O ataque novamente não converteu as chances que teve e numa das poucas falhas da defesa (não foi a única), o time do oeste fez o gol da vitória.
Na verdade, talvez se o gol não tivesse saído tão cedo, o ataque verde ia fazer a defesa azul mostrar mais a sua fragilidade. No gol deles, nossa defesa parecia um time de pebolim: todo mundo parado. Como disse o Moisés no twitter, parecia gol de jogo de solteiro contra casado.
Wagner não teve culpa no gol, fez boas defesas, mas tem um medo de agarrar a bola nos cruzamentos. É só soco.
Sobre os laterais não tem mais o que falar. Bola no Pablo é bola perdida e Eltinho está gastando o final de crédito que tem pelo seu passado. Sander jogou muito mais e devia ficar para o próximo jogo. Marrone, por incrível que parece, joga melhor que o Pablo. Se tiver outro lateral para entrar, seria bom o Geninho testar. Pior não vai ficar.
No meio, Claudinei é uma nulidade. É o novo Diego Olhando. Uelinton não é ruim, mas com aquela barriga tinha que ser craque para ser titular num time de série A. Edinho é piada de mau gasto, ainda mais com o gol que perdeu. Pelo menos corre atrás da bola. Acho que o Geninho tá colocando ele em campo pra ver se ele emagrece um pouco. Revson lutou, mas tentou uns passes que não estão no seu cardápio. Faz o simples, meu filho. Iury corre bastante, mas só que no meio dos zagueiros não dá para passar não. É novo e tem que ter paciência. Devia voltar só na boa para não ser queimado. Renan Oliveira com aquele sono ainda é melhor que essa turma e o Tinga só pela correria já merece voltar quando se curar da virose.
O ataque desperdiçou as poucas chances que teve. Anderson Lopes desta vez não esteve bem. Rômulo é um garçom e devia ficar no time, jogando na posição que jogou no segundo tempo. André Lima precisa melhorar, pois não vai poder usar a desculpa da inatividade por muito tempo. Acho que dá para acreditar nele.
Foram só quatro jogos, mas a calculadora já vai ter que ser usada. Faltam 5 jogos para disputar e o Avaí vai ter que fazer pelo menos 12 pontos dos 15. Não vai ser fácil, mas ainda dá.
Manda a turma passar o carnaval fazendo retiro no Morro das Pedras.
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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015
Estamos melhorando
O primeiro tempo contra o time do sul já foi melhor que o primeiro tempo contra o time do norte, mas ainda assim, não foi bom.
O goleiro quase não trabalhou, mas no final do jogo, sua defesa só pareceu difícil e milagrosa porque ele escorregou antes de ter que saltar para defender a bola. A zaga esteve muito bem, apesar do susto inicial e de algumas trapalhadas no segundo tempo. O garoto Maia vibrava a cada bola cortada. Parecia final de campeonato. Os laterais precisam melhorar os cruzamentos.
No meio de campo, o nosso 10 ainda não pode receber nem nota 5. Quase dormiu em campo e na sua substituição parecia mais desanimado que torcedor do SPE. Os lançamentos eram feitos pelo gordinho da 5 que chuta bem e tem boa visão. Pena que cansou no segundo tempo e ficou só passeando no meio do campo. Tinga, ao contrário, parece que tem pilha para uns dois jogos seguidos. Claudinei nem merecia ser mencionado. Só estou escrevendo para dizer que eu sei que ele jogou.
Rômulo não esteve bem, mas tem que dar desconto para ele. Anderson Lopes parece estar cada vez mais a vontade, só que tem dizer pro rapaz que ele não é o dono do time para voltar para o meio para armar a jogada. Tu és centroavante meu filho. André Lima entrou muito bem e quase marcou um gol logo no primeiro toque. Vamos esperar que o ataque volte a funcionar, principalmente depois que o Galego voltar do gancho. Geninho colocou o primo do Rafa Costa para jogar e eu não sei porque. A chance de um novo baixinho e gordinho fazer sucesso é zero, ainda mais que o outro craque só foi fazer gol depois que saiu do sul da ilha. A única coisa boa que o rapaz fez foi levar a falta no final do jogo que o Eltinho cobrou na barreira. Bruno Mendes parece um bom jogador, mas eu não sei se ele está desanimado ou querendo voltar para São Paulo.
Ponto negativo para a cera do time do sul, mas isso é normal. O triste mesmo foi o lance do escanteio que eles tiveram a cara de pau de chutar a bola para frente ao invés de ceder um novo escanteio, depois que o jogador deles, que realmente estava contundido, se jogou no chão depois que viu que os jogadores avaianos cobraram o escanteio rapidamente. Se eu estivesse em campo, eu tinha disputado a bola ao chão e não deixado o CS chutar a bola para o nosso campo.
Sobre o soprado de apito não é bom nem falar.
O próximo jogo, em Ibirama é duro e o Leão normalmente não se dá bem lá. O empate é o mínimo que a gente espera.
O goleiro quase não trabalhou, mas no final do jogo, sua defesa só pareceu difícil e milagrosa porque ele escorregou antes de ter que saltar para defender a bola. A zaga esteve muito bem, apesar do susto inicial e de algumas trapalhadas no segundo tempo. O garoto Maia vibrava a cada bola cortada. Parecia final de campeonato. Os laterais precisam melhorar os cruzamentos.
No meio de campo, o nosso 10 ainda não pode receber nem nota 5. Quase dormiu em campo e na sua substituição parecia mais desanimado que torcedor do SPE. Os lançamentos eram feitos pelo gordinho da 5 que chuta bem e tem boa visão. Pena que cansou no segundo tempo e ficou só passeando no meio do campo. Tinga, ao contrário, parece que tem pilha para uns dois jogos seguidos. Claudinei nem merecia ser mencionado. Só estou escrevendo para dizer que eu sei que ele jogou.
Rômulo não esteve bem, mas tem que dar desconto para ele. Anderson Lopes parece estar cada vez mais a vontade, só que tem dizer pro rapaz que ele não é o dono do time para voltar para o meio para armar a jogada. Tu és centroavante meu filho. André Lima entrou muito bem e quase marcou um gol logo no primeiro toque. Vamos esperar que o ataque volte a funcionar, principalmente depois que o Galego voltar do gancho. Geninho colocou o primo do Rafa Costa para jogar e eu não sei porque. A chance de um novo baixinho e gordinho fazer sucesso é zero, ainda mais que o outro craque só foi fazer gol depois que saiu do sul da ilha. A única coisa boa que o rapaz fez foi levar a falta no final do jogo que o Eltinho cobrou na barreira. Bruno Mendes parece um bom jogador, mas eu não sei se ele está desanimado ou querendo voltar para São Paulo.
Ponto negativo para a cera do time do sul, mas isso é normal. O triste mesmo foi o lance do escanteio que eles tiveram a cara de pau de chutar a bola para frente ao invés de ceder um novo escanteio, depois que o jogador deles, que realmente estava contundido, se jogou no chão depois que viu que os jogadores avaianos cobraram o escanteio rapidamente. Se eu estivesse em campo, eu tinha disputado a bola ao chão e não deixado o CS chutar a bola para o nosso campo.
Sobre o soprado de apito não é bom nem falar.
O próximo jogo, em Ibirama é duro e o Leão normalmente não se dá bem lá. O empate é o mínimo que a gente espera.
Resultados da rodada
Finalizada a segunda rodada, tivemos apenas uma surpresa que foi a derrota do poderoso SPE para os marinheiros. Vamos aos jogos:
Índios capturam o bugre - a líder do campeonato saiu atrás, mas fez mostrou porque subiu e permaneceu na série A. O time da Palhoça perdeu mais uma e novamente levou bastante perigo ao adversário. Está faltando melhorar a pontaria. O time oeste vai receber o Tigre na próxima rodada, num jogo que é sempre equilibrado. O Bugre vai até o vale, onde vai ter a primeira oportunidade de conquistar um ponto.
Coelho não passa pelo capeta - sempre é difícil jogar no caldeirão de Ibirama e desta vez não foi diferente para o time do norte. O time do marqueti mostrou a raça de sempre, mas também não balançou a rede adversária. A bola de cristal acertou o empate. Ruim para os dois. No domingo o time da terra da fartura vai receber o Leão da Ilha, enquanto a turma do balé recebe os marinheiros, que vem cheios de confiança.
Colorado não passa na catraca - o time do planalto tinha a chance de conquistar seus primeiros três pontos, mas não conseguiu fazer valer o mando de campo. O time de Blumenau que já fez mais bonito ano passado, parece que vai ficar pelo meio do caminho desta vez. O blog acertou o empate. Os gaúchos de Lages vem até a capital jogar no remendão e o time do vale recebe o bugre.
Marinheiro afoga o brócolis - na maior surpresa da rodada, o time da sociedade alternativa saiu atrás, virou o placar e quando já achava que tinha fechado o caixão, levou um gol de um ex-brocolense depois uma falha bizonha do seu zagueiro. Ai o time do porto estufou o peito e foi pra cima. O interminável chereque, outro ex-madrilenho empatou e no apagar das luzes, um ex-zagueiro azurra se antecipou ao novo mão de alface multicolorido e virou o jogo. O blog, com muita alegria, errou o palpite. Os marinheiros viajam até o norte e o time do empresário recebe os lageanos.
Leão arranha mas não mata Tigre de cera - depois de um primeiro tempo ruim, o time do Leão voltou bem melhor e merecia a vitória em cima de um time de segunda categoria, que fez muita cera e não tem fair play. Mas a trave e o goleiro jovenzinho e já fingido impediram a vitória azul. O Leão vai até as cataratas de Ibirama num jogo difícil e o Tigre viaja até o oeste enfrentar os índios.
Índios capturam o bugre - a líder do campeonato saiu atrás, mas fez mostrou porque subiu e permaneceu na série A. O time da Palhoça perdeu mais uma e novamente levou bastante perigo ao adversário. Está faltando melhorar a pontaria. O time oeste vai receber o Tigre na próxima rodada, num jogo que é sempre equilibrado. O Bugre vai até o vale, onde vai ter a primeira oportunidade de conquistar um ponto.
Coelho não passa pelo capeta - sempre é difícil jogar no caldeirão de Ibirama e desta vez não foi diferente para o time do norte. O time do marqueti mostrou a raça de sempre, mas também não balançou a rede adversária. A bola de cristal acertou o empate. Ruim para os dois. No domingo o time da terra da fartura vai receber o Leão da Ilha, enquanto a turma do balé recebe os marinheiros, que vem cheios de confiança.
Colorado não passa na catraca - o time do planalto tinha a chance de conquistar seus primeiros três pontos, mas não conseguiu fazer valer o mando de campo. O time de Blumenau que já fez mais bonito ano passado, parece que vai ficar pelo meio do caminho desta vez. O blog acertou o empate. Os gaúchos de Lages vem até a capital jogar no remendão e o time do vale recebe o bugre.
Marinheiro afoga o brócolis - na maior surpresa da rodada, o time da sociedade alternativa saiu atrás, virou o placar e quando já achava que tinha fechado o caixão, levou um gol de um ex-brocolense depois uma falha bizonha do seu zagueiro. Ai o time do porto estufou o peito e foi pra cima. O interminável chereque, outro ex-madrilenho empatou e no apagar das luzes, um ex-zagueiro azurra se antecipou ao novo mão de alface multicolorido e virou o jogo. O blog, com muita alegria, errou o palpite. Os marinheiros viajam até o norte e o time do empresário recebe os lageanos.
