuação, já que os times da frente também não pontuaram. Mas pela apatia mostrada em campo pelos jogadores. Se não tinham admitido antes, agora já mostraram que jogaram a toalha.

E o que fazer daqui para frente? Ainda tem 6 doloridos jogos para disputar. Paraná, Ceará, ABC, Guarani, Barueri e Criciúma. Colocar os juniores? Dispensar já a maioria? Acho que não. Os caras foram contratados para jogar e tem que cumprir seu contrato. Então tem mandar viajar até Forteleza, Natal e Barueri, sim. Ah, a diretoria também precisa colocar o salário em dia, porque senão fica complicado exigir dedicação do atleta. Afinal, quem de nós suaria a camisa pela empresa se ela não fizesse sua parte mais óbvia, que é pagar o salário?

Não adianta começar a dispensar o elenco. O clima vai ficar ainda pior do que está. Se não será possível subir, pelo menos vamos evitar vexames nesta reta final. Nestes 6 jogos que faltam, pelo menos dentro de casa os jogadores tem que mostrar vergonha na cara e vencer as partidas.

Ficar mais um ano na série B não é o fim do mundo. O todo poderoso do outro lado da ponte também levou dois anos para subir. E pelo jeito já vai voltar. O Goiás e Vitória também não voltaram no ano seguinte a queda. O Criciúma e o São Caetano terminaram pertinho do Z4 no ano passado. Então, se a coisa tá ruim, não quer dizer que no ano que vem vai ficar pior. Mas tem que se preparar e planejar.

Apesar de ser contra a troca de treinadores, acho que já deu para a bola do Argel. Mas não precisa trocá-lo, agora, só para colocar qualquer outro. Deixa ele lá, pensando que vai ficar para o estadual. Enquanto isso, a diretoria já deveria procurar um técnico com experiência para colocar o Avaí nos trilhos. Não sei apontar nomes, mas se pudesse, traria o Chamusca de volta. Quem sabe até o Silas, apesar de algumas lambanças passadas. Só não me venham com gente do tipo Mauro Ovelha.

O gerente de futebol, acusado por muitos de incompetente, realmente não mostrou nada de novo. Será que vai fazer promessas para o ano que vem ou vai levar uma puxada de tapete, já tão comum nos corredores da Ressacada?

A faxina tem que ser grande, mas com critérios. Apesar de tudo, tem gente boa na Ressacada, e há vários jogadores que podem ser aproveitados para o próximo ano. Não precisa mandar todo mundo embora, mas é verdade que muitos não tem mais clima para ficar no sul da Ilha.

A vida segue e o mundo não vai acabar.

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Pitacos da semana passada

Para retomar os comentários, começo por alguns assuntos da semana passada.

Cléber Santana -  é craque, mas nas últimas duas partidas não jogou bem. Na partida contra o Barueri, recebeu um passe primoroso do Diogo Orlando, mas matou de canela e perdeu uma boa chance de gol. Se fosse o Robinho era vaia na certa. Deu vários passes errados. O Leão ganhou do Barueri por causa dos outros jogadores. E não concordo com este negócio que ele está bem marcado. E daí? Quer dizer se marcarem todos os jogadores que criam, o time não vai jogar nada? É claro que se tivesse mais um pensador no meio de campo, aliviava o fardo dele, mas ele também pode tentar fugir da marcação.

Os malditos abençoados - Laércio cruzou para o gol de Acosta, contra o Bragantino. Diogo Orlando deu um passe açucarado para Felipe Alves fechar a partida contra o ABC. Arlan cruzou (na verdade foi quase um chute) para Laércio empatar a partida contra o Barueri e mais tarde, Bruno fez um lançamento para Pirão virar o jogo. Se todos tivessem sido mandados embora, como ia ficar o Leão?

Ovelha, HM e Palhinha - na época do Mauro Grasel, todo mundo pedia o Diego Palhinha e xingava o treinador porque deixava o Robinho em campo. Agora, não vejo ninguém xingando o HM por não utilizar o outrora craque redondinho. Isto é que é incoerência.

HM e Diretoria - já não aguento mais este negócio de quando ganha é por causa do HM e se perde é culpa da diretoria. Isto é covardia dos blogueiros e torcedores. Pode-se até apontar erros que são somente da diretoria e acertos que são da alçada do HM, mas todos ganham e perdem juntos. Do mesmo modo, a diretoria também teve acertos (como contratar o Cléber Santana) e o HM também já fez bobagens. Quem contratou os jogadores que venceram o campeonato e escolheu o HM como técnico foi a diretoria. Pouco me importa se era para ser um tapa buraco que deu certo. O fato é que foi uma decisão da diretoria e por isso eles também merecem os parabéns pelo campeonato. Também acho que poderiam abrir o bolso e qualificar mais o elenco, mas o HM não é mágico para fazer o time jogar mais do que sabe. Se o time melhorou é porque ele está fazendo um bom trabalho, mas também é porque o elenco não é tão ruim assim.

Marquinhos Paraná - Ainda bem que não veio. Pode até jogar bem no coelho mineiro, mas acho que não ia funcionar no Leão.

Comemoração do Marquinhos - muito gritaria para pouca coisa. Futebol é diversão, mas tem gente que acha que precisa ser uma guerra. O pessoal da rádio tombense ficou chamando o galego de pakita durante a transmissão e depois queria respeito por seu time? É melhor começar a rezar, porque na bola vai ser difícil.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

domingo, 13 de maio de 2012

É campeão!

Não tem muito para escrever. O Avaí foi superior nos dois jogos e mereceu ser campeão. Como é que se vai discutir um placar agregado de 5x1? Banho de bola, de organização tática e de vontade de jogar.

