terça-feira, 24 de maio de 2011

Arquibancada mista não

Li que com a venda de todos os ingressos para a torcida do Vasco, tinha vascaíno comprando ingresso no Setor F setor E. A polícia não pode deixar este pessoal entrar, principalmente com a camisa do Vasco. Não me interessa se compraram ingressos, pois sabiam que aquele lugar não é para torcedor do Vasco. Espero também que a polícia não queira fazer uma divisão no setor F para evitar confusão. O que tem que fazer é mandar os vascaínos embora do setor, que é só para a torcida do Avaí.

Por último, o caso dos cambistas que devem ter feito muitas apostas na Timemania para comprar ingresso e depois vender mais caro.

Li no blog do André Tarnowski que os ingressos para menores de 12 anos vem com o nome da criança. Se eles conseguem colocar o nome nestes ingressos, acho que poderiam colocar no nome em todos os ingressos. Eu sei que dá mais trabalho e que a venda dos ingressos pode até demorar um pouco mais, mais não seria ótimo se em cada ingresso tivesse o nome e o número da identidade da pessoa. Não precisaria nem trazer a identidade, basta dizer o nome. Assim, se eu fosse comprar o ingresso para alguém, bastaria eu saber o nome e a identidade do meu amigo.

Podem dizer que é muito complicado, que só burocratiza o acesso ao estádio, mas isto evitaria duas coisas: acabaria com os cambistas, já que não iam podem inventar nome de ninguém e afastaria os bandidos com ficha na polícia, infiltrados na torcida (infelizmente deve ter).

Ah, claro, o sistema teria que impedir a venda duplicada para a mesma pessoa.

A conferência do nome e da identidade de quem está entrando poderia variar, dependendo do jogo. Em um jogo com um público menor, confere todo mundo. Num jogo com muitos ingressos vendidos, faria uma conferência por amostragem.

É uma sugestão para a gente civilizar um pouco o acesso ao estádio.

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