Leão arranha mas não mata Tigre de cera - depois de um primeiro tempo ruim, o time do Leão voltou bem melhor e merecia a vitória em cima de um time de segunda categoria, que fez muita cera e não tem fair play. Mas a trave e o goleiro jovenzinho e já fingido impediram a vitória azul. O Leão vai até as cataratas de Ibirama num jogo difícil e o Tigre viaja até o oeste enfrentar os índios.
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015
Foi ruim e foi bom
O começo do jogo mostrou um time que queria tocar a bola, mas perdia todas as divididas. O Leão entrou em campo e ficou na terceira marcha, enquanto o time do norte já estava na quinta.
O zagueiro cabeludo dormiu e o baixinho se antecipou e marcou, num cabeceio a queima roupa que o Vagner não consegui defender.
No segundo gol, os volantes, depois de abrirem todo o espaço para o adversário, faltou apenas gritarem: chuta agora meu filho. Outro cochilo do time.
Aí o time foi pra cima. Precisava levar dois gols para fazer isso? Anderson Lopes que tinha ficado 300 vezes em impedimento, recebeu um cruzamento do Eltinho e acertou uma bela cabeçada.
Na volta para o segundo tempo, parecia outro time. O soprador não quis dar um pênalti para o Leão (foi tão claro que até o RA disse que foi). Ainda assim o time foi pra cima e numa bonita jogada entre Renan e Rômulo, a bola foi para Anderson fez o certo - não ajeitou a bola, só tocou no canto, surpreendendo o goleiro.
Ainda tivemos chances para virar o jogo, mas aí o time resolveu sentar em cima do resultado. No final, o zagueiro avaiano acertou uma cotovela que acho que só roçou o queixo do jogador do jec. Mas daí o soprador viu a chance de ajudar o time da casa. Na confusão, Eduardo Neto também se estranhou e foi para o chuveiro junto como um jogador do norte.
Não dá para dizer que gostei do time do Avaí, mas para a estreia, fora de casa, deu para o gasto. Empatar com eles lá é sempre um bom resultado.
Agora avisa o roupeiro do Avaí que tem que dar uma camisa maior para o número 5 (acho que é o Ueliton), por aquela que ele jogou tá apertada.
terça-feira, 30 de julho de 2013
Hora da Reação
A situação não está fácil, mas tem muito campeonato para jogar a toalha tão cedo.
É verdade que o Avaí precisa conquistar uma montanha de pontos para sonhar com o acesso no final do ano, mas para chegar nos 71 pontos, é preciso primeiro conquistar 3 pontos nesta noite. Nenhuma partida vale 10 pontos e portanto, a fuga do Z4 pode não ser tão rápida e a chegada no G4 pode até demorar. O que não pode é perder de vista os primeiros colocados. Eles já estão um pouco longe, mais ainda dá tempo de alcançar. O Avaí vai enfrentar nestas últimas 9 rodadas do turno, 7 equipes que estão entre a posição 11 e a 20. Então, não é nenhum devaneio acreditar que o time pode encaixar uma boa sequencia de vitórias.
Como diz o ditado, uma caminhada começa com o primeiro passo. E o primeiro passo é hoje. É a chance de HM e seus comandados mostrarem que a torcida ainda pode acreditar neles. É bom que aproveitem a chance e conquistem uma vitória nesta noite, porque senão, vai ser impossível defender qualquer um deles.
Seria bom que fosse acompanhada de um bom futebol, mas pela atual situação, vou me dar por satisfeito se pelo menos o time conquistar os 3 pontos.
Está frio, mas eu vou estar lá, apoiando o Leão.
É verdade que o Avaí precisa conquistar uma montanha de pontos para sonhar com o acesso no final do ano, mas para chegar nos 71 pontos, é preciso primeiro conquistar 3 pontos nesta noite. Nenhuma partida vale 10 pontos e portanto, a fuga do Z4 pode não ser tão rápida e a chegada no G4 pode até demorar. O que não pode é perder de vista os primeiros colocados. Eles já estão um pouco longe, mais ainda dá tempo de alcançar. O Avaí vai enfrentar nestas últimas 9 rodadas do turno, 7 equipes que estão entre a posição 11 e a 20. Então, não é nenhum devaneio acreditar que o time pode encaixar uma boa sequencia de vitórias.
Como diz o ditado, uma caminhada começa com o primeiro passo. E o primeiro passo é hoje. É a chance de HM e seus comandados mostrarem que a torcida ainda pode acreditar neles. É bom que aproveitem a chance e conquistem uma vitória nesta noite, porque senão, vai ser impossível defender qualquer um deles.
Seria bom que fosse acompanhada de um bom futebol, mas pela atual situação, vou me dar por satisfeito se pelo menos o time conquistar os 3 pontos.
Está frio, mas eu vou estar lá, apoiando o Leão.
sábado, 27 de julho de 2013
Mais do mesmo
Mais uma derrota e a coisa tá ficando cada vez pior. HM não consegue fazer o time jogar o futebol que a gente espera. Não há criatividade e as falhas na defesa estão acabando com os esquemas do técnico (se é que tem).
No primeiro tempo, até levar o gol, achei que a partida estava equilibrada, mas sem muitas chances de cada lado. O meio de campo e o ataque do Avaí parecem que não sabem o que fazer com a bola e criam pouquíssimas chances de gol. Apesar das limitações de Tauã e do individualismo do Márcio Diogo, o problema me parece mesmo na falta de criatividade de CS88 e M10. Não é falta de qualidade, mas é falta de inspiração.
Aí veio o gol, que me pareceu falha de marcação do Leandro Silva. O zagueiro deles sobe sozinho e o nosso zagueiro chega atrasado. O Avaí continuou no mesmo ritmo, ou seja, lento e sem criatividade, mas o time do Oeste também não fazia muita coisa. O contra-ataque no final do segundo tempo matou qualquer chance do time na partida. Defesa desarrumada e lenta para voltar, Alê marcando com os olhos e Diego nem se esforçando para ir na bola.
No segundo tempo, pouca coisa mudou e naquele ritmo, o empate não chegaria nunca. O terceiro gol não refletia a partida, pois o time do Oeste também não fez tudo isto para merecer o placar. Leandro Silva ficou reclamando do juiz ao invés de prestar atenção no atacante que estava atrás deles. Nova falha do zagueiro que até tirou várias bolas, mas reclama muito dos companheiros, como se só os outros fossem culpados pelos erros do time. Ele me lembra uns caras que jogam comigo, que estão sempre reclamando dos outros, mas são os que mais erram.
Para não dizer que tudo foi ruim, gostei do Héracles, que apoiou bem e pode ajudar o time. Luciano, que entrou no segundo tempo também foi uma boa surpresa. Reis entrou com vontade e Diego Jardel fez uma fumacinha.
O negócio tá feio e o clima entre os jogadores não parece muito bom. Não quero jogar lenha na fogueira, mas realmente parece que o grupo não está tão unido como dizem.
Perder em Chapecó é um resultado normal. O que não é normal é o futebol que o Avaí está mostrando.
Faltam 28 partidas, das quais serão 15 na Ressacada e 13 fora. Para chegar aos 71 pontos, que foi a pontuação que o quarto colocado teve no ano passado, o Leão vai precisar fazer 62 pontos, o que significa 17 vitórias e 11 empates. Para cada derrota, uma vitória a mais deve ser acrescida nesta conta. Ou seja, se conseguir vencer todas as partidas que faltam em casa, ainda vai precisar buscar 2 fora e empatar todas as outras.
É desanimador, mas só vou jogar a toalha quando a calculadora não me permitir mais sonhar.
Maria, não desista!
No primeiro tempo, até levar o gol, achei que a partida estava equilibrada, mas sem muitas chances de cada lado. O meio de campo e o ataque do Avaí parecem que não sabem o que fazer com a bola e criam pouquíssimas chances de gol. Apesar das limitações de Tauã e do individualismo do Márcio Diogo, o problema me parece mesmo na falta de criatividade de CS88 e M10. Não é falta de qualidade, mas é falta de inspiração.
Aí veio o gol, que me pareceu falha de marcação do Leandro Silva. O zagueiro deles sobe sozinho e o nosso zagueiro chega atrasado. O Avaí continuou no mesmo ritmo, ou seja, lento e sem criatividade, mas o time do Oeste também não fazia muita coisa. O contra-ataque no final do segundo tempo matou qualquer chance do time na partida. Defesa desarrumada e lenta para voltar, Alê marcando com os olhos e Diego nem se esforçando para ir na bola.
No segundo tempo, pouca coisa mudou e naquele ritmo, o empate não chegaria nunca. O terceiro gol não refletia a partida, pois o time do Oeste também não fez tudo isto para merecer o placar. Leandro Silva ficou reclamando do juiz ao invés de prestar atenção no atacante que estava atrás deles. Nova falha do zagueiro que até tirou várias bolas, mas reclama muito dos companheiros, como se só os outros fossem culpados pelos erros do time. Ele me lembra uns caras que jogam comigo, que estão sempre reclamando dos outros, mas são os que mais erram.
Para não dizer que tudo foi ruim, gostei do Héracles, que apoiou bem e pode ajudar o time. Luciano, que entrou no segundo tempo também foi uma boa surpresa. Reis entrou com vontade e Diego Jardel fez uma fumacinha.
O negócio tá feio e o clima entre os jogadores não parece muito bom. Não quero jogar lenha na fogueira, mas realmente parece que o grupo não está tão unido como dizem.
Perder em Chapecó é um resultado normal. O que não é normal é o futebol que o Avaí está mostrando.
Faltam 28 partidas, das quais serão 15 na Ressacada e 13 fora. Para chegar aos 71 pontos, que foi a pontuação que o quarto colocado teve no ano passado, o Leão vai precisar fazer 62 pontos, o que significa 17 vitórias e 11 empates. Para cada derrota, uma vitória a mais deve ser acrescida nesta conta. Ou seja, se conseguir vencer todas as partidas que faltam em casa, ainda vai precisar buscar 2 fora e empatar todas as outras.
É desanimador, mas só vou jogar a toalha quando a calculadora não me permitir mais sonhar.
Maria, não desista!
domingo, 14 de julho de 2013
Pouca transpiração, nenhuma inspiração
O Avaí novamente não fez um bom futebol e não conseguiu a vitória que a torcida esperava. O resultado foi ruim. Podem até considerar que, pelo o que aconteceu no primeiro tempo, conseguir empatar já foi lucro, mas a verdade é que foram dois pontos que o Avaí não poderá usar para a conta do acesso.
Estive na Ressacada e minha primeira decepção foi com a torcida. Sábado de sol, temperatura agradável, horário bom, estreia do técnico que a torcida queria na Ressacada, um evento no almoço para atrair os torcedores, etc. Muitos motivos para a torcida comparecer ao estádio para empurrar o time para uma importante vitória. Mas pouco mais de 5000 torcedores compareceram. E o pior foi ver a geladeira que estava a torcida. Não apoiou o time e até vaiou. Só começou a incentivar quando fez o primeiro gol. Novamente foi o time que acendeu a torcida e não o contrário.
No campo, não vi nenhuma organização, como muitos esperam do time treinado por HM. O resultado de 2x0 no primeiro também não refletiu o que aconteceu em campo, porque o time do Paraná não foi tão superior a ponto de justificar os gols. Foram as falhas na defesa que custaram os gols.
No primeiro gol, a falha começa com Rodrigo Thiesen, que não acompanha o atacante que fez 1-2 com outro atacante, continua com o zagueiro Bruno Maia, que levou o drible e termina com Aélson, que só precisava ficar parado na frente do atacante, mas resolveu ficar de costas para o lance.