Depois dos 2x0 o Avaí até respeitou o brocolense e se forçasse era capaz de fazer mais um. Mas fez bem, pois o que interessava era o campeonato. Era capaz do lateral esquerdo deles, muito bolerão, dar uma voadeira e machucar algum jogador avaiano.

O time jogou com muita vontade e todos os jogadores estão de parabéns. É até difícil de destacar alguém, pois todos jogaram bem. Parabéns a todos eles que foram taxados de time de 1,99 e mesmo assim conseguiram passar por cima de todos os obstáculos, conquistando o título de campeão.

Parabéns ao técnico Hémerson Maria e seu assistente Émerson Nunes, que uniram o grupo, organizaram a equipe e são os maiores vencedores do campeonato. Espero que fiquem para a série B e que continuem durante todo o ano de 2012.

E parabéns a diretoria, que montou este grupo. Espero que aproveitem e aprendam com os erros cometidos e resolvam os muitos problemas que existem no Avaí.

A série B vem aí e não é porque o Avaí foi campeão que vamos achar que está tudo bom. Tem muito que melhorar, caso o Leão queira subir para a série A.

segunda-feira, 30 de abril de 2012

O resultado e os comentários

O Avaí venceu e todos estão contentes. É fato. Hémerson de Maria é um dos maiores responsáveis por esta conquista. É verdade.

Mas como o resultado pode modificar os comentários, não é mesmo?

O Avaí venceu porque os jogadores não desistiram e apesar do campo horrível, do adversário difícil, da torcida contra, conseguiram reverter a situação.

Mas isso não aconteceu porque as substituições mudaram a cara do time. Os gols foram lances isolados. Não se pode dizer que o Avaí estava próximo do empate ou da virada, pois não estava produzindo para isso.

HM mudou o time na tentativa de fazer algo diferente, até porque Felipe Alves, Maurício e Robinho nada estavam fazendo. Mas Capixaba, Patrick e Laércio pouco acrescentaram. Tudo bem que Laércio cobrou o escanteio no lance do primeiro gol, mas foi a péssima saída do goleiro índio e a mancada do zagueiro que fez que o gol acontecesse. No segundo gol, Cléber Santana levantou a bola na área e novamente um zagueiro índio desviou a bola de cabeça que sobrou limpa para Patrick marcar.

Méritos para o Avaí que aproveitou os erros adversário e marcou os gols que precisava.

Porém, se o Sobrenatural de Almeida não tivesse aparecido nestes lances e o Avaí não tivesse se classificado, aposto que todo mundo ia estar malhando o HM por ter colocado os três escolhidos. Iam dizer que o Capixaba nem deveria ter ido para Chapecó, que o Patrick estava voltando e ainda não estava pronto e que o Laércio não serve para o Avaí.

Como a vitória aconteceu, tem gente conseguindo enxergar o dedo tático do HM na vitória. O Avaí venceu na raça e em acreditar que podia vencer, e isto com certeza, teve o dedo do HM, que deve ter convencido os jogadores no vestiário que era possível virar o jogo.

Mas na parte tática, o Avaí esteve muito mal. Mika e Pirão não deram a proteção que a zaga precisava e o time do oeste tocava a bola livremente. Cléber Santana não conseguia se desmarcar e Robinho não dava opção para ele. Felipe Alves e Maurício estavam perdidos em campo. Arlan se escondeu do jogo. Aélson é que foi atrevido e atacou.

O Avaí venceu e foi ótimo. Não tem problema se às vezes o time vence na base da trombada.

Mas o próximo desafio é maior. A raça não poderá faltar, mas a organização tática e a técnica tem que aparecer.

sábado, 24 de março de 2012

É o fundo do poço ou pode ficar pior?

Eu nem sei o que escrever depois de uma derrota dessa. Culpar o Ovelha? Por um lado não, pois colocou em campo o time que a maioria queira. Por outro lado, com certeza, pois parece que o time não treina, é um amontado em campo. Culpar os jogadores? Por um lado, sim, pois o técnico não erra passes, perde gols ou falha na defesa. Por outro lado, eles parecem perdidos e sem comando.

O primeiro tempo até que não foi de todo ruim, pois o Leão pressionou e buscou o gol. No final do primeiro tempo, na base da empolgação, o time do Suca foi pra cima e num escanteio, marcou o gol do time da casa.

Para o segundo tempo, Ovelha mudou de cara, colocando Saldanha no lugar de Cássio. Era uma tentativa, tirando um dos zagueiros. Pra mim, jogou pra torcida e para os corneiteiros que ficam dizendo que o Avaí não precisa de tantos zagueiros. Eu não teria feito nenhuma substituição, mesmo perdendo, pois o time tinha sido melhor que o adversário. Não fez e levou, é verdade, mas se mantivesse o padrão, poderia chegar ao empate.

As mudanças não resolveram. Saldanha não fez nada, Neilson e Laércio, muito menos. Era muito ataque e pouco meio. Robinho ficou quase como um segundo volante ao lado do Bruno. O time estava perdido em campo.

Muito chuveiro na área. Quantos gols o Avaí fez de cruzamento na área neste campeonato? Pouquíssimos. Então não era a jogada certa, mesmo com o Nunes lá na área. E de escanteio? Acho que nenhum. Tiveram uns 10 e não ganharam nenhuma de cabeça. Podia estar jogando até agora que de escanteio é que não iam fazer gol.

A coisa ficou complicada. Neste ritmo, o time vai é ganhar umas duas semanas a mais para se preparar para a série B. Será que é este o plano?

