quinta-feira, 26 de maio de 2011

E o trevo da seta não acabou com a fila

Isto era previsível. Já dizia numa postagem que fiz em março (clique), que para os grandes jogos, o problema para chegar até o estádio continuaria o mesmo.


Saí de casa, no Kobrasol, às 19:50, ou seja, duas horas antes do jogo começar. Se o jogo do Avaí ocorresse em Itajaí eu poderia ficar um pouquinho mais em casa. Encontrei fila no túnel Antonieta de Barros e só passei a terceira marcha já perto do elevado. Cheguei ao estádio às 21:20, uma hora e meia depois de tirar meu carro da garagem. É muito tempo. Considerando que são 16 km de distância, fiz o trajeto numa velocidade média de 10,7 km/h. Acho que de bicicleta teria sido mais rápido.


Estacionei meu carro no lugar de sempre. Foi a última vez que fiz isto, porque o proprietário cresceu o olho e aumentou de R$ 5,00 para R$ 10,00. Vai ficar sem meu dinheiro daqui para frente.

Na volta, a fila gigante que esperava. Tudo trancado. A fila só começou a andar depois da uma hora da manhã. Eu não entendo. O jogo terminou perto da meia-noite. Para hoje, por exemplo, o último vôo marcado é para 23:35, o que significa que o passageiro precisa chegar lá no máximo às 23:00 horas. Então, porque demorou tanto para as liberações surtirem efeito? Acho que a Polícia precisa também cuidar dos outros pontos que podem represar a saída, como os semáforos da via expressa sul.


Cheguei em casa por volta das duas, pois inventei de passar no McDonald's do Kobrasol para comprar um lanche. Mais uma fila. Não sei qual é o melhor deles, mas o pior com certeza é o drive-thru deste estabelecimento do Kobrasol. Não recomendo.

Resumo dos tempos: gastei quase 6 horas para assistir a um jogo que dura 90 minutos. É muito tempo perdido.


Por isso que digo que um dos maiores entraves para aumentar o número de sócios (além é claro do preço) é essa maldita fila.


E tem gente que achava Florianópolis tinha condições de sediar a Copa do Mundo!

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