No segundo gol, a falha começa com uma furada de, se não me engano, Rodrigo Thiesen. A bola foi lançada nas costa de Bovi, que estava marcando mais a frente. O gol novamente foi em cima do Aelson, mas que desta vez, teve menos culpa. Diego estava mal posicionado.
A torcida, ao invés de ajudar, vaiava, principalmente quando Bovi pegava na bola. Até parece que ele era o único que jogava mal. Este rapaz atingiu o patamar de intolerância que outros jogadores já alcançaram com a torcida, como Robinho, Dirceu e Marcos Vinícius. Se eu fosse HM só escalaria ele (se escalasse) em jogos fora de casa, pois na Ressacada ele não poderá errar nenhuma bola, que será vaiado. Sendo assim, não vai querer arriscar nenhum chute ou cruzamento. Alex Reinaldo entrou e fez uma boa fumaça, devendo ganhar a posição na próxima partida. Mas também não é nenhum assombro para a gente ficar otimista. Aélson tem vontade, mas não tem qualidade para a série B. Marrone como lateral é um bom volante. Resumo das laterais: estamos perdidos.
A zaga, como escrevi no jogo contra o São Caetano, precisa melhorar e só não havia levado gol em São Bernardo, porque o ataque do azulão de lá é ruim.
Rodrigo Thiesen tem que entender que sua capacidade de passar a bola só é eficaz num raio menor que 1 m. Acima desta distância a chance de errar é muito grande. Eduardo Costa errou algumas vezes, marcou outras com os olhos, mas no geral, não esteve tão mal.
CS 88 foi para mim, a grande decepção da partida. Eu sei que tinha um carrapato ao seu lado, mas craque como ele é, poderia aparecer mais para o jogo. Ele fica perdido na frente, esperando receber a bola. Ele precisa recuar para começar a jogada, pois tem muita qualidade. Foi muito mal e como deve ser um dos que mais ganha no time, tem que sair mais cobrado que os outros. Diego Jardel não estava uma maravilha, mas não deveria ter sido substituído. Foi dos pés dele que o Avaí criou as poucas oportunidades do primeiro tempo.
Reis está mal e além disso, a bola não chega nos seus pés. Márcio Diogo foi, para mim, o melhor da partida. Não estava bem no primeiro tempo, mas participou dos dois lances dos gols, fazendo inclusive o segundo. Tauã entrou bem, mas tem que melhorar para ser titular.
HM ainda tem muito crédito para gastar, mas precisa consertar muita coisa no time. O time não está organizado e parece que o clima não está tão bom assim.
A distância para os primeiros está aumentando e daqui a pouco não haverá mais tempo para alcançar.
Acorda Avaí.
Estive na Ressacada e minha primeira decepção foi com a torcida. Sábado de sol, temperatura agradável, horário bom, estreia do técnico que a torcida queria na Ressacada, um evento no almoço para atrair os torcedores, etc. Muitos motivos para a torcida comparecer ao estádio para empurrar o time para uma importante vitória. Mas pouco mais de 5000 torcedores compareceram. E o pior foi ver a geladeira que estava a torcida. Não apoiou o time e até vaiou. Só começou a incentivar quando fez o primeiro gol. Novamente foi o time que acendeu a torcida e não o contrário.
No campo, não vi nenhuma organização, como muitos esperam do time treinado por HM. O resultado de 2x0 no primeiro também não refletiu o que aconteceu em campo, porque o time do Paraná não foi tão superior a ponto de justificar os gols. Foram as falhas na defesa que custaram os gols.
No primeiro gol, a falha começa com Rodrigo Thiesen, que não acompanha o atacante que fez 1-2 com outro atacante, continua com o zagueiro Bruno Maia, que levou o drible e termina com Aélson, que só precisava ficar parado na frente do atacante, mas resolveu ficar de costas para o lance.
No segundo gol, a falha começa com uma furada de, se não me engano, Rodrigo Thiesen. A bola foi lançada nas costa de Bovi, que estava marcando mais a frente. O gol novamente foi em cima do Aelson, mas que desta vez, teve menos culpa. Diego estava mal posicionado.
A torcida, ao invés de ajudar, vaiava, principalmente quando Bovi pegava na bola. Até parece que ele era o único que jogava mal. Este rapaz atingiu o patamar de intolerância que outros jogadores já alcançaram com a torcida, como Robinho, Dirceu e Marcos Vinícius. Se eu fosse HM só escalaria ele (se escalasse) em jogos fora de casa, pois na Ressacada ele não poderá errar nenhuma bola, que será vaiado. Sendo assim, não vai querer arriscar nenhum chute ou cruzamento. Alex Reinaldo entrou e fez uma boa fumaça, devendo ganhar a posição na próxima partida. Mas também não é nenhum assombro para a gente ficar otimista. Aélson tem vontade, mas não tem qualidade para a série B. Marrone como lateral é um bom volante. Resumo das laterais: estamos perdidos.
A zaga, como escrevi no jogo contra o São Caetano, precisa melhorar e só não havia levado gol em São Bernardo, porque o ataque do azulão de lá é ruim.
Rodrigo Thiesen tem que entender que sua capacidade de passar a bola só é eficaz num raio menor que 1 m. Acima desta distância a chance de errar é muito grande. Eduardo Costa errou algumas vezes, marcou outras com os olhos, mas no geral, não esteve tão mal.
CS 88 foi para mim, a grande decepção da partida. Eu sei que tinha um carrapato ao seu lado, mas craque como ele é, poderia aparecer mais para o jogo. Ele fica perdido na frente, esperando receber a bola. Ele precisa recuar para começar a jogada, pois tem muita qualidade. Foi muito mal e como deve ser um dos que mais ganha no time, tem que sair mais cobrado que os outros. Diego Jardel não estava uma maravilha, mas não deveria ter sido substituído. Foi dos pés dele que o Avaí criou as poucas oportunidades do primeiro tempo.
Reis está mal e além disso, a bola não chega nos seus pés. Márcio Diogo foi, para mim, o melhor da partida. Não estava bem no primeiro tempo, mas participou dos dois lances dos gols, fazendo inclusive o segundo. Tauã entrou bem, mas tem que melhorar para ser titular.
HM ainda tem muito crédito para gastar, mas precisa consertar muita coisa no time. O time não está organizado e parece que o clima não está tão bom assim.
A distância para os primeiros está aumentando e daqui a pouco não haverá mais tempo para alcançar.
Acorda Avaí.
domingo, 7 de julho de 2013
O que mudou?
O Avaí voltou a jogar pela série B e empatou com o São Caetano, fora de casa. Resultado ruim? Depende. O time de Chapecó conseguiu vencer lá dentro, mas o Atlético de Goiás perdeu. Acho que poderia ser melhor, mas dá para aceitar o resultado.
O futebol, no entanto, é que não foi dos melhores. A defesa levou alguns sustos e bateu cabeça algumas vezes. Ninguém vai me convencer que o HM já arrumou a cozinha do Leão. O meio de campo não fez muita coisa e o CS88 não parece muito contente com a vida. No ataque, faltou pontaria e habilidade. Ou seja, o técnico mudou, mas o futebol não muito.
Se o técnico fosse o Ricardinho, a maioria ia dizer que não passou de um empate e mostrou as falhas do ataque de sempre e só não levou gol porque o ataque do São Caetano é muito ruim. Mas como é o HM, acho que a maioria vai dizer que foi um ponto conquistado fora de casa, que a defesa está mais organizada e o que o ataque criou oportunidades, mas faltou capricho dos atacantes.
Tudo é uma questão de boa ou má vontade. Quando se quer, só se vê o copo meio cheio, que é o caso de muitos agora, porque o HM está no comando. Do mesmo modo, muitas vezes, apenas por uma questão de antipatia, só se vê o copo meio vazio, como na era Ricardinho.
Não vi nada muito diferente no Avaí de hoje em relação ao Leão de maio e junho. Toca, toca e não faz nada. Quando a oportunidade surge, o ataque não aproveita. A diferença é que hoje os atacantes adversários não aproveitaram as falhas da defesa avaiana.
Agora é torcer para que o HM veja os problemas desta partida e conserte para a próxima. Quem sabe com M10 em campo, tenhamos um pouco mais de criatividade, pois CS88 e Jardel não estavam inspirados.
O Leão está 5 pontos distante do último do G4, que é time do professor Pardal. Ainda tem muito jogo pela frente, mas é bom se aproximar logo do pelotão da frente, porque depois vai ser tarde.
segunda-feira, 27 de maio de 2013
Prós e Contras do empate e nossa arrogância
O time fez um bom início de jogo, marcando o gol logo no começo e parecia que teria uma noite tranquila. Mas, aos poucos, o time paulista foi tomando conta do jogo e nosso meio de campo foi sumindo. Passou a maior parte do jogo se livrando da bola. Nos raros momentos que tocava a bola, chegava até com algum perigo no ataque.
Levar o gol de empate no último lance, e ainda por cima do goleiro, transformou o ponto conquistado fora de casa, num sentimento de perda de 2 pontos. Nem vou discutir as alterações do Ricardinho, porque depois do jogo é fácil dizer o que se deveria fazer, e mesmo assim, não se tem garantia do sucesso.
Todo mundo reclamava que o M10 estava sozinho e precisava de alguém para ajudá-lo. A diretoria trouxe o CS88 e a magia só durante 20 minutos. Agora a torcida diz que a culpa é do Ricardinho. É claro que ele como treinador tem sua grande parcela de culpa, mas vamos ser honestos, a turma que corre atrás da bola também tem culpa no cartório, começando por M10 e CS88 que, se não se esconderam do jogo, deram uma sumidinha básica.
É certo que os 3 pontos poderiam ter vindo até de uma forma mais tranquila, mas reclamar de "só empatar com o Oeste fora de casa" me parece um pouco de arrogância por parte da torcida avaiana. Será que o time do Avaí é tão bom assim que empatar fora é perder ponto? Não duvido que o time paulista sofra várias derrotas em casa, mas também é possível que faça um papel razoável em casa. No campeonato paulista, por exemplo, seu desempenho em casa foi de 4 vitórias, 3 empates e 3 derrotas (São Bernado, Santos e Palmeiras).
A série B está no começo e queimar alguns jogadores por causa de uma partida é um pouco precipitado. Vou esperar pela terça-feira para daí sim, poder avaliar melhor o time avaiano.
Levar o gol de empate no último lance, e ainda por cima do goleiro, transformou o ponto conquistado fora de casa, num sentimento de perda de 2 pontos. Nem vou discutir as alterações do Ricardinho, porque depois do jogo é fácil dizer o que se deveria fazer, e mesmo assim, não se tem garantia do sucesso.
Todo mundo reclamava que o M10 estava sozinho e precisava de alguém para ajudá-lo. A diretoria trouxe o CS88 e a magia só durante 20 minutos. Agora a torcida diz que a culpa é do Ricardinho. É claro que ele como treinador tem sua grande parcela de culpa, mas vamos ser honestos, a turma que corre atrás da bola também tem culpa no cartório, começando por M10 e CS88 que, se não se esconderam do jogo, deram uma sumidinha básica.
É certo que os 3 pontos poderiam ter vindo até de uma forma mais tranquila, mas reclamar de "só empatar com o Oeste fora de casa" me parece um pouco de arrogância por parte da torcida avaiana. Será que o time do Avaí é tão bom assim que empatar fora é perder ponto? Não duvido que o time paulista sofra várias derrotas em casa, mas também é possível que faça um papel razoável em casa. No campeonato paulista, por exemplo, seu desempenho em casa foi de 4 vitórias, 3 empates e 3 derrotas (São Bernado, Santos e Palmeiras).