E o Ovelha? Sua lã já foi toda tosquiada. Eu sei que o time pode não ficar melhor sem você, pois os jogadores são ruins mesmo, mas com você é não vamos subir. Pede o chapéu.

sábado, 3 de março de 2012

Está tudo tão ruim assim?

Ver o Avaí perder sempre causa tristeza, é claro. Mas eu sei que o futebol é cíclico, e como dizem, não há bem que sempre dure, nem mal que sempre perdure (ou coisa parecida). Por isso, apesar dos tempos ruins que vivemos, tenho certeza que dias melhores virão.

Também sei que este tempo bom só vai chegar se algumas coisas mudarem dentro do Avaí e que se nada for feito, pode demorar muito para o vento voltar a soprar a nosso favor. Por isso, é importante que se aponte as falhas e que até se faça pressão para que as medidas necessárias sejam tomadas.

Tudo bem até aí.

Mas o que me aborrece é esta onda de pessimismo e esse exercício de futurologia negra que assola boa parte da blogosfera avaiana. Para muitos, nada mais presta e para quem já não está gostando, é bom se preparar, porque tempos piores virão por aí.

Perder o turno não foi bom, mas tirando a derrota da última rodada, a primeira fase do campeonato não foi este desastre todo. Tem muita gente achando que o Avaí é um superclube que não pode perder pontos para ninguém. Peraí. Nem quando o Leão reinou sozinho na série A conseguiu faturar o campeonato invicto, sendo que não ganhou o turno nem em 2009, nem em 2010.

É claro que precisamos melhorar, mas daí a dizer que está tudo errado vai uma distância. Senão vejamos:

Moretto - se não é um supergoleiro, cabe bem para a série B. Falhou algumas vezes, mas acredito nele para a sequencia do ano.

Leandro Silva - salvo surpresas negativas, se mostrou um bom zagueiro e pode dar o equilíbrio e a segurança que a zaga precisa.

Renato Santos - não é o Emerson, mas ao lado do Leandro Silva pode compor bem a zaga.

Rafael e Cássio - precisam melhorar, mas acho que pelo menos o primeiro pode voltar a ser o zagueiro que a torcida tanto gostava.

Arlan e Patrick - não são os laterais dos sonhos, mas o primeiro mostrou velocidade e acho que merecia voltar a titulariedade, principalmente se aprender a cruzar a bola na área. Para contratar mais um da posição, tem que mandar um deles embora.

Pirão e Aélson - o primeiro parece que tem bola para mostrar, mas anda com preguiça. A mesma situação da lateral direita.

Bruno e Diogo Orlando - velhos conhecidos que podem ser úteis na série B.

Marcinho Guerreiro - com todo respeito ao passado do atleta, já não é mais o mesmo. Mostrou no ano passado que não é santo e espero que não faça confusão neste ano, caso volte para o banco.

Mika - muita gente elogiou sua contratação. Será que não é melhor que o Guerreiro?

Cléber Santana - já mostrou que tem qualidade. Só não sei se está na posição certa.

Cléverson - tem que tomar vitamina, pois futebol ele tem.

Diego Palhinha - espero não estar engordando no DM. Dizem que tem bola para ser o 10. Será?

Saldanha - estou muito curioso para vê-lo jogar.

Robinho - vai assistir o returno no DM. Quero ver agora quem é que vai ser eleito o culpado de tudo.

Capixaba - corre muito e finaliza pouco. Para um atacante, ser esforçado só é uma qualidade útil quando conjugada com eficiência na conclusão, o que não é o caso dele.

Nunes - começou bem e depois parou. Mas acho que pode se tornar artilheiro. Tem o biotipo para a série B.

Gilmar - quando começar a ter ritmo vai virar titular e não sair mais. Tenho esperança nele.

Neilson - seu prazo acabou. Mostra para a torcida que a gente está errado, meu filho.

Tem outros jogadores no elenco que nem vale a pena comentar, pois a gente só sabe que estão no time porque estão relacionados no site.

Acho que a zaga está bem montada. É preciso melhorar a qualidade das laterais. Entre os volantes, acho que temos em número suficiente, só que tem muito brucutu junto. Quem sabe Cleber Santana poderia compor por ali para melhorar a qualidade na saída de bola. Será que precisa Bruno e Diogo Orlando? Guerreiro é banco neste momento.

No meio, está faltando surgir o homem da criação. Não é Robinho, nem Cléber Santana. Será que o Palhinha pode fazer isso ou é melhor contratar? Cléverson já se mostrou melhor no ataque, como ponta-esquerda, do que no meio, tentando criar.

No ataque, Gilmar e mais um, que pode ser Nunes ou Cléverson, quando não está cansado. Neilson e Capixaba só podem voltar se entrarem no meio de uma partida e acabarem com o jogo, o que acho difícil.

Acho que o elenco não é ruim, mas está faltando aquele encaixe, que o Ovelha ainda não conseguiu. O ruim é que seu prazo também está vencendo.

Mas eu acredito em dias melhores.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Ainda estás aí, Grasel?


O Sobrenatural de Almeida requisitado pela KK errou o endereço e deu uma passada na Ressacada. Não que o time de Blumenau precisasse dele, porque o time do Avaí em muito colaborou, tanto a defesa, na generosidade do espaço, como o meio e o ataque, na sua completa ineficiência.

O seu Grasel mudou o time, como muitos pediram. Vejamos o resultado.