A série B está no começo e queimar alguns jogadores por causa de uma partida é um pouco precipitado. Vou esperar pela terça-feira para daí sim, poder avaliar melhor o time avaiano.
sexta-feira, 26 de abril de 2013
As credenciais, o bloqueio da carteira e o jogo
Fui na Ressacada para assistir ao jogo contra o Volta Redonda e vou resumir o roteiro da noite:
1 - As credenciais
Fui buscar um credencial para um amigo meu. Como não podia ir antes na Ressacada, tentei chegar mais cedo ao estádio, prevendo uma fila. Cheguei às 18:30 e a fila já estava próximo da rua. O sistema de entrega era relativamente rápido, mas a falta de educação de alguns jovens avaianos, querendo dar uma de espertinho e furando a fila é de tirar a gente do sério. Não quis dar um pito nos moleques porque, além de não ser do meu estilo, não queria sarna para me coçar. Mas que eles mereciam uma boa chamada de atenção, mereciam. Sobre a fila, minha única sugestão é usar o método das senhas, como já fazem na secretaria.
Sobre a entrega das credenciais, minha sugestão é que, além desta modalidade de entregar uma credencial, eles também liberassem o uso da carteira para duas entradas, diretamente na catraca, como já fizeram uma vez. Ou seja, se eu ir antes, pego uma credencial, e bloqueio a minha segunda entrada. Se não puder, eu vou na hora do jogo, com meu convidado e passo a carteira duas vezes.
2 - O bloqueio das carteiras
Tive minha carteira bloqueada, mas eles não souberam me explicar o motivo. Para não perder tempo na fila, aceitei deixar a carteira para esclarecer outro dia. Meu pagamento é pela conta de energia, que está em dia, pois é débito automático. Logo, não era por atraso. Li no blog do Alexandre Aguiar (clique aqui) os motivos apresentados pelo clube para retenção da carteira (atraso, chip, numeração, boletos, segunda via, carteira antiga e outros motivos desconhecidos).
No meu caso, a secretaria me informou, hoje, que o motivo era que a Celesc não estava repassando as informações de pagamento para o clube. Suponho então que entrei na categoria da falta de pagamento. Como já expliquei acima, estou em dia com o clube, mas não tenho culpa se o método que o próprio clube disponibilizou não está dando certo. Eles pediram para tirar uma cópia da fatura e mandar para eles para comprovar o pagamento. Fiz isto e mandei por e-mail. Felizmente, pude resolver isto já hoje, mas acredito que eu ia me aborrecer bastante se deixasse para resolver no domingo. Quero registrar que a pessoa da secretaria me atendeu com muita calma e educação, liberou a carteira, garantindo que eu posso assistir ao jogo no domingo, antes mesmo de eu enviar o comprovante. Espero que eu não me decepcione.
Minha sugestão em relação ao bloqueio de carteiras é o seguinte:
Para começar, o sistema precisaria ser programado para diferenciar o primeiro bloqueio da carteira. Não acho que seja difícil gerar um novo código para isso.
No caso de primeiro bloqueio, o sócio seria avisado que há algum problema com a carteira e que ele deve procurar a secretaria, por telefone, e-mail ou pessoalmente. Neste caso, ele não teria a carteira retida e poderia assistir ao jogo. Entretanto, seria avisado que só poderia assistir ao próximo jogo, se resolvesse sua situação, pois seu acesso só voltaria a ser liberado após resolver a pendência com a secretaria.
No meu caso, por exemplo, eu poderia resolver o problema sem precisar ir na Ressacada, pois a carteira continuaria comigo.
Para o clube, teria a vantagem de não precisar ficar guardando uma centena de carteiras, e gerando imensas filas na hora do jogo para resolver a situação e devolver a carteira.
3 - O Jogo
O Avaí jogou muito bem e manteve a calma mesmo levando o gol do empate e não tendo a torcida ajudando (pelo menos no setor A). Volto a dizer que a torcida só ajuda quando o time está vencendo. Aí não precisa da torcida. O time precisa do grito do torcedor justamente quando está numa situação difícil. Isto só acontece num único jogo, que é o clássico.
No jogo, a concordância quase geral é que nossa zaga dá nos nervos, apesar que em alguns lances, a falha começou no meio de campo, com erros de Eduardo Costa ou Alê.
Apesar disso, o time jogo bem, com destaque para Alê, que acertou quase tudo. Ygor também foi bem, principalmente no primeiro tempo, mostrando muita mobilidade e tentando criar situações de ataque. Se o CS10 não vier, talvez possa se tornar o companheiro do M10 para a série B.
Reis até fez o gol, mas ainda precisa melhorar para voltar a condição que se apresentou nos primeiros jogos. Roberson parece ser bom de bola, mas precisa encontrar seu espaço no campo.
Arlan esteve bem e Julinho mostrou que se quiser, pode ser titular absoluto. Marquinhos Santos não esteve tão bem, mas deu sua preciosa contribuição com a cobrança perfeita da falta. Acho engraçado que a torcida aplaude até erro de passe do galego. Ele é imune a falhas e provavelmente tem gente que vai ficar brabo pela minha insolência em falar um pouquinho mal do craque avaiano. Tô nem aí. Opinião é que nem... nariz, cada um tem a sua. Isto não significa que não ache ele importante para o time. Apenas estou dizendo que na partida de ontem (e em várias outras) ele não jogou o que sabe.
Tauã não entrou bem e parecia nervoso. Ricardinho é um motorzinho e só não é titular porque vai ser difícil tirar EC e Alê. Danilo entrou e guardou o seu, mas não vai ter chance no time titular.
Passada esta fase, agora é pensar de novo no estadual. A parada de domingo é difícil, mas o jogo de quarta deu esperança.
domingo, 21 de abril de 2013
Vencer e não reclamar
Neste domingo o Avaí entra em campo como favoritíssimo contra o rebaixado time do Camboriú. Não tem outro resultado senão a vitória para o Leão da Ilha. Eu sei que no campo são 11 contra 11 e blá, blá, blá, mas o time do Marquinhos tem obrigação de vencer.
Parece que o time de Camboriú vem com vários jogadores da base. Alguns pensam que isto pode dificultar o jogo, pois os garotos vão jogar com vontade. Olha, eles podem até complicar o jogo, mas eu não acredito. Se eles fossem tão bons a ponto de endurecer um jogo contra o time do Avaí, era certo que seriam titulares durante o campeonato. Essa de que jogar contra os reservas é mais difícil porque querem mostrar serviço é desculpa para incompetente.
Talvez o começo do jogo possa até ser um pouco difícil, dada a vontade que os garotos podem mostrar, marcando e correndo, mas isto não vai durar nem o primeiro tempo inteiro. Além disso, independente da vontade do adversário, é o time do Avaí que tem que mostrar serviço. Não querem ser campeões? Então mostrem um pouco de futebol.
Não espero uma vitória de 10x0, mas que seja, pelo menos, de uns 2x0. Os três pontos é que valem, é verdade, mas terminar o returno com uma vitória sofrida contra o lanterna do campeonato não será um bom sinal para o que vem pela frente. De qualquer maneira, a torcida tem que incentivar, independente do placar. Mesmo que venha uma vitória magra, o importante será vencer e para isso, o apoio da torcida é muito importante.
Com a vitória, virá a classificação para as semifinais. Aí será outra história. Talvez a motivação seja outra, mas um time não começa a jogar bem de uma hora para outra. Ricardinho teve a semana toda para treinar e talvez o time apresente um pouco mais de organização.
Eu que sou otimista por natureza, estou meio cético quanto às chances do Avaí de conquistar o bicampeonato. As atuações do time no campeonato não enchem o torcedor de esperança. O que me consola é ver os adversários, que também não são isso tudo. O time do sul, o do oeste e o de rosa, prováveis adversários nas finais, não assustam ninguém. O time do carvão cresceu no final, mas não se sabe o quanto isto é chama ou brasa. O time do oeste fez bonito no turno e caiu no returno, mas a força da aldeia é sempre forte e não é todo o dia que se ganha lá dentro. O time do professor pardal pode jogar bem como tentar amorcegar o jogo e se dar mal.
Será que teremos um replay do ano passado? Não temos CS10 mas temos M10. Vamos acompanhar os próximos capítulos.
Neste domingo, o que interessa é torcer pelo Leão.
Parece que o time de Camboriú vem com vários jogadores da base. Alguns pensam que isto pode dificultar o jogo, pois os garotos vão jogar com vontade. Olha, eles podem até complicar o jogo, mas eu não acredito. Se eles fossem tão bons a ponto de endurecer um jogo contra o time do Avaí, era certo que seriam titulares durante o campeonato. Essa de que jogar contra os reservas é mais difícil porque querem mostrar serviço é desculpa para incompetente.
Talvez o começo do jogo possa até ser um pouco difícil, dada a vontade que os garotos podem mostrar, marcando e correndo, mas isto não vai durar nem o primeiro tempo inteiro. Além disso, independente da vontade do adversário, é o time do Avaí que tem que mostrar serviço. Não querem ser campeões? Então mostrem um pouco de futebol.
Não espero uma vitória de 10x0, mas que seja, pelo menos, de uns 2x0. Os três pontos é que valem, é verdade, mas terminar o returno com uma vitória sofrida contra o lanterna do campeonato não será um bom sinal para o que vem pela frente. De qualquer maneira, a torcida tem que incentivar, independente do placar. Mesmo que venha uma vitória magra, o importante será vencer e para isso, o apoio da torcida é muito importante.
Com a vitória, virá a classificação para as semifinais. Aí será outra história. Talvez a motivação seja outra, mas um time não começa a jogar bem de uma hora para outra. Ricardinho teve a semana toda para treinar e talvez o time apresente um pouco mais de organização.
Eu que sou otimista por natureza, estou meio cético quanto às chances do Avaí de conquistar o bicampeonato. As atuações do time no campeonato não enchem o torcedor de esperança. O que me consola é ver os adversários, que também não são isso tudo. O time do sul, o do oeste e o de rosa, prováveis adversários nas finais, não assustam ninguém. O time do carvão cresceu no final, mas não se sabe o quanto isto é chama ou brasa. O time do oeste fez bonito no turno e caiu no returno, mas a força da aldeia é sempre forte e não é todo o dia que se ganha lá dentro. O time do professor pardal pode jogar bem como tentar amorcegar o jogo e se dar mal.
Será que teremos um replay do ano passado? Não temos CS10 mas temos M10. Vamos acompanhar os próximos capítulos.
Neste domingo, o que interessa é torcer pelo Leão.
terça-feira, 2 de abril de 2013
Reforçando o adversário
A diretoria do Avaí liberou os setores E e F para a torcida do Estreito no clássico do próximo domingo. O setor E é aquela parte coberta que eles já liberaram várias vezes para a torcida adversária.
Por mais que alguém queira defender esta ideia dizendo que aquela parte nunca é preenchida e que é uma maneira de arrecadar dinheiro, eu acho que mais importante do que a parte financeira, é o respeito pela torcida do Avaí.
Aquele espaço é da torcida do Avaí, tanto que no próprio site do clube é oferecido cadeiras para o setor E. Sendo assim, não pode se admitir que a diretoria em determinados jogos coloque torcedores adversários naquele espaço, ainda mais da torcida mais rival que temos.
Pelo que sei, o clube é obrigado a oferecer 10 % da capacidade do estádio para a torcida adversária. Só o setor E tem capacidade para 993 pessoas e o setor F+G+H tem capacidade para mais 3320 pessoas. Ou seja, para não ultrapassar os 1780 lugares, que é o mínimo exigido, o setor F terá que ser reduzido para 800 lugares. Será assim, ou veremos 2000 torcedores alvirosados no estádio?