Trocou Moretto por Aleks - na hora em que soube disso, me lembrei do episódio de 2008, quando Ramirez deu ouvido para a imprensa e trocou Martini por Pizzato, após a perda do primeiro turno, que coincidentemente, caiu no colo do time do parafusito. Resultado? Não deu certo e Martini voltou após três partidas. Moretto falhou em algumas bolas, mas não foi o culpado pelas derrotas do clássico e em Joinville. Foi uma grande bobagem colocá-lo no banco. Aleks, que é bom goleiro, não correspondeu, deu uma de mão de alface no primeiro gol e deu mais alguns sustos na torcida. Prefiro o Moretto.

Menos defensores - Grasel tirou um dos zagueiros e mesmo que Bruno jogasse mais atrás, Diogo Orlando ficava sozinho, marcando no meio, pois Cléber Santana e Cléverson não marcam. Ou seja, tinha um a menos na marcação. Escutei e li muita gente dizendo que o Avaí não podia jogar o catarinense com tanta gente marcando. Grasel escutou e mudou o que não precisava, pois até o clássico, inclusive, a defesa vinha se comportando bem. Esquema bom é esquema que vence. Se a gente estava vencendo com 30 caras para marcar, então tem que jogar assim. Se Leandro Silva tinha sido liberado para o banco, significa que podia jogar. Se podia jogar, tinha que ser titular. A única coisa que concordo, é que Guerreiro tinha mesmo que ficar no banco.

Robinho no banco - essa o Grasel jogou para torcida. E não funcionou, porque Santana e Cléverson não fizeram muito diferente do que Robinho fazia - atenção para o detalhe, sozinho no meio de campo. Na teoria, seria um meio mais criativo, mas não funcionou muito bem. É bem verdade que Robinho entrou no segundo tempo, mas daí a desorganização já estava estabelecida e ficou difícil de ajudar, principalmente depois que se machucou. Aliás, eu nem vi como foi. Nessa eu vou dar um desconto para o Grasel, porque todo mundo estava querendo isso, então todos erraram juntos.

Capixaba no banco - mais uma jogada do Grasel para a torcida. Novamente não posso culpá-lo, pois ninguém mais agüentava o esforçado Capixaba. Nunes, que no primeiro toque na bola em Itajaí deu a ilusão que era o cara certo para o ataque, mostrou ontem que não conhece a regra do impedimento, além de perder um gol na cara do goleiro. Gol que mudaria os rumos da partida. Mas Capixaba teve 8 jogos e Nunes só 4. Vou dar um tempo para o cara mostrar alguma coisa.

Neilson no ataque e Saldanha nem no banco - ou Grasel deve acreditar muito no ex-atacante do oeste ou ex-jogador do Barueri não está mostrando nada nos treinos. Neilson não mostrou nada, além daquele golaço contra o Camboriú. Só isso. Será que Saldanha não é nada do que falaram? Estou curioso.

Gilmar estréia – não dá para avaliar a estréia do atacante, que muitos dizem ser bom de bola. Quando entrou, o time já estava no desespero. Vou esperar pela próxima entrada dele, e espero falar bem.

Grasel na corda bamba – em 2008 a diretoria demorou para mudar o técnico (Ramirez foi dispensado na terceira partida do returno) e Silas não teve tempo para recuperar o time. No ano passado, Benazzi foi dispensado já no final do turno, mas Silas entrou e não deu jeito no time. O que é pior ou melhor? Eu também estou em dúvida, mas só trocaria o Grasel por alguém com gabarito para a série B. Não me venham com M. Goiano, pelo amor de Deus. Já ouvi falar em Silas e espero que seja mentira, apesar de reconhecer sua competência. Só acho que não é o nome certo. Também não tenho sugestões.

Grasel, se ficares, acorda pra vida meu filho e dá um jeito nesse time.

PS: Mauro Grasel é o nome verdadeiro do técnico Mauro Ovelha.

sábado, 31 de dezembro de 2011

Tchau 2011!

O ano de 2011 vai acabar e não vai deixar saudade para a torcida avaiana. Foram poucos os momentos de alegria. Entre Campeonato Catarinense, Copa do Brasil e Série A, o Avaí jogou 66 partidas e venceu apenas 19. Destas vitórias, acho que só dá para destacar:

- Semi-final do 2 turno: vitória de 2x0 sobre o Tombense lá dentro. O estilo pega-ratão do Silas venceu a prepotência dos amarelos e da imprensa que já dava a vitória deles como certa. Acho que foi nossa maior alegria no ano, ver a cara de decepção dos multicoloridos.

- Quartas de final da Copa do Brasil: a vitória de 3x1, de virada sobre o São Paulo, foi um momento inesquecível para a torcida, que viu um time guerreiro e que lutou até o fim. Novamente calamos a boca da imprensa e dos secadores. Acredito que aquele time (com aqueles jogadores), com o Silas no comando, teria feito coisa melhor na série A.

- Última rodada do primeiro turno da Série A: vitória de 3x2, de virada, sobre o Tombense, novamente na casa deles. O Leão só teve 7 vitórias neste campeonato e este foi especial. A situação na tabela era horrível (como foi no campeonato inteiro), mas a torcida fez a maior festa e calou novamente os multicoloridos que falavam até em goleada. Chegamos a acreditar que o TC ia mudar o rumo da história, mas foi apenas sonho de uma noite de verão.

É claro que tivemos outras vitórias, como contra o Flamengo e o Corínthians na série A e até alguns empates históricos, como contra o Botafogo na Copa do Brasil, que também aliviaram um pouco o sofrimento que a torcida teve durante todo o ano.