Eu sei que o jogo é decidido no campo e que a maior ou menor presença da torcida adversária não garante a vitória ou a derrota, mas convenhamos que liberar um número maior de lugares para eles é reforçar o adversário, visto que mais torcedores deles estarão lá, apoiando os jogadores multicoloridos. Para mim, quanto menos torcida adversária, melhor para o time que eu torço.
Por fim,é uma temeridade deixar os torcedores do Estreito ocuparem os lugares do setor E, visto que em cima deles estão camarotes de avaianos e esta combinação normalmente não dá certo.
Em relação a quem pensa que aquele poderia ser um setor misto, quero dizer que apoiaria a ideia se tivesse certeza que lá estariam apenas torcedores da paz que sabem curtir um jogo e sabem brincar com o resultado. Infelizmente, esta espécie é cada vez mais rara no estádio. Num jogo como este, até mesmo aqueles que sabem conviver harmoniosamente com os adversários podem se transformar em torcedores exaltados.
Para que isto acontecesse seria preciso criar uma cultura para ter um espaço misto em todos os jogos, que serviria para que famílias que torcem por times adversários pudessem ver o jogo juntos. Estive uma vez no Maracanã, assistindo a Fluminense e Vasco num setor misto e achei muito legal. Mas aquilo não era uma novidade e além disso, a quantidade de jogos entre os 4 times do Rio é bem maior, além do Maracanã ter espaço de sobra para se poder dar ao luxo de reservar uma parte do estádio para isso. Não é o caso de Florianópolis, que só tem 2 times e da Ressacada, que não é tão grande assim. Sendo assim, sou contra o setor misto.
Por fim, quero dar nota ZERO para a diretoria avaiana por esta ideia. Prefiro ver o setor E vazio, do que ocupado por qualquer torcida, ainda mais dos nossos queridíssimos amigos do Estreito.
Por mais que alguém queira defender esta ideia dizendo que aquela parte nunca é preenchida e que é uma maneira de arrecadar dinheiro, eu acho que mais importante do que a parte financeira, é o respeito pela torcida do Avaí.
Aquele espaço é da torcida do Avaí, tanto que no próprio site do clube é oferecido cadeiras para o setor E. Sendo assim, não pode se admitir que a diretoria em determinados jogos coloque torcedores adversários naquele espaço, ainda mais da torcida mais rival que temos.
Pelo que sei, o clube é obrigado a oferecer 10 % da capacidade do estádio para a torcida adversária. Só o setor E tem capacidade para 993 pessoas e o setor F+G+H tem capacidade para mais 3320 pessoas. Ou seja, para não ultrapassar os 1780 lugares, que é o mínimo exigido, o setor F terá que ser reduzido para 800 lugares. Será assim, ou veremos 2000 torcedores alvirosados no estádio?
Eu sei que o jogo é decidido no campo e que a maior ou menor presença da torcida adversária não garante a vitória ou a derrota, mas convenhamos que liberar um número maior de lugares para eles é reforçar o adversário, visto que mais torcedores deles estarão lá, apoiando os jogadores multicoloridos. Para mim, quanto menos torcida adversária, melhor para o time que eu torço.
Por fim,é uma temeridade deixar os torcedores do Estreito ocuparem os lugares do setor E, visto que em cima deles estão camarotes de avaianos e esta combinação normalmente não dá certo.
Em relação a quem pensa que aquele poderia ser um setor misto, quero dizer que apoiaria a ideia se tivesse certeza que lá estariam apenas torcedores da paz que sabem curtir um jogo e sabem brincar com o resultado. Infelizmente, esta espécie é cada vez mais rara no estádio. Num jogo como este, até mesmo aqueles que sabem conviver harmoniosamente com os adversários podem se transformar em torcedores exaltados.
Para que isto acontecesse seria preciso criar uma cultura para ter um espaço misto em todos os jogos, que serviria para que famílias que torcem por times adversários pudessem ver o jogo juntos. Estive uma vez no Maracanã, assistindo a Fluminense e Vasco num setor misto e achei muito legal. Mas aquilo não era uma novidade e além disso, a quantidade de jogos entre os 4 times do Rio é bem maior, além do Maracanã ter espaço de sobra para se poder dar ao luxo de reservar uma parte do estádio para isso. Não é o caso de Florianópolis, que só tem 2 times e da Ressacada, que não é tão grande assim. Sendo assim, sou contra o setor misto.
Por fim, quero dar nota ZERO para a diretoria avaiana por esta ideia. Prefiro ver o setor E vazio, do que ocupado por qualquer torcida, ainda mais dos nossos queridíssimos amigos do Estreito.
segunda-feira, 1 de abril de 2013
Sem preocupações
A derrota em Joinville, apesar de doída, não tirou o ânimo da sempre otimista torcida avaiana. Pelos comentários da blogofera azul, percebe-se que a maioria considerou que a derrota poderia acontecer, apesar do placar mais elástico do que se imaginava.
Ninguém fez terra arrasada. Assim como não haviam se empolgado com as vitórias anteriores, também agora poucos largaram a toalha por causa desta derrota.
Como o técnico só havia feito três partidas, é consenso que ele ainda está ajustando o time e por isso é cedo para considerar que ficando com ele, o fracasso na série B é certo. Retranqueiro ou aposta mal feita também são coisas que não encontrei por ai.
Em relação às substituições, ninguém deu uma de profeta do passado (aquele que afirma categoricamente as coisas, mas só depois do fato acontecido). Todos ficaram com a mesma opinião que tinham até o Avaí tomar o primeiro gol, afinal o time não tinha jogado mal no primeiro tempo e se mantivesse a postura, traria pelo menos 1 ponto. Logo todos concordaram que era esse mesmo o time que deveria ter sido escalado.
Ygor jogou uns 30 minutos (se tanto) e por isso foi poupado pelos torcedores, já que sabem que não é possível, com tão pouco tempo de jogo, avaliar seriamente um jogador. Insinuações sobre a força de seu empresário ou que jogador desse nível a gente tem na base, é outra coisa que não vi.
Em relação ao jogo, o que se viu foi um time entrosado e que não sentiu a sequencia de partidas em campo molhado e o fato da última partida ter sido tão recente (quinta-feira).
Dizer que o time jogou para empatar e por isso mereceu perder também foi outra pérola que não li.
Não vi ninguém dizer que Diego falhou no gol. É claro que o melhor era ficar dentro do gol e torcer para o jogador adversário chutar para fora.
A zaga foi perdoada, pois o senso de colocação dos zagueiros novamente não nos preocupou.
Arlan novamente se destacou, principalmente pelo sua audácia de querer sair driblando no meio de tantos atacantes adversários. Seu apoio ao ataque e seus cruzamentos precisos quase resultaram em lances de perigo.
O meio de campo não sentiu falta do Marquinhos. Apesar que todo mundo já estava reclamando da ausência do galego durante todo o primeiro tempo. O primeiro gol apenas fez a maioria lembrar do cartão amarelo forçado, que todos já haviam condenado, pois era mais importante ele estar em Joinville do que correr o risco de não jogar o clássico.
No ataque, o Roberson esteve bem atento ao jogo e por isso foi até elogiado, enquanto Reis ficou batendo cabeça e pouco produziu. Mas ele não tem que se preocupar, pois assim como os 4 gols não fizeram dele a nova esperança de gols, ficar duas partidas sem marca fará dele um novo poste. A torcida tem paciência sim.
A esperança de uma vitória no clássico e da conquista do bicampeonato ainda são muito grandes para a grande maioria e independente do resultado no clássico, é certo que no jogo contra o Camboriú, a Ressacada vai lotar, como aliás, foi normal nos últimos tempos, pois agora não se dá mais desculpa nenhuma para não ir na Ressacada, seja horário, trânsito, chuva, lei seca ou qualquer outra coisa.
Esta postagem foi uma homenagem ao dia primeiro de abril.
Ninguém fez terra arrasada. Assim como não haviam se empolgado com as vitórias anteriores, também agora poucos largaram a toalha por causa desta derrota.
Como o técnico só havia feito três partidas, é consenso que ele ainda está ajustando o time e por isso é cedo para considerar que ficando com ele, o fracasso na série B é certo. Retranqueiro ou aposta mal feita também são coisas que não encontrei por ai.
Em relação às substituições, ninguém deu uma de profeta do passado (aquele que afirma categoricamente as coisas, mas só depois do fato acontecido). Todos ficaram com a mesma opinião que tinham até o Avaí tomar o primeiro gol, afinal o time não tinha jogado mal no primeiro tempo e se mantivesse a postura, traria pelo menos 1 ponto. Logo todos concordaram que era esse mesmo o time que deveria ter sido escalado.
Ygor jogou uns 30 minutos (se tanto) e por isso foi poupado pelos torcedores, já que sabem que não é possível, com tão pouco tempo de jogo, avaliar seriamente um jogador. Insinuações sobre a força de seu empresário ou que jogador desse nível a gente tem na base, é outra coisa que não vi.
Em relação ao jogo, o que se viu foi um time entrosado e que não sentiu a sequencia de partidas em campo molhado e o fato da última partida ter sido tão recente (quinta-feira).
Dizer que o time jogou para empatar e por isso mereceu perder também foi outra pérola que não li.
Não vi ninguém dizer que Diego falhou no gol. É claro que o melhor era ficar dentro do gol e torcer para o jogador adversário chutar para fora.
A zaga foi perdoada, pois o senso de colocação dos zagueiros novamente não nos preocupou.
Arlan novamente se destacou, principalmente pelo sua audácia de querer sair driblando no meio de tantos atacantes adversários. Seu apoio ao ataque e seus cruzamentos precisos quase resultaram em lances de perigo.
O meio de campo não sentiu falta do Marquinhos. Apesar que todo mundo já estava reclamando da ausência do galego durante todo o primeiro tempo. O primeiro gol apenas fez a maioria lembrar do cartão amarelo forçado, que todos já haviam condenado, pois era mais importante ele estar em Joinville do que correr o risco de não jogar o clássico.
No ataque, o Roberson esteve bem atento ao jogo e por isso foi até elogiado, enquanto Reis ficou batendo cabeça e pouco produziu. Mas ele não tem que se preocupar, pois assim como os 4 gols não fizeram dele a nova esperança de gols, ficar duas partidas sem marca fará dele um novo poste. A torcida tem paciência sim.
A esperança de uma vitória no clássico e da conquista do bicampeonato ainda são muito grandes para a grande maioria e independente do resultado no clássico, é certo que no jogo contra o Camboriú, a Ressacada vai lotar, como aliás, foi normal nos últimos tempos, pois agora não se dá mais desculpa nenhuma para não ir na Ressacada, seja horário, trânsito, chuva, lei seca ou qualquer outra coisa.
Esta postagem foi uma homenagem ao dia primeiro de abril.
segunda-feira, 25 de março de 2013
Vitória na medida certa
É claro que a gente gostaria de ver uma goleada em cima do Moleque Travesso, mas isto ia ter um efeito colateral: esconder as muitas deficiências do time.
Se o time goleasse, o técnico Ricardinho não ia poder chamar a atenção dos zagueiros, que perderam todas as bolas no alto e não por serem baixos, mas por não saberem se colocar na área. Não sei se só o Leandro Silva é suficiente para consertar esta zaga.
Se o resultado fosse uma goleada, a gente ia pensar que o meio de campo estava ótimo. Agora, o técnico vai poder chamar o galego (que apesar de craque não jogou o que sabe), o Jéferson Maranhão (que estava bem), o Ricardinho (que lutou o tempo todo) e o Alê e falar que não pode dar este espaço todo para o adversário. Será que o Higor, que está vindo do Fluminense, pode ajudar a mudar isto?
Se o placar fosse elástico, o Ricardinho não ia poder falar para o Julinho jogar mais e fazer menos pose. Acho que este guri poderia jogar muito mais, mas acho que tá com a cabeça noutro lugar.
Se a rede tivesse balançado só a nosso favor e muitas vezes, o técnico não ia poder chamar o Arlan no canto e dizer para ele treinar cruzamento na área até anoitecer. Fôlego o rapaz tem, mas o pé é muito torto.
O futebol não foi bom, mas o resultado veio na medida certa: 3 pontos necessários, sem esconder os defeitos do time.
O técnico Ricardinho vai ter muito trabalho. Mas é pago pra isso.
Se o time goleasse, o técnico Ricardinho não ia poder chamar a atenção dos zagueiros, que perderam todas as bolas no alto e não por serem baixos, mas por não saberem se colocar na área. Não sei se só o Leandro Silva é suficiente para consertar esta zaga.
Se o resultado fosse uma goleada, a gente ia pensar que o meio de campo estava ótimo. Agora, o técnico vai poder chamar o galego (que apesar de craque não jogou o que sabe), o Jéferson Maranhão (que estava bem), o Ricardinho (que lutou o tempo todo) e o Alê e falar que não pode dar este espaço todo para o adversário. Será que o Higor, que está vindo do Fluminense, pode ajudar a mudar isto?
Se o placar fosse elástico, o Ricardinho não ia poder falar para o Julinho jogar mais e fazer menos pose. Acho que este guri poderia jogar muito mais, mas acho que tá com a cabeça noutro lugar.
Se a rede tivesse balançado só a nosso favor e muitas vezes, o técnico não ia poder chamar o Arlan no canto e dizer para ele treinar cruzamento na área até anoitecer. Fôlego o rapaz tem, mas o pé é muito torto.
O futebol não foi bom, mas o resultado veio na medida certa: 3 pontos necessários, sem esconder os defeitos do time.
O técnico Ricardinho vai ter muito trabalho. Mas é pago pra isso.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Balanço da Rodada
Mais uma rodada encerrada, com algumas confirmações das previsões, mas algumas surpresas:
- Bailarino mordido por cachorro - essa eu não acreditava, mas aconteceu. O lanterna (ainda é), de técnico novo, venceu, e ainda por cima, de virada, o time do norte, que saiu na frente e até pênalti perdeu com o bailarino principal. O time da beira da praia vem até o remendão, jogar contra o desencantado time dos 20 %, onde dificilmente vai escapar de uma derrota (apesar da minha torcida a favor do time de Camboriú), enquanto o pessoal do balé recebe a turma da terra da fartura, tentando a reabilitação.
- Os rapazes do rebanho da terra da fartura salvaram a lã do comandante, vencendo o time da Palhoça, que não conseguiu ameaçar a meta adversária, como eu imaginava. Agora o time do Sinhozinho Malta (essa eu copiei do Tarnowsky) viaja até o norte para se apresentar no palco dos bailarinos, enquanto os garotos do Amaro recebem o Leão da Ilha.
- Que várzea! Trave caindo no meio do jogo. Inspeção boa essa. Será que o zagueiro do Tigre tá muito acima do peso? De qualquer maneira, o time do oeste venceu, com gol do Santo Gral e voltou a liderança e derrubou mais um invicto. O time do Oeste viaja até Blumenau, decidindo a liderança e os amarelos do sul vão até Jaraguá para morder o moleque.
- Acabou o encanto? O carrossel barbie levou dois solavancos (não foram do craque RC, mas num dos gols, o passe foi dele) e só descontou porque mais uma vez cabecearam pra trás, ajudando o incompetente ataque alvirosado, que por conta própria não faz. O time verde do vale recebe o time do oeste, podendo se isolar na liderança, enquanto o time dos 20% recebe o cachorro lanterna da beira da praia. Acertei o placar em cheio: 2x1.
- Fácil que ficou difícil - com um início avassalador, mas sem nenhum gol, o Leão assustou e acuou o moleque em seu campo, transformando o jogo num ataque contra defesa. A água mole não furou a pedra dura, mas no finalzinho do primeiro tempo, o contestado e já perseguido (cedo né!) centroavante azurra acertou um chute improvável, tranquilizando o time. No segundo tempo, um replay do início do jogo, mas que desta vez resultou em gol, em grande jogada do ataque azul. Com as alterações, o time de Jaraguá se soltou e encontrou muito espaço pela direita, onde descontou e quase empatou, não fosse os olhos de lince do bandeira. O Leão vai até a Palhoça, enfrentar o Bugre e o time de Jaraguá recebe os amarelos do sul.
- Bailarino mordido por cachorro - essa eu não acreditava, mas aconteceu. O lanterna (ainda é), de técnico novo, venceu, e ainda por cima, de virada, o time do norte, que saiu na frente e até pênalti perdeu com o bailarino principal. O time da beira da praia vem até o remendão, jogar contra o desencantado time dos 20 %, onde dificilmente vai escapar de uma derrota (apesar da minha torcida a favor do time de Camboriú), enquanto o pessoal do balé recebe a turma da terra da fartura, tentando a reabilitação.
- Os rapazes do rebanho da terra da fartura salvaram a lã do comandante, vencendo o time da Palhoça, que não conseguiu ameaçar a meta adversária, como eu imaginava. Agora o time do Sinhozinho Malta (essa eu copiei do Tarnowsky) viaja até o norte para se apresentar no palco dos bailarinos, enquanto os garotos do Amaro recebem o Leão da Ilha.
- Que várzea! Trave caindo no meio do jogo. Inspeção boa essa. Será que o zagueiro do Tigre tá muito acima do peso? De qualquer maneira, o time do oeste venceu, com gol do Santo Gral e voltou a liderança e derrubou mais um invicto. O time do Oeste viaja até Blumenau, decidindo a liderança e os amarelos do sul vão até Jaraguá para morder o moleque.
- Acabou o encanto? O carrossel barbie levou dois solavancos (não foram do craque RC, mas num dos gols, o passe foi dele) e só descontou porque mais uma vez cabecearam pra trás, ajudando o incompetente ataque alvirosado, que por conta própria não faz. O time verde do vale recebe o time do oeste, podendo se isolar na liderança, enquanto o time dos 20% recebe o cachorro lanterna da beira da praia. Acertei o placar em cheio: 2x1.
- Fácil que ficou difícil - com um início avassalador, mas sem nenhum gol, o Leão assustou e acuou o moleque em seu campo, transformando o jogo num ataque contra defesa. A água mole não furou a pedra dura, mas no finalzinho do primeiro tempo, o contestado e já perseguido (cedo né!) centroavante azurra acertou um chute improvável, tranquilizando o time. No segundo tempo, um replay do início do jogo, mas que desta vez resultou em gol, em grande jogada do ataque azul. Com as alterações, o time de Jaraguá se soltou e encontrou muito espaço pela direita, onde descontou e quase empatou, não fosse os olhos de lince do bandeira. O Leão vai até a Palhoça, enfrentar o Bugre e o time de Jaraguá recebe os amarelos do sul.
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
Balanço da Rodada
Balé de um ato só - o principal bailarino do time do norte balançou o corpãozil de um lado para o outro e conseguiu acertar um chute no único lugar que a bola passava. Mérito para os tricolores que venceram os verdes do vale. Agora o time do norte vai até Camboriú, onde deve faturar mais 3 pontos. Já o time de Blumenau recebe o time dos 20%, que lidera (por enquanto) o turno.
Bugre finalmente acerta a flecha - como já era de se esperar, o time da Palhoça conquistou seus primeiros pontos na competição, contra o candidatíssimo ao rebaixamento e primeiro time a demitir o técnico, o guapeca de Camboriú. Foi só 1x0 (eu previa 2x0), mas serviu para o time do Amaro, que na quarta vai até Ibirima, num confronto difícil. O lanterna recebe o time do norte e vai lutar para pelo menos conquistar um empate.
Moleque cada vez mais atrevido - o time de Jaraguá já fez mais pontos em 3 rodadas do que eu pensei que faria no campeonato inteiro. De virada, venceu o time do seu Marchetti, que deve estar furioso com seus meninos veteranos e o seu técnico de lã. O moleque bom de bola vem até a Ressacada, sonhando em aprontar pra cima do atual campeão. O time da terra da fartura recebe o time da Palhoça, na obrigação de vencer para sair da zona maldita.
Índios confusos com a conversa dos bilingues - o então lider, verde do oeste, não mostrou aquele futebol e como eu esperava, levou 2 (um deles contra a própria oca) e só acordou no final, quando fez unzinho. Eu havia previsto 1x0 mas estava torcendo pelo 2x2. Não deu. O time do oeste volta para sua terra, onde vai receber os amarelos do sul, na esperança de reassumir a ponta. Já o time dos 20 % vai até Blumenau, tentando manter a liderança.
Tudo igual na briga dos felinos - o Tigre saiu na frente, mas o Leão foi melhor o jogo inteiro, e teve chance até de vencer de virada. No fim, tudo igual, como eu havia profetizado (1x1). O time do sul viaja pro oeste e vai encarar os índios de lá, enquanto o Leão recebe o moleque na Ressacada, na esperança de fazer outra boa apresentação, desta vez transformada em vitória.
Bugre finalmente acerta a flecha - como já era de se esperar, o time da Palhoça conquistou seus primeiros pontos na competição, contra o candidatíssimo ao rebaixamento e primeiro time a demitir o técnico, o guapeca de Camboriú. Foi só 1x0 (eu previa 2x0), mas serviu para o time do Amaro, que na quarta vai até Ibirima, num confronto difícil. O lanterna recebe o time do norte e vai lutar para pelo menos conquistar um empate.
Moleque cada vez mais atrevido - o time de Jaraguá já fez mais pontos em 3 rodadas do que eu pensei que faria no campeonato inteiro. De virada, venceu o time do seu Marchetti, que deve estar furioso com seus meninos veteranos e o seu técnico de lã. O moleque bom de bola vem até a Ressacada, sonhando em aprontar pra cima do atual campeão. O time da terra da fartura recebe o time da Palhoça, na obrigação de vencer para sair da zona maldita.
Índios confusos com a conversa dos bilingues - o então lider, verde do oeste, não mostrou aquele futebol e como eu esperava, levou 2 (um deles contra a própria oca) e só acordou no final, quando fez unzinho. Eu havia previsto 1x0 mas estava torcendo pelo 2x2. Não deu. O time do oeste volta para sua terra, onde vai receber os amarelos do sul, na esperança de reassumir a ponta. Já o time dos 20 % vai até Blumenau, tentando manter a liderança.
Tudo igual na briga dos felinos - o Tigre saiu na frente, mas o Leão foi melhor o jogo inteiro, e teve chance até de vencer de virada. No fim, tudo igual, como eu havia profetizado (1x1). O time do sul viaja pro oeste e vai encarar os índios de lá, enquanto o Leão recebe o moleque na Ressacada, na esperança de fazer outra boa apresentação, desta vez transformada em vitória.
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
Muito cedo para conclusões
A derrota foi quase vexatória, o time não jogou bem, mas é só o início do campeonato.
Vejo várias críticas ao goleiro, e apesar de não achar que ele seja um excepcional goleiro, acho uma injustiça jogar a culpa da derrota nas suas costas.É certo que em pelo menos 2 deles, ele poderia ter evitado, mas em nenhum deles houve uma grande falha.