A campanha ridícula no primeiro turno do catarinense (3v, 2e, 3d) foi o primeiro sinal que as coisas estavam erradas. Benazzi não poderia ter iniciado o ano como treinador do Avai. Já a eliminação no segundo turno, empatando a final contra a Chapecoense lá na casa deles, considero como um resultado normal no futebol. Tivemos a chance nos pés do Rafael Coelho que conseguiu acertar o poste numa trave que não tinha mais ninguém para defender. Não ter a vantagem de jogar em casa foi uma consequência da campanha do 2 turno, que se não foi ruim (5v, 1e, 3d), não foi suficiente para garantir a vantagem de jogar pelo empate.

A história deste ano poderia ter sido outra se Silas (que eu não queria que tivesse voltado), tivesse permanecido no comando. Apesar das suas teimosias clássicas, o time até dava mais esperança de dias melhores. Mas o pior estava reservado para depois da Copa do Brasil. A saída de Silas e depois Marquinhos, ajudaram a definir nosso destino. Não os culpo de sair e nem posso acusar a diretoria, pois o dinheiro manda em tudo. Mas espero não vê-los tão cedo na Ressacada fazendo juras de amor ao Leão e não quero mais escutar a diretoria falar que ninguém mais vai sair. É tudo mentira, de todos.

A chegada dos outros treinadores não resolveu nada, mas a troca constante deles foi ainda pior. Muitos jogadores sendo contratados ao longo do ano e nenhum time base. Brigas internas, vaidade, jogador se achando mais importante que todo mundo, diretor cego, treinador teimoso, torcida impaciente. Foi o enredo certo para o final que era mais do que esperado.

Por último, quero registrar minha indignação com a prática da diretoria em deixar a torcida adversária ocupar o espaço da torcida avaiana no dia dos grandes jogos. Isto é um desrespeito com seu torcedor. E não me interessa se o torcedor do Avaí vai ou não ao jogo. Esta é a hora de se perder dinheiro, pois o resultado do jogo é mais importante que o da bilheteria. Não existe coisa mais doída para o torcedor avaiano do que ver a torcida adversária em grande número e fazendo a festa dentro do nosso estádio. Tem que vender apenas o exigido por lei e não permitir que os espertinhos comprem ingresso onde não podem.

Espero que a diretoria olhe para trás, desde de 2009, e veja o que deu certo lá atrás e o que não pode ser repetido neste ano, que nos fez ir para o fundo da tabela. Não vou criticar o time antes dele entrar em campo, mas vou confessar que não estou muito animado com o que estou vendo. Não espero nenhum título para o próximo ano e nem tenho esperança de voltarmos para a série A já em 2013. Acho mais provável ficarmos alegres com as derrotas do Tombense (e quem sabe um novo rebaixamento) do que propriamente com nossas vitórias.

Entretanto, como sou torcedor, na hora que a bola rolar, vou estar lá no estádio, incentivando este time sueco de muitos sons do Ovelha. Quem sabe eu me surpreenda e no início de maio estarei comemorando mais um título para a coleção avaina. É futebol, tudo pode acontecer.

Desejo a todos, avaianos, multicoloridos e torcedores de outras cores, um ano de 2012 de muita saúde, paz e alegrias. Que saibamos nos divertir, tendo em mente que o futebol é a coisa mais importante das coisas sem importância da vida. Não vale nada e muito menos um briga. O que vale é saber vencer e brincar e saber perder e escutar a gozação na boa. A nossa vida segue, independente dos resultados do nosso time.

FELIZ 2012 e até o ano que vem.

domingo, 30 de outubro de 2011

Dois tempos, dois times, dois futuros

O jogo de hoje nos mostrou dois times. O que venceu o primeiro tempo e o que perdeu o segundo.

Vou começar pelo time do segundo tempo, que é o que mais estamos acostumados a ver. Um time com uma defesa que não consegue ficar um jogo sem levar gol, volantes que não conseguem acompanhar os meias adversários, meias que não seguram a bola e pouco criam e atacantes que não aproveitam as chances que aparecessem. Este time, que alterna dentro da mesma partida, bons e maus momentos, vive sob o fio do detalhe: se isso não tivesse ocorrido, se aquilo tivesse acontecido. No jogo de hoje, não levamos tanto sufoco, mas nas poucas vezes que o time paulista chegou, fez dois gols. O time não conseguiu tocar a bola, mesmo com um jogador a mais. O medo de perder a bola era grande e a todo momento a bola era recuada para os zagueiros ou para o goleiro. Não havia aproximação, e poucas tabelas aconteceram. O time não soube aproveitar a vantagem que tinha de um jogador a mais. Faltou nosso matador matar. Com esse futebol, nosso destino será cruel.

Já o time do primeiro tempo é aquele que pode nos salvar. A previsão de muitos era de goleada e de um jogo fácil para o time paulista. Eles começaram em cima, muito natural para quem joga em casa, com o estádio cheio, sendo vice-líder do campeonato e jogando contra um time que está na zona do rebaixamento. Não se podia esperar outra coisa. Mas o time soube se portar bem durante os primeiros quarenta e cinco minutos. Felipe deve ter feito apenas uma grande defesa e a zaga cortou várias bolas. Na primeira chance que tivemos, Robinho acertou o canto do goleiro. Ainda tivemos mais uma duas oportunidades, mas não tão claras. O time não foi brilhante, mas foi eficiente. Aproveitou a chance que teve e não permitiu que o adversário criasse oportunidades. A sorte também estava a seu lado, pois algumas bolas poderiam ter entrado se o time adversário tivesse acertado no gol. E olha que Lincoln não jogou tudo que sabe e pode.

Sei que até o final do campeonato teremos que aguentar os dois times se alternando. Se por um lado, o time do segundo tempo nos desanima, o time do primeiro tempo nos dá a esperança que ainda nos resta, que é possível sair do buraco. Se contra o poderoso time da Globo, conseguimos vencer os primeiros 45 minutos, por que não sonhar que podemos também vencer os times que nos resta enfrentar? Não será fácil, mas com este time, o do primeiro tempo, eu acredito.

sábado, 24 de setembro de 2011

Lições do além pontes

Não é meu hábito assistir aos jogos do Tombense, mas hoje como estava em casa sem fazer nada, resolvi acompanhar a partida contra o time da Vila. Também não escrevo sobre eles, mas hoje resolvi fazer uma exceção para fazer um comentário sobre o que vi. Descontando os desfalques de Neymar e Ganso e a péssima partida dos jogadores santistas que não acertaram nada hoje, é necessário enxerguer algumas virtudes no time deles.

Reclamamos muito da defesa avaiana, a mais vazada do campeonato, que Dirceu, Welton Felipe, Gustavo Bastos e Gian não valem a metade do salário do Émerson que saiu para o Coritiba. Não que isso seja mentira, mas a culpa pela coleção de gols sofridos não pode atribuida exclusivamente aos zagueiros.

O time deles marca o tempo todo, começando dos atacantes. Sempre tem um jogador marcando o adversário que está com a bola. O pessoal do meio sempre está correndo atrás da bola e fazendo pressão. Se o time adversário não estiver muito seguro com sua saída de bola corre o risco de perder a bola e dar um contra ataque para eles. Os jogadores estão sempre ligados no jogo. No contra-ataque, são rápidos e têm fôlego, mesmo no final do jogo para aprontar uma correria e chegar no gol adversário, sendo que os jogadores do meio chegam no ataque ou pelo menos tem qualidade para dar o passe certo.

O que eu vejo no nosso time? O Willian só sabe abrir os braços e reclamar. Nunca vejo dando combate na frente. Cléverson pensa que é craque e precisa de uma bola só para ele. Não marca ninguém. Robinho só cerca. Quanto ao Lincoln, como tem muita qualidade, mas muita mesmo, prefiria até que nem marcasse, para ter fôlego na hora que bola chegasse nos seus pés para criar uma jogada de contra ataque, mas ao contrário dos outros que ficam olhando o jogo, ele corre e está sempre ajudando a defesa.

E os volantes? Bem, Bruno realmente marca e por causa da sobrecarga, vive chegando atrasado nas jogadas e colecionando cartões amarelos. Batista está muito preguiçoso, não marca e não cria. Pedro Ken, que começou bem, está muito mal e quando resolve dar combate comete faltas desnecessárias como aquela no jogo contra o Palmeiras.

Nossos laterais não apoiam e não são bons na defesa. Por ali se criam muitas jogadas e muitos gols aconteceram pelos dois lados do campo.

Os zagueiros também erram? É claro que sim, principalmente no posicionamento nas bolas aéreas que vivem perdendo para os atacantes adversários. Mas recebem muitas bolas atrasadas na fogueira e aliada sua falta de qualidade e o fato do pessoal do meio que fica parado e não se apresentam para receber a bola, são obrigado a dar chutão para frente.

Enfim, os jogadores do Avaí precisam entender que a marcação é dever de todos, começando pelos atacantes.

Ah, quando tiver oportunidade para o contra-ataque, é necessário que os jogadores do meio se apresentem para ajudar o pessoal do ataque, que sozinhos dificilmente irão marcar gols.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Os escolhidos

Os relacionados para a viagem até Uberlândia foram:

Felipe e Rafael Santos, Dirceu, Thiago Salles e Welton Felipe, Arlan, Daniel e Romano, Acleisson, Batista, Bruno, Diogo Orlando e Fabiano, Caíque, Cléverson e Dinélson, Maurício e Rafael Coelho.

Não há dúvidas que Felipe vai estar no gol. Dali só vai sair quando for suspenso.

Na zaga, acredito em Dirceu e Welton Felipe (haja coração), com Thiago Salles no banco.

Daniel e Romano devem ser os laterais, com Arlan como opção no banco. Pelos últimos jogos, não vai ter muita jogada no ataque por estes setores.

No meio, tem um bando de volantes para entrar. Parece que Gallo vai de Bruno, Batista, Acleisson e Fabiano. Diogo Orlando é o único marcador no banco de reservas.

Cléverson deverá ser o único meia de criação e por isso espero que Fabiano chegue mais na frente, para ajudá-lo. Se Cléverson cansar (o que é bem provável), Gallo poderá colocar Caíque ou Dinélson, a lenda, que dizem que andou mostrando serviço no treino.

Rafael Coelho estará sozinho no ataque. Maurício Alves é a única opção (?) no banco de reservas.

Considerando que Pedro Ken não pode jogar, que tem fila no DM (Gian, Cássio, Caçapa, Leandrinho, Anderson Lessa e Willian), que o Lincoln ainda não está pronto, não sei se o Gallo poderia ter uma formação melhor que essa. Ele não levou Robinho nem Estrada, mas que também não mostraram nada de especial para dizer que poderiam fazer melhor.

Gallo deve montar um ferrolho para não levar gol. Se funcionar, ótimo. Um empate é um bom resultado.

Talvez Cléverson fique meio solitário, dependendo do que Fabiano fizer.

Rafael Coelho vai viver de bola esticada. Quem sabe numa destas, ele arranque que nem fez no jogo contra o Corinthians e marque o gol da vitória.

Já que estou delirando mesmo, quem sabe o Dinélson entra no segundo tempo e mostra que valeu a pena esperar tanto tempo por ele.

A torcida do Cruzeiro não está nada satisfeita com o Papai Joel. Quem sabe o Leão não derruba mais um treinador?