No primeiro gol, Aleks poderia realmente ter interceptado o cruzamento, mas a falha maior foi da defesa que não matou a origem e não acompanhou o atacante. No segundo e no terceiro gol, o atacante adversário entrou sozinho na área e neste caso, o erro maior é da defesa e não do goleiro. Talvez um goleiro mais experiente poderia ter evitado, mas isto não é tão certo assim. No quarto gol, o Aélson e mais outro jogador avaiano pararam e não bloquearam a chegada do atacante do time do oeste. Se o goleiro demorou para sair, do mesmo modo, a defesa falhou.
Portanto, não dá para fazer esta crucificação toda que muitos estão querendo. Parece que querem mostrar que estavam certos quando diziam que era preciso contratar um goleiro mais experiente. O time levou 4 gols, mas não por culpa exclusiva do goleiro.
Volta a dizer: o único campeonato que é possível testar o goleiro é o estadual. Se não fizer neste, não é na série B ou na Copa do Brasil que vai fazer. Deixa ele jogar mais umas 3 partidas e daí sim, decide se deve trocar ou não.
A defesa falhou, o meio não marcou nem criou e o ataque não funcionou.
Não é a primeira vez que o Avaí leva uma goleada no campeonato. Nos últimos anos, os piores resultados foram os seguintes:
2011 - 1º Turno / 2ª Rodada: Brusque 3x0
2010 - 1º Turno / 8ª Rodada: Atlético 3x1
2009 - 2º Turno / 3ª Rodada: Chapecoense 5x1
Só lembrando que nestes 4 anos, o Leão só não foi campeão em 2011, mas disputou a final do 2º Turno.
Agora é pensar no Criciúma e trazer pelo menos um empate de lá.
Vejo várias críticas ao goleiro, e apesar de não achar que ele seja um excepcional goleiro, acho uma injustiça jogar a culpa da derrota nas suas costas.É certo que em pelo menos 2 deles, ele poderia ter evitado, mas em nenhum deles houve uma grande falha.
No primeiro gol, Aleks poderia realmente ter interceptado o cruzamento, mas a falha maior foi da defesa que não matou a origem e não acompanhou o atacante. No segundo e no terceiro gol, o atacante adversário entrou sozinho na área e neste caso, o erro maior é da defesa e não do goleiro. Talvez um goleiro mais experiente poderia ter evitado, mas isto não é tão certo assim. No quarto gol, o Aélson e mais outro jogador avaiano pararam e não bloquearam a chegada do atacante do time do oeste. Se o goleiro demorou para sair, do mesmo modo, a defesa falhou.
Portanto, não dá para fazer esta crucificação toda que muitos estão querendo. Parece que querem mostrar que estavam certos quando diziam que era preciso contratar um goleiro mais experiente. O time levou 4 gols, mas não por culpa exclusiva do goleiro.
Volta a dizer: o único campeonato que é possível testar o goleiro é o estadual. Se não fizer neste, não é na série B ou na Copa do Brasil que vai fazer. Deixa ele jogar mais umas 3 partidas e daí sim, decide se deve trocar ou não.
A defesa falhou, o meio não marcou nem criou e o ataque não funcionou.
Não é a primeira vez que o Avaí leva uma goleada no campeonato. Nos últimos anos, os piores resultados foram os seguintes:
2012 - 1º Turno / 8ª Rodada: Joinville 3x0
Só lembrando que nestes 4 anos, o Leão só não foi campeão em 2011, mas disputou a final do 2º Turno.
Agora é pensar no Criciúma e trazer pelo menos um empate de lá.
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
Imagens da Primeira Rodada
O campeonato começou e poucas surpresas aconteceram:
Cachorro atropelado no sul - o Tigre não teve pena da turma de perto da praia e meteu uma sonora goleada de 6x0. Pela minha bola de cristal só tinha visto 3 gols, mas não era difícil adivinhar que a vitória ia ser dos amarelos do sul, que agora vão para a terra da fartura, enfrentar o sempre difícil (em casa) time do seu Marchetti. Já a turma do guapeca Boriú recebe o moleque travessa, onde vai ter uma das poucas chances de fazer 3 pontos neste campeonato.
Índio acerta flechada em bailarino - quase acertei o resultado do jogo, mas no final da partida, a turma do oeste virou o jogo com seu inspirado volante. A turma do balé não conseguiu impor sua pressão habitual dentro do seu palco e levou uma virada dos verdes do velho oeste, que na próxima rodada recebem o atual campeão, o Leão da Ilha, em confronto sempre equilibrado. A turma do norte vem até a capital, jogar contra a turma do bilingue.
Bugre quase tira lasca da figueira - eu bem que estava torcendo para errar o palpite, mas o time da Palhoça não conseguiu arrancar o empate (e bem que merecia) contra o time dos 20 %. Infelizmente, acertei o palpite de 1x2 para os alvirosado, que agora recebem a turma do balé no remendão. Os garotos do Amaro viajam até o vale para enfrentar o verde de lá, um concorrente direto no campeonato.
Moleque é atropelado pelo Metrô - moleque de Jaraguá até começou bem, mas depois levou uma virada do cada vez mais perigoso time de Blumenau. Achava que dava empate, mas parece que o time verde do vale não é tão ruim assim (ou o time do Jaraguá é realmente muito ruim). A turma do vale recebe os bugres na próxima rodada, com chances de faturas 3 pontos, enquanto o pessoal de Jaraguá vai até Camboriú, onde tem chance de conseguir um dos poucos pontos que deve conquistar durante todo o campeonato.

Leão ruge e mata o capeta - como em toda primeira rodada, o jogo foi difícil e por pouco o atual campeão não perde pontos em casa para os rapazes do Marchetti. Se tivessem mais capricho, os jogadores avaianos teriam feito o segundo gol e eu teria acertado o placar. Mas tudo bem, o que vale são os 3 pontos. Agora os comandados do SS viajam até o oeste para enfrentar os sempre difíceis índios. A turma da terra da fartura volta para casa para receber os amarelos do sul e conquistar os primeiros pontos do campeonato.
Cachorro atropelado no sul - o Tigre não teve pena da turma de perto da praia e meteu uma sonora goleada de 6x0. Pela minha bola de cristal só tinha visto 3 gols, mas não era difícil adivinhar que a vitória ia ser dos amarelos do sul, que agora vão para a terra da fartura, enfrentar o sempre difícil (em casa) time do seu Marchetti. Já a turma do guapeca Boriú recebe o moleque travessa, onde vai ter uma das poucas chances de fazer 3 pontos neste campeonato.
Índio acerta flechada em bailarino - quase acertei o resultado do jogo, mas no final da partida, a turma do oeste virou o jogo com seu inspirado volante. A turma do balé não conseguiu impor sua pressão habitual dentro do seu palco e levou uma virada dos verdes do velho oeste, que na próxima rodada recebem o atual campeão, o Leão da Ilha, em confronto sempre equilibrado. A turma do norte vem até a capital, jogar contra a turma do bilingue.
Bugre quase tira lasca da figueira - eu bem que estava torcendo para errar o palpite, mas o time da Palhoça não conseguiu arrancar o empate (e bem que merecia) contra o time dos 20 %. Infelizmente, acertei o palpite de 1x2 para os alvirosado, que agora recebem a turma do balé no remendão. Os garotos do Amaro viajam até o vale para enfrentar o verde de lá, um concorrente direto no campeonato.
Moleque é atropelado pelo Metrô - moleque de Jaraguá até começou bem, mas depois levou uma virada do cada vez mais perigoso time de Blumenau. Achava que dava empate, mas parece que o time verde do vale não é tão ruim assim (ou o time do Jaraguá é realmente muito ruim). A turma do vale recebe os bugres na próxima rodada, com chances de faturas 3 pontos, enquanto o pessoal de Jaraguá vai até Camboriú, onde tem chance de conseguir um dos poucos pontos que deve conquistar durante todo o campeonato.

Leão ruge e mata o capeta - como em toda primeira rodada, o jogo foi difícil e por pouco o atual campeão não perde pontos em casa para os rapazes do Marchetti. Se tivessem mais capricho, os jogadores avaianos teriam feito o segundo gol e eu teria acertado o placar. Mas tudo bem, o que vale são os 3 pontos. Agora os comandados do SS viajam até o oeste para enfrentar os sempre difíceis índios. A turma da terra da fartura volta para casa para receber os amarelos do sul e conquistar os primeiros pontos do campeonato.
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Game Over
Não assisti ao jogo, então não posso falar do que não vi. Até poderia relativar a derrota para o Bragantino, dizendo que eles jogaram motivados pela luta contra rebaixamento. Também poderia dizer que outros times também tiveram resultados ruins dentro de casa, como o Criciúma que levou um tombo diante do Barueri, que o Atlético e o São Caetano só empataram em casa contra Guarani e Ipatinga, respectivamente, que o Ceará e o Joinville também, perderam, etc.
Mas, analisando as declarações dos jogadores após o jogo, todas clássicas, como, estamos tristes, sabemos que estamos devendo, temos que vibrar mais, dar uma sacudida no vestiário, vamos terminar o campeonato com dignidade, blá, blá, blá, dá para ver que o tal do comprometimento já acabou lá atrás.
Por que não jogaram com mais vibração nestes últimos jogos, quando a matemática ainda permitia sonhar? O que houve dentro do vestiário para o time mudar tanto, desde aquela grande atuação contra o Vitória, então líder da competição e invicto há vários jogos? O time é o mesmo, mas as atuações depois daquele jogo, muito diferente.
Não dá para apontar apenas um único motivo para o insucesso na série B. O elenco não tão qualificado como precisaria, os atrasos dos salários, a troca de treinador e a saída de um jogador de referência, como o CS10, são alguns dos motivos que fizeram o Leão não chegar no seu objetivo de acesso à série A.
Como o time não vai subir, a torcida deverá culpar exclusivamente da diretoria, que contratou os jogadores e o técnico. E isso é verdade. Entretanto, para se apontar o dedo para a diretoria, é preciso reconhecer seus méritos na conquista do estadual, pois não tem sentido culpar no fracasso e não parabenizar na vitória.
Se o HM ainda fosse técnico, talvez fosse poupado pela maioria da torcida, que ia dizer que ele não tem culpa se a diretoria não lhe deu material humano melhor. Mas como é o Argel, detestado pela maioria mesmo antes de entrar na Ressacada, também vai levar a culpa pelo fracasso.
E os jogadores? Já ouvi comentarista dizendo que os jogadores não tem culpa, pois foi a diretoria que os contratou? Como não tem culpa? Então serem incompetentes no que fazem não os tornam também responsáveis pela campanha ruim? É claro que assim como foram apontados pelos grandes heróis da conquista do estadual, também tem sua grande parcela de culpa nas derrotas.
A torcida não tem culpa no fracasso do time, é verdade, mas também pouco ajudou nas vitórias. Sempre desconfiou dos jogadores e poucas vezes empurrou o time para a vitória. A rejeição pela diretoria vem cegando muitos torcedores, que talvez até não cheguem ao cúmulo de torcer contra, mas não se mobilizaram para torcer a favor do time.
Agora, apesar da calculadora ainda insistir que dá, não tem como ter esperança. E não é pela pontuação, já que os times da frente também não pontuaram. Mas pela apatia mostrada em campo pelos jogadores. Se não tinham admitido antes, agora já mostraram que jogaram a toalha.