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Analisando o plantel

Contando todos que citei, forma um plantel com 36 jogadores. Se o Fábio Santos sair mesmo, diminui para 35.


Ainda é muita gente. Tem que dispensar pelo menos uns cinco.


O pior é que este elenco não dá muito ânimo, a menos que o Gallo consiga "encaixar" o time, ou que os que estão chegando mudem, em muito, a qualidade da equipe.


A sorte é que os adversários não são tão melhores. Alguns são até piores, podem ter certeza.


Apesar de tudo, por incrível que pareça, aindo tenho esperança por dias melhores.


Vamos torcer.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Gallo, Buck e Marcinho Guerreiro

Não escutei nenhuma entrevista, então vou comentar sobre o que li nos blogs avaianos e nos sites de notícias.

Gallo - não era a favor de sua contratação, pelos seus resultados e pela fama, mas vou analisar seu desempenho por este momento e não pelo seu passado.

Não gosto quando treinador traz para a entrevistas problemas que podem ser resolvidos dentro de casa. Entretanto, não falou nenhuma mentira. O condicionamento físico do Avaí está muito ruim. É claro que no sábado isto não foi tão determinante, já que o time estava perdido em campo no primeiro tempo, quando imagino, os jogadores estavam com algum fôlego.

Neste ponto, o erro é do treinador. No segundo tempo, daí sim, o time não teve força para vencer um adversário com um jogador a menos. Aí pesou a bagunça tática com o péssimo condicionamento físico. Gallo só disputou duas partidas e está cedo para crucificá-lo. Só mandaria embora se fosse para contratar o Adilson Batista. Fora ele, prefiro ficar com o Gallo.

Émerson Buck - profissional respeitado e cujo valor é reconhecido pelo que fez em 2009. Entretanto, assim como o Silas, saiu do Avaí para buscar um salário melhor. Não acho que fez nada de errado, mas o torcedor que fez cara feia para o Silas por ter deixado o Avaí, não poderia fazer diferente para o Buck.

Voltou e até agora não deu jeito no time. Ele não pode reclamar do Gallo já que esteve com o Silas durante quatro meses e não conseguiu colocar os jogadores em boas condições físicas. Ele está devendo e deveria ter ficado calado ao receber as críticas.

Marcinho Guerreiro - nunca gostei do futebol dele e ultimamente não está jogando nada. Está vivendo do futebol que já apresentou no time e por isso é respeitado pela torcida. Se falou o que eu li, falou demais. Ele se considera um líder e por isso não deveria ter falado o que falou.

Até parece que quando ele era titular o time estava ganhando tudo. Quando a coisa está ruim, aí que a gente tem que ficar calado para não piorar a situação. Quando um jogador reclama de não ser escalado, ele está desrespeitando o jogador que foi escolhido. Quando ele jogava como titular, se um reserva reclamasse de ficar no banco, ele gostaria de ouvir isto? Claro que não.

Então meu filho, fica quieto, treina, e espera tua oportunidade de volta. Você estava naquele jogo que o Avaí levou de 5x0 e ainda fez um gol contra. Esta é a hora de ficar calado e trabalhar para melhorar.

A diretoria tem que juntar estes sujeitos para ter uma conversa séria. Se não for possível uma reconciliação, a diretoria tem que decidir rapidamente que rumo tomar.

Se apostar no Gallo, vai sinalizar para os outros jogadores que não adianta ficar fazendo beicinho, que quem manda é o cara. Pode não dar certo, mas tem torcedor dizendo que tem que mandar um monte embora mesmo. Então já manda estes craques que até agora só fizeram um ponto no campeonato. Os jogadores tem que estar cientes que estão sem moral nenhuma para reclamar do técnico.

Se apostar no Marcinho Guerreiro, aí é claro, tem que mandar o Gallo embora. Mas daí, quem é que vem? Vai consultar o doutor Guerreiro para ter a aprovação dele? Se a diretoria tomar esta atitude, vai ficar refém dos jogadores para o resto do campeonato, porque o próximo técnico vai ter que fazer muitas concessões para esta turma de folgado.

E o Émerson Buck? O Avaí tem com ele, três preparadores físicos. Eu sempre gostei desta ideia de ter um preparador fixo e acho que tem gente demais lá dentro. Muita gente graduada e os egos devem estar se chocando. Escolhia um dos três e mandava os outros dois embora. Nesta briga entre Gallo e Émerson Buck, não vejo sentido dar moral para o preparador físico que está aqui desde fevereiro e ainda não colocou os jogadores no eixo.

Espero que eles se entendam, mas de todos, o que menos vai fazer falta para mim é o Marcinho Guerreiro.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Pra espantar a tristeza

Primeiro eu ia escrever alguma coisa sobre não desanimar e se reerguer.

Aí pensei na música cantada pelo Noite Ilustrada, Levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima. Fui pesquisar na internet e até encontrei alguns vídeos com esta música.

Mas também encontrei uns vídeos com a Clara Nunes e vi que melhor do que ficar escrevendo sobre estas coisas de força de vontade, auto-estima, orgulho, recomeço, etc., é mostrar um vídeo com uma música muito alegre e bonita, cantada pela saudosa Clara Nunes junto com o Sivuca.

Aliás, o entrosamento e o talento deles é sensacional. Se o nosso time tivesse a metade, estava entre os primeiros.

Fiquem com Feira de Mangaio.

domingo, 19 de junho de 2011

Lições para se tirar

Ninguém gosta de perder, ainda mais de goleada.

Por isso fica difícil de dizer que a goleada pode servir para alguma coisa.

Entretanto, como o técnico está chegando agora, talvez a partida sirva para ele tirar algumas conclusões que poderiam ficar ocultas caso o resultado fosse um 1x0 ou qualquer outro placar não tão elástico.

Espero que ele não pense que tenha sido um acidente de percurso. Este mesmo time já havia perdido 3 vezes, sendo a pior defesa do campeonato (só não é o pior ataque porque o Atlético Paranaense não deixou).

É preciso repensar muita coisa. Desde o modo de jogar até a permanência de alguns jogadores no time e outros no elenco. Tenho costume de dizer que é difícil de fazer um bolo melhor com os mesmos ingredientes.

A esperança é a última que morre, mas acho que ela está com quadro bem agravado.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

A primeira escalação

Parece que o primeiro time titular do Gallo foi o seguinte:

Fernando Silva no gol, Cássio e Bruno na zaga, Julinho e Daniel (novo contratado) nas laterais, Pedro Ken e Acleisson como volantes, Marquinhos Gabriel e Robinho como meias e Willian e Rafael Coelho no ataque.

Como ele está chegando agora, é possível que tenha feito a escalação pelos nomes que conhecia. A torcida, que já tem seus eleitos e seus desafetos, certamente não gostou de algumas posições.

No gol, Aleks herdou a posição de Renan, mas fica até difícil da gente dizer se ele é melhor ou não que Fernando Silva. O garoto só jogou duas partidas e não fechou o gol. Verdade que não teve culpa nos gols tomados, mas também não fez aquela mega apresentação de garantir a vaga. Já o ex-reserva do Mirassol vai ter que mostrar serviço, pois a qualquer falha a torcida já vai pedir o garoto da base.

Na zaga, acho que foi falta de opção. Cássio não vem bem, mas para tirá-lo, só se colocar o Émerson Nunes, que nem sei como anda. O Bruno, apesar de improvisado, já jogou por ali, e foi muito bem. Prefiro ele como volante. Dirceu acabou de chegar e o Gallo nem deve saber quem ele é.

Acleisson aparentemente ganhou a vaga do Marcinho Guerreiro, que não vinha bem mesmo. Se a zaga tivesse completa, colocaria Bruno nesta posição. Pedro Ken era uma escolha óbvia, só não sei se está na posição certa, já que com dois meias, ele deve jogar um pouco mais atrás. Preferia Diogo Orlando (que parece que ainda está no DM) ali, para colocar Pedro Ken mais na frente.

Nas laterais, parece que o Daniel só entrou porque o George Lucas foi poupado. Pelo jeito, o Gustavo não vai jogar nunca mais. O Julinho continua titular, o que não poderia ser diferente.

Marquinhos Gabriel está voltando para o meio. Gosto deste jogador, apesar de parte da torcida criticá-lo. Acho que tem um bom passe e aparece para o jogo. Mas tem que render mais do que fez nas últimas partidas. Estrada perdeu o caminho e parece que é jogador para entrar durante a partida. Robinho tem que mostrar o que até hoje não fez no Avaí. Acho que Pedro Ken comporia melhor este setor. Outra opção seria Maurício Alves, mas realmente não sei se funcionaria bem ali.

Willian e Rafael Coelho eram os titulares e devem ficar assim. Gostaria de ver o Fábio Santos jogando ao lado do Willian.

Como haverá ainda alguns treinamentos até a partida do Palmeiras, é possível que este time ainda mude em algumas posições.

Vamos torcer que o Gallo faça as escolhas certas.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Dinélson é o novo camisa 10

O Avaí divulgou uma nova relação de sua numeração "fixa".

Na relação, não consta o número 1. Aleks continua com a 23. Será que ele não vai ser titular?Fernando (o goleiro contratado) é o número 50. Quem vai ser o número 1?

Mantiveram a 2 sem ninguém. Devem estar esperando a volta do Rafael.

A camisa 10 foi entregue para Dinélson. Será que ele vai usar? Vi vídeo com lances dele. Se ele jogar metade do que aparece, não vamos sentir saudades do Marquinhos.

Os números 13 (Jonatha), 15 (Rodrigo Thiesen), 27 (Jhonny), 30 (Ildemar), 32 (Medina) e 40 (Cleyton), estão vagas, pois estes jogadores foram dispensados ou emprestados.

O Revson (31) não está nesta nova lista. Não tinham renovado o contrato dele?

Os novos contratados: Cléverson vai usar a camisa 18, que era do Laércio, Pedro Ken a 20, que era de Renan e Dirceu a 49. Gustavo Bastos já estava usando a 44 e Fábio Santos a 47.

Nesta lista aparece o nome de 37 jogadores. Acho que uns 5 são da base, o que reduz a lista para 32 jogadores. Como devem chegar ainda mais um goleiro, um zagueiro, um meia e um atacante, ficaremos com 36 jogadores, sem contar o pessoal da base. Não é muita gente?

Realmente está na hora de mandar uns 5 embora. Tem que reduzir a folha, para não precisar socializar todo este gasto, não é mesmo Dr. Zunino?

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Marquinhos e Bruno poderão jogar contra o Vasco

Pleno do STJD adiou a decisão final sobre as penas impostas aos jogadores de Avaí e Botafogo. Os auditores aguardam posição da Procuradoria Geral para saber se podem aplicar penas alternativas.

Deste modo, o efeito suspensivo que permitiu a escalação de Marquinhos Santos e Bruno nos jogos contra São Paulo e Vasco continua valendo até novo julgamento, que só deve ocorrer dentro de duas semanas.

Dois problemas a menos para Silas.

Como já falei, se o time do Avaí tivesse jogado o campeonato estadual com a mesma qualidade que o time jurídico joga, a gente tinha conquistado o título com os pés nas costas.