E o que fazer daqui para frente? Ainda tem 6 doloridos jogos para disputar. Paraná, Ceará, ABC, Guarani, Barueri e Criciúma. Colocar os juniores? Dispensar já a maioria? Acho que não. Os caras foram contratados para jogar e tem que cumprir seu contrato. Então tem mandar viajar até Forteleza, Natal e Barueri, sim. Ah, a diretoria também precisa colocar o salário em dia, porque senão fica complicado exigir dedicação do atleta. Afinal, quem de nós suaria a camisa pela empresa se ela não fizesse sua parte mais óbvia, que é pagar o salário?
Não adianta começar a dispensar o elenco. O clima vai ficar ainda pior do que está. Se não será possível subir, pelo menos vamos evitar vexames nesta reta final. Nestes 6 jogos que faltam, pelo menos dentro de casa os jogadores tem que mostrar vergonha na cara e vencer as partidas.
Ficar mais um ano na série B não é o fim do mundo. O todo poderoso do outro lado da ponte também levou dois anos para subir. E pelo jeito já vai voltar. O Goiás e Vitória também não voltaram no ano seguinte a queda. O Criciúma e o São Caetano terminaram pertinho do Z4 no ano passado. Então, se a coisa tá ruim, não quer dizer que no ano que vem vai ficar pior. Mas tem que se preparar e planejar.
Apesar de ser contra a troca de treinadores, acho que já deu para a bola do Argel. Mas não precisa trocá-lo, agora, só para colocar qualquer outro. Deixa ele lá, pensando que vai ficar para o estadual. Enquanto isso, a diretoria já deveria procurar um técnico com experiência para colocar o Avaí nos trilhos. Não sei apontar nomes, mas se pudesse, traria o Chamusca de volta. Quem sabe até o Silas, apesar de algumas lambanças passadas. Só não me venham com gente do tipo Mauro Ovelha.
O gerente de futebol, acusado por muitos de incompetente, realmente não mostrou nada de novo. Será que vai fazer promessas para o ano que vem ou vai levar uma puxada de tapete, já tão comum nos corredores da Ressacada?
A faxina tem que ser grande, mas com critérios. Apesar de tudo, tem gente boa na Ressacada, e há vários jogadores que podem ser aproveitados para o próximo ano. Não precisa mandar todo mundo embora, mas é verdade que muitos não tem mais clima para ficar no sul da Ilha.
A vida segue e o mundo não vai acabar.
Mas, analisando as declarações dos jogadores após o jogo, todas clássicas, como, estamos tristes, sabemos que estamos devendo, temos que vibrar mais, dar uma sacudida no vestiário, vamos terminar o campeonato com dignidade, blá, blá, blá, dá para ver que o tal do comprometimento já acabou lá atrás.
Por que não jogaram com mais vibração nestes últimos jogos, quando a matemática ainda permitia sonhar? O que houve dentro do vestiário para o time mudar tanto, desde aquela grande atuação contra o Vitória, então líder da competição e invicto há vários jogos? O time é o mesmo, mas as atuações depois daquele jogo, muito diferente.
Não dá para apontar apenas um único motivo para o insucesso na série B. O elenco não tão qualificado como precisaria, os atrasos dos salários, a troca de treinador e a saída de um jogador de referência, como o CS10, são alguns dos motivos que fizeram o Leão não chegar no seu objetivo de acesso à série A.
Como o time não vai subir, a torcida deverá culpar exclusivamente da diretoria, que contratou os jogadores e o técnico. E isso é verdade. Entretanto, para se apontar o dedo para a diretoria, é preciso reconhecer seus méritos na conquista do estadual, pois não tem sentido culpar no fracasso e não parabenizar na vitória.
Se o HM ainda fosse técnico, talvez fosse poupado pela maioria da torcida, que ia dizer que ele não tem culpa se a diretoria não lhe deu material humano melhor. Mas como é o Argel, detestado pela maioria mesmo antes de entrar na Ressacada, também vai levar a culpa pelo fracasso.
E os jogadores? Já ouvi comentarista dizendo que os jogadores não tem culpa, pois foi a diretoria que os contratou? Como não tem culpa? Então serem incompetentes no que fazem não os tornam também responsáveis pela campanha ruim? É claro que assim como foram apontados pelos grandes heróis da conquista do estadual, também tem sua grande parcela de culpa nas derrotas.
A torcida não tem culpa no fracasso do time, é verdade, mas também pouco ajudou nas vitórias. Sempre desconfiou dos jogadores e poucas vezes empurrou o time para a vitória. A rejeição pela diretoria vem cegando muitos torcedores, que talvez até não cheguem ao cúmulo de torcer contra, mas não se mobilizaram para torcer a favor do time.
Agora, apesar da calculadora ainda insistir que dá, não tem como ter esperança. E não é pela pontuação, já que os times da frente também não pontuaram. Mas pela apatia mostrada em campo pelos jogadores. Se não tinham admitido antes, agora já mostraram que jogaram a toalha.
E o que fazer daqui para frente? Ainda tem 6 doloridos jogos para disputar. Paraná, Ceará, ABC, Guarani, Barueri e Criciúma. Colocar os juniores? Dispensar já a maioria? Acho que não. Os caras foram contratados para jogar e tem que cumprir seu contrato. Então tem mandar viajar até Forteleza, Natal e Barueri, sim. Ah, a diretoria também precisa colocar o salário em dia, porque senão fica complicado exigir dedicação do atleta. Afinal, quem de nós suaria a camisa pela empresa se ela não fizesse sua parte mais óbvia, que é pagar o salário?
Não adianta começar a dispensar o elenco. O clima vai ficar ainda pior do que está. Se não será possível subir, pelo menos vamos evitar vexames nesta reta final. Nestes 6 jogos que faltam, pelo menos dentro de casa os jogadores tem que mostrar vergonha na cara e vencer as partidas.
Ficar mais um ano na série B não é o fim do mundo. O todo poderoso do outro lado da ponte também levou dois anos para subir. E pelo jeito já vai voltar. O Goiás e Vitória também não voltaram no ano seguinte a queda. O Criciúma e o São Caetano terminaram pertinho do Z4 no ano passado. Então, se a coisa tá ruim, não quer dizer que no ano que vem vai ficar pior. Mas tem que se preparar e planejar.
Apesar de ser contra a troca de treinadores, acho que já deu para a bola do Argel. Mas não precisa trocá-lo, agora, só para colocar qualquer outro. Deixa ele lá, pensando que vai ficar para o estadual. Enquanto isso, a diretoria já deveria procurar um técnico com experiência para colocar o Avaí nos trilhos. Não sei apontar nomes, mas se pudesse, traria o Chamusca de volta. Quem sabe até o Silas, apesar de algumas lambanças passadas. Só não me venham com gente do tipo Mauro Ovelha.
O gerente de futebol, acusado por muitos de incompetente, realmente não mostrou nada de novo. Será que vai fazer promessas para o ano que vem ou vai levar uma puxada de tapete, já tão comum nos corredores da Ressacada?
A faxina tem que ser grande, mas com critérios. Apesar de tudo, tem gente boa na Ressacada, e há vários jogadores que podem ser aproveitados para o próximo ano. Não precisa mandar todo mundo embora, mas é verdade que muitos não tem mais clima para ficar no sul da Ilha.
A vida segue e o mundo não vai acabar.
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
Vitória ruim, derrota péssima, mas não acabou
A vitória em cima do CRB foi daquelas sofridas. Apesar de batido, o que interessava mesmo, a esta altura do campeonato, era os três pontos. Não dá para entender as vaias. É claro que todo mundo queria um jogo melhor, mas daí a vaiar é muita vontade de pensar ser Barcelona mesmo.
Por aquele jogo, não daria para ter esperança para o futuro. Mas como o time do Avaí é inexplicável, vence jogando bem do líder e perde bisonhamente de um time da rabeira, esta variação da qualidade do time poderia dar algum alento e que no jogo em Curitiba, contra um time mais forte, o Leão mostrasse o futebol que apresentou contra o time baiano.
Mas não foi isto que aconteceu. Não vi o jogo, nem lances da partida. Só acompanhei pela internet e um pouco pelo rádio. Se com 11 já seria difícil, perdendo um jogador por expulsão, aí mesmo que não daria mesmo.
Perder em Curitiba do Furacão original não é nada demais. Se não tivesse o time do Avaí perdido pontos bobos, como para o Guaratinguetá e CRB fora de casa, e Joinville e Atlético-PR em casa, na época do HM e agora para o ASA, já na gestão Fucks, ninguém estaria desesperado por causa desta derrota.
Só nestes jogos que citei, o Avaí perdeu 14 pontos, que se conquistados em pelo menos sua metade, o time teria 53 pontos, encostado do São Caetano, que tem 56 pontos.
Já não estava fácil, ficou difícil com a derrota para o ASA, agora ficou quase impossível. Quase, porque nas últimas oito rodadas do turno, o Avaí conquistou 16 pontos (vitórias contra Bragantino, Ceará, ABC, Guarani e Barureri e empate com Paraná, perdendo para Goiás e Criciúma). Repetir este desempenho não será suficiente para o acesso, pois 62 pontos não vai colocar o time entre os quatro primeiros. Dos 24 pontos que o Leão vai disputar, ele precisará conquistar de pelo menos 21 e ainda assim vai ter que usar a calculadora e o secador de adversário para ver se chega lá.
Tudo começa na sexta, vencendo o Goiás. Para aqueles "avaianos" que vão torcer contra, por favor, fiquem em casa. De preferência, nem assistam ao jogo.
A meta é complicada, mas enquanto há matemática, há esperança.
Ainda não é hora para jogar a toalha (está quase).
Use-a para secar os adversários.
Por aquele jogo, não daria para ter esperança para o futuro. Mas como o time do Avaí é inexplicável, vence jogando bem do líder e perde bisonhamente de um time da rabeira, esta variação da qualidade do time poderia dar algum alento e que no jogo em Curitiba, contra um time mais forte, o Leão mostrasse o futebol que apresentou contra o time baiano.
Mas não foi isto que aconteceu. Não vi o jogo, nem lances da partida. Só acompanhei pela internet e um pouco pelo rádio. Se com 11 já seria difícil, perdendo um jogador por expulsão, aí mesmo que não daria mesmo.
Perder em Curitiba do Furacão original não é nada demais. Se não tivesse o time do Avaí perdido pontos bobos, como para o Guaratinguetá e CRB fora de casa, e Joinville e Atlético-PR em casa, na época do HM e agora para o ASA, já na gestão Fucks, ninguém estaria desesperado por causa desta derrota.
Só nestes jogos que citei, o Avaí perdeu 14 pontos, que se conquistados em pelo menos sua metade, o time teria 53 pontos, encostado do São Caetano, que tem 56 pontos.
Já não estava fácil, ficou difícil com a derrota para o ASA, agora ficou quase impossível. Quase, porque nas últimas oito rodadas do turno, o Avaí conquistou 16 pontos (vitórias contra Bragantino, Ceará, ABC, Guarani e Barureri e empate com Paraná, perdendo para Goiás e Criciúma). Repetir este desempenho não será suficiente para o acesso, pois 62 pontos não vai colocar o time entre os quatro primeiros. Dos 24 pontos que o Leão vai disputar, ele precisará conquistar de pelo menos 21 e ainda assim vai ter que usar a calculadora e o secador de adversário para ver se chega lá.
Tudo começa na sexta, vencendo o Goiás. Para aqueles "avaianos" que vão torcer contra, por favor, fiquem em casa. De preferência, nem assistam ao jogo.
A meta é complicada, mas enquanto há matemática, há esperança.
Ainda não é hora para jogar a toalha (está quase).
Use-a para secar os adversários